Deixo isso claro falando perto do ouvido dela. Vendo como o orgasmo que ela ia ter se dissipa. O olhar de ódio me diverte. Os seus olhos dilatados e escurecidos são um afrodisíaco. Troco o chicote pelo chicote de couro azul que passo sobre o seu corpo, que imediatamente fica tenso. — Você tem que confiar no seu mestre. — No meu irmão. Ela responde e eu marco a sua pele novamente, só que desta vez com mais intensidade. — Mestre. Eu rosno perto do seu rosto. — Ou será que você finalmente vai confessar que te excita mais saber que você está transando com o seu irmão e que gosta de como ele te fo*de. Eu a denegro e ela começa a engolir com dificuldade. — Continue com o seu jogo, ainda tenho tempo para aturar os seus fetiches depra*vados. — É depravado eu te fo*der sabendo o que corre n

