Episódio 4

964 Palavras
Mauricio Narrando, Eu mesmo tinha vontade de matar meu irmão, só se mete em problemas e agora virou um viciado, eu realmente não estava creditando na merda que ele estava fazendo com a propria vida, eu cuido dele sou o melhor que eu posso e consigo mas eu confesso que estou cansado e me sinto um fracassado por não conseguir por ele na linha, eu estudo trabalho estou tentando mas tudo na minha costa é dificil, agora ele está aqui desesperado chorando me implorando ajuda já são mais de onze da noite e o prazo está acabando ele já deixou claro que aquela mulher vai matar ele, merda atrás de merda. - Irmão me ajuda por favor só dessa vez, eu me interno, mas não deixa ela me matar. - Eu não sabia o que fazer, não tinha dinheiro o que recebia era a conta de pagar o aluguel e os custos da casa e faculdade, eu fui até aquele lugar, vou ver se consigo pelo menos um acordo se não der certo eu não sei o que fazer, logo na entrada homens armados me encaravam e falavam em um rádio já prevejo que a conversa não vai ser fácil. - Ta perdido meu parceiro? Não, eu vim falar com a Dona, sou o Maurício irmão do Mauro, ela sabe quem é. - Todos sabem, seu irmão é um viciadinho de merda. - Eu queria responder, mas as armas em seu punho me fizeram calar, logo minha entrada foi liberada e um rapaz me acompanhava até uma casa e me levou em uma sala fechada, ela estava sentada mexendo no computador e com umas folhas na mão, é bonita, mas é má e assassina. - Que pontual, falta 5 minutos para acabar o prazo, pode descer Baré qualquer coisa eu te aciono. - O cara saiu e ela me mandou sentar, me olhava intrigada como se visse a minha alma. - Qual vai ser a forma de pagamento? Então, eu não tenho esse valor e nem metade dele, eu quero um acordo, eu nem sabia que meu irmão usava essas porcarias. - Você não pode me exigir um acordo, o prazo já foi dado e agora falta 2 minutos, seu irmão está em casa escondido. Ele não está em casa. - Eu sei bem aonde ele está, e digo mais tem gente minha em frente ao seu apartamento so esperando uma ligação minha. Ele disse que vai se internar, me dá um prazo, eu vou procurar outro emprego e ir pagando. - Seu irmão está me devendo a seis messes, eu não posso aumentar o prazo. Eu faço qualquer coisa, menos vender droga. - Fácil assim. Por favor, eu só tenho aquele i****a como família, eu não posso perder ele também. - Ela me olhou intrigada me analisou de cima a baixo e por fim deu um sorriso que fiquei com medo. - Levanta e tira a roupa. Hãm, pra quê? - Não disse que faria qualquer coisa? Sim, mas tenho que ficar pelado? - Sim, vou te analisar, se eu gostar vamos fazer um acordo. E que acordo seria esse que precisa ser pelado? - Se eu gostar do conteúdo, você vai ser meu sempre que eu quiser t*****r você vai ter que me fazer goz-ar, sendo assim a cada vinda aqui vou diminuir uma promissória, cada uma vai valer 500 reais. Vamos t*****r 60 vezes? - Não aguenta? Não é isso, isso não é um acordo muito justo. - Eu não vivo em uma vida justa, então estou no caminho certo, a decisão é sua é pegar ou largar, aqui estão as promissórias é só assinar. - Eu ainda tentei argumentar, mas ela sempre se sobressaia e me deixava sem argumentos, então eu assinei 60 promissórias de 500 reais cada, ela pegou meu número e ainda salvou como valvula de escape era muito abuso, ela disse que não era para contar ao seu irmão sobre o acordo ou ele voltaria a comprar, me deu um papel de uma clínica disse para falar que ela que indicou eu teria logo uma vaga, eu desci aquele morro sobre um olhar atento dos moradores, os caras me olhavam debochados e eu só queria sair dali, e quando entrei na avenida respirei fundo como se o arme faltasse, quando cheguei em casa meu irmão estava encolhido ao lado da geladeira ainda chorando e com medo, eu disse que ele iria se internar e quando o dia clareasse iriamos nessa clínica, ele foi dormi e eu não consegui pregar os olhos, ela é muito bonita, mas é covarde e eu não sei se vou conseguir saciar os desejos dela, minha cabeça estava para explodir m*l vi o dia clarear, ele acordou me deu bom dia já de banho tomado e disse que estava pronto para ir para clínica, eu tomei uma ducha e fui, de cara já falaram que não tinha vaga, então eu disse que foi a Dona que mandou eu ir lá e ai as coisas mudaram, a forma de me atender mudou e logo colocaram ele em um quarto, fizeram exames e vários médicos fizeram atender meu irmão, chegaram a me perguntar se eu era íntimo dela para ter uma indicação assim, eu não respondi nada e então não falaram mais nada, mas eu percebi que ela tem muita moral aqui, eu fiquei curioso mas não perguntei nada, ele ficou internado e viria visitar ele aos domingos, fui direto pra faculdade e no meio do caminho recebi uma mensagem dela. Dona - Te espero hoje as 22:00, e sem atrasos. Sem mais nenhuma informação curta e grossa e eu já nem sabia como enfrentar ela, não tinha mais volta era tudo ou nada. -------------------------- Ui que ela vai experimentar o leitinho fresco kkkkkkkkkkkkkk
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