O aparecimento de uma van preta que passa por ele e estaciona na minha frente em segundos me faz recuar, querendo voltar para dentro do prédio, mas o homem que sai com uma aparência violenta me paralisa por um momento, mesmo assim, eu reajo rapidamente empurrando a porta, pena que não sou mais rápida que ele que um movimento rápido me segura e me joga dentro do veículo. — Você é tão previsível. Ele bufa. — Me deixe sair, não quero te ver, ter você por perto, sentir o seu perfume ou qualquer coisa que tenha a ver com você. Eu exijo, batendo nele. Ele aproxima o seu rosto do meu, ficando com raiva e não consigo conter a minha mão que bate duas vezes no seu rosto. — Não me bata. Ele pega as minhas mãos. — Deixe-me contar o meu lado da história. O que Liam disse não foi o que realmente aco

