Episódio 5

891 Palavras
Dona Narrando, Eu fiz todos os corres e me peguei rindo só de imaginar a cara de espantado daquele playboyzinho, certamente deve ter me xingado horrores, e isso seria muito divertido, eu fui em casa tomei banho e faltando dez minutos eu desci pra barreira, dei ordens e vi ele chegar faltando dois minutos, pontual gosto assim. Sobe - Boa noite se usa. Já subiu? - Ele me olhou revirando o olho e subiu na moto todo sem jeito o que me fez rir, acelerei e ele segurou na minha cintura forte o que me fez rir, chegamos na minha casa ele ficou olhando tudo curioso, certamente pensou que eu morava em um barraco, bom por fora até parace, mas por dentro é um luxo. Quer comer ou beber alguma coisa? - Tô de boa. Que bom, vem comigo. - O que você vai fazer? Você pergunta de mais, tira a roupa e deita na cama. - Direto assim? Quer abraço e beijinhos? - Grossa Espero que você também seja, só que aí em baixo. - Ele revirou os olhos de novo e foi tirando a roupa, suas bochechas estavam vermelhas, e olhando assim ele com vergonha até que fica bonitinho. - O que eu faço agora? Quer que eu coloque um porno pra você ficar e******o? - Não, mas isso é estranho até garoto de programa e bem tratado. Não desrratei você. - Tratando bem também não tá né. Já namorou quantas vezes, ou ainda é virgem? - Essas perguntas não estavam na promissória. Você tá todo escaldado, sem ter noção nenhuma do que fazer, porque aceitou fazer isso se não sabe. - Não podia deixar matar meu irmão. E achou que podia mentir pra mim? - Desculpa, mas eu não tive escolha. Tem quantos anos? - Fiz 20 Leitinho fresco - O que disse? Nada não, só lembrei de algo aqui, vou te ensinar uma coisa e espero que dá próxima vez tenha pegado o jeito. - O que vai fazer comigo? Vou te fazer sentir o paraíso. - Ele me olhou intrigado mas não disse nada, eu tirei a minha luz e vi ele olhar por todo o meu corpo, não me importei nenhum pouco em ficar nua, subi na cama devagar sentando sobre a barriga dele que não tirava os olhos dos meus s***s, eu rir e comecei a beijar seu pescoço e passar a língua de leve na sua orelha, ele que até então mantinha a mão na cama colocou na minha cintura apertando de leve e gemendo baixo, mordi seu queixo e dei uns leves chupões no seu pescoço, fui descendo devagar beijando e sugando seus m*****s, ele tem um abdômen trincado e deixei várias marcas ali, ele ficou bem e******o e tive a certeza quando cheguei na sua virilha, ele expelia pré g**o e pulsava sem parar, eu dei uma leve soprada e beijei a cabecinha punhetando devagar, ele gemia e apertava o lençol com força, comecei a fazer um boquete com uma sucção forte, e ele gemia cada vez mais forte e não demorou muito para ele gozar forte na minha boca, ele respirava fundo de olhos fechados, era uma cena bonita de se ver, realmente o leitinho fresco tem outro sabor, ele ainda estava ereto então eu não perdi tempo em segurar na sua base e encaixar em mim, por ele ser virgem eu nem me preocupei com a camisinha tomava remédio e estava tudo certo, fui sentando devagar e ele abriu o olho me olhando intenso e quando segurava as minhas coxas com força, me inclinei um pouco e meu seio ficou próximo a sua boca. Chupa. - Ele colocou a boca e foi como em instinto sugando e mamando com força, começou a apertar o outro e eu não podia negar que foi me deixando excitada, eu quicava e rebolava enquanto ele mamava gostosinho, minhas pernas começaram a tremer e cheguei no meu ápice, ele me virou e foi meio sem jeito entrando e saindo com força meio afobado e gemendo alto, não demorou para que ele se chegasse ao seu limite saindo de dentro de mim e deitando ao meu lado tentando concentrar a respiração, ele colocava a mão no peito e ia respirando devagar. Tá sentindo bem? - Tô sim, é uma sensação diferente. Vai tomar um banho, tem toalha limpa lá.- Ele foi e meu radinho começou a tocar, pista molhada cheio de blitz perto da entrada do morro, barreiras foram fechadas e toque de recolher dado, mesmo que não houvesse uma ameaça de invasão eu não podia arriscar em por a minha comunidade em risco. - Como faço pra descer? Não vai, tá cheio de polícia na entrada fazendo blitz te verem descer vão querer te intimidar, senta aí já pedi um lanche, aqui tá sua primeira promissória. Ele pegou e fui tomar banho, me vesti e me equipei sobre o olhar atendo dele, não dizia nada mas sei que queria perguntar muito. -Vai sair? Vou - Vou ficar aqui sozinho? Até a pista tá liberada vai sim, fica a vontade, pode ligar a televisão e não mexa em nada, o lanche já chegou vem. -Obrigado Não precisa me agradecer, vai ter que ficar aqui até a pista se acalmar, depois pode ir embora. - É sempre fria assim. Sou mais quente do que possa imaginar.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR