O médico já havia me dado alta, e eu estava feliz por ir embora. Não via a hora de chegar em casa e começar minha nova vida. Porque eu nasci de novo. E estou grata pela minha vida e da minha filha que também nasceu de novo. Eu não queria desperdiçar nenhum minuto ou momento sequer. Christian acordou mais feliz, a tristeza em seus olhos havia sumido. Tomamos café da manhã juntos e ficamos conversando até Taylor trazer roupas para mim. Tomei um banho e me arrumei. Sair daquele hospital depois de tanto tempo não tinha preço para mim. Eu estava esbanjando felicidade.
Christian abriu a porta do carro para mim e eu entrei sorrindo. Não via a hora de chegar em casa e ver minha pequena. Christian não desgrudou de mim um só momento, não parava de me olhar e sorrir. Não demorou muito e estávamos já no escala. Christian saiu primeiro e abriu a porta para mim. Nós dois éramos só sorriso um para outro. Eu espero ter acalmado o coração dele.
-Bem vinda de volta Sra Grey. Ele diz com um enorme sorriso no rosto.
-Obrigada Sr Grey. Falo e ele segura a minha mão.
-Vamos subir, acho que uma pessoinha quer te ver. Ele diz.
-Acho que não só a mim, como a você também. Acredito que ela esteja com saudades de mim porque eu fiquei muito tempo fora, mas daqui a pouco você vai ver ela te chamar o tempo todo. Digo e ele me olha.
-Será? Ele questiona desconfiado.
-Sim. Você vai ver. Nossa filha te ama. Digo entrando no elevador.
Subimos em silêncio depois de Christian colocar o código. Chegamos no apto e entramos. Quando chegamos na sala. Um coro de boas vindas é dado. Meus pais e a família de Christian estão todos estão aqui. Sorrindo e alegres. A sala foi enfeitada com balões e faixas de boas vindas. Nunca me sentir tão amada. Abracei cada um deles e agradeci. Eliot como sempre o mais exagerado me abraça e me roda no ar. Sei que Christian morre de ciúmes do irmão. Não tem motivo e nunca dei motivo para isso, mas estamos falando do meu marido. Sempre foi muito ciumento e possessivo. Eliot me desce e olho para cara de Christian que não esboça nada, já sei que ouvirei algo dele.
Pego Phoebe no colo não parava de sorrir e bater palminha. Ela estava linda. Vestida em um vestido lilás. Sapatilhas pretas. E seus cabelos soltos em cachos lindos. Ela estava muito bonita. Dei vários beijos nela. Ficamos todos ali sentada e conversando até mais tarde. Ninguém se preocupou em ir trabalhar já que hoje ainda era quarta feira ainda. Almoçamos todos juntos e ainda ficamos conversando até o lanche da tarde. Phoebe brincou com Ava, as duas dormiram e nós ficamos ali conversando sobre tudo.
Quanto todos foram embora eu estava louca para descansar. Não estou reclamando da nossa família ter ficado aqui até tarde, mas eu já estava cansada. Queria tomar um banho e me deitar. Aproveitei que Phoebe tinha dormido novamente, e fui tomar um banho. Christian disse que tinha que resolver uma coisas do trabalho e então eu acabei dormindo. Coloquei Phoebe do meu lado e dormir um pouco.
Acordei e não vi Phoebe do meu lado. Ouvir uma música sendo tocada. Ms lento, prendo meus cabelos em um coque. Calço meus chinelos e saio do quarto. Chego na sala vejo Phoebe e Christian no piano e ele mostrando para ela como tocar piano. A cena é linda, pois ela presta atenção como gente grande. E ele está com maior paciência com ela. Fico aqui admirando os dois. Até que os olhos dele encontraram os meus.
-Apreciando a música Sra Grey? Ele me pergunta sorrindo. Ando até eles. Phoebe me ver e sorrir.
-Mama. Ebe. Mama. Ela diz me chamando com as mãozinhas levantadas. Eu a pego no colo e dou um selinho em Christian.
-Não só apreciando a música, como vocês dois. Digo olhando para ele.
-Phoebe mamãe gostou de ver a gente tocar. Christian diz. E Phoebe olha para ele sorrindo.
-Mama, papa, Ebe. Ela diz.
-Sim meu amor. Mamãe, papai e Ebe. Ela bate palminhas.
-Já está tarde? Pergunto.
-São quase nove. Porque? Ele me questiona.
-Você não está com fome? Porque eu estou. Falo
-Sim, estou. Hoje Gail não pode estar com a gente, só amanhã, mas podemos pedir comida em algum restaurante.
-Não, eu posso fazer. Eu ainda sei cozinhar. Digo com humor.
-E eu ainda me lembro que sua comida era e é a minha preferida.
-Então deixa eu ver o que tem para eu fazer para a gente comer. Digo passando Phoebe para ele.
Vou para cozinha enquanto eles voltam a tocar. Olho na geladeira e tem alguns legumes. Pego filé de peixe para fazer grelhado com legumes cozido no vapor. Fico ali cozinhando. Christian chega na cozinha com Phoebe no colo. Ele coloca ela sentada na bancada.
-Você está pensando em voltar a trabalhar? Ele me questiona.
-Sim. Em algum momento. Não por agora, pois quero ficar mais com Phoebe. Mas porque você pergunta?
-Não queria que você voltasse a trabalhar. Nossa filha precisa de você. Ele diz.
-Eu sei que precisa. Mas eu não pretendo ficar em casa sem fazer nada por muito tempo. Posso pedir a Eliot para me passar alguns projetos para eu desenhar, assim ficaria em casa e cuidaria de Phoebe. Digo e vejo sua cara de desgosto.
-Você sabe que eu não gosto dessa sua interação toda com meu irmão, não sabe? Ele questiona.
-Sei, mas eu nunca te dei motivos para desconfiar de mim com seu irmão ou qualquer outro. Eu e seu irmão somos somente amigos, quase irmãos. Então pare de besteira. Acho que você deveria agradecer a ele por ter me apresentado a você. Digo piscando para ele.
-Eu agradeço, mas o fato dele agir com você de uma forma nada normal, até na frente de Kate, me irrita. Ele não tem limites. Hoje mesmo. A forma que ele te abraçou. Te rodou no ar. Eu queria acabar com as gracinhas dele aquela hora. E se você for voltar a trabalhar com ele, eu acho que minha mente não vai fluir bem.
-E o que você quer que eu faça? Eu não trabalho na minha área desde quando fui embora. Eu não vejo outra saída para eu voltar a trabalhar. E além do mais eu não vou ficar com ele o tempo todo. Somente vou pegar alguns projetos com ele e trabalhar em casa.
-Ana, você tem ainda seu nome em Seattle. Sua carreira não acabou porque você foi embora. Acho que você pode conseguir as coisas por si só. Ele diz, e eu estou vendo que vou ter que abrir mão disso para viver bem com ele.
-Tudo bem. Vamos ver isso mais para frente. Eu não pretendo voltar agora. Então quando voltar eu vejo como farei para conquistar novos clientes. Digo.
-Eu não quero que você fique chateada comigo. Só que eu sempre tive ciúmes de você com meu irmão. Você sabe disso.
-Sei sim. Não só do seu irmão como metade do mundo. Mas eu não quero estragar a nossa noite. Vamos deixar isso pra lá. Digo voltando a minha atenção para o fogão.
Para mim só falta ele está mais ciumento do que o normal. Quero viver bem com ele e nossa filha. Brigas em nossas vidas não quero mais, nem que para isso eu tenha que abrir mão de algumas coisas.
O jantar ficou pronto e Christian com Phoebe no colo ajudou a colocar a mesa. Sentamos os três. Christian havia comprado uma cadeirinha para ela, para a mesma acompanhar a gente mesa. Começamos a comer, e Phoebe estava tomando um suco de laranja que eu fiz para ela.
-Eu sentia falta disso também. Ele diz.
-Da minha comida? Indago.
-Sim, da sua comida e da gente sentados comendo e conversando sobre tudo. Sorriu para ele.
Acabamos de comer e depois fomos para sala. Christian colocou em um canal de desenho que ele disse que Phoebe adora. Ela deita no peito dele e rir dos desenhos. Essa interação que eu buscava. Quem dera se ele tivesse aceitado a filha desde o começo, assim nossa vida seria bem melhor. Mas eu não quero lembrar disso. Eu disse a ele que esqueceria o passado e vou fazer de tudo para isso.
Phoebe adormeci no colo de Christian. Eu a pego e levo para seu quarto que fica do meu. Christian e Mia fizeram um ótimo trabalho. O quarto está lindo. A deito no berço e ligo a babá eletrônica. Saio do quarto e vou direto para o meu. Christian já está deitado na nossa cama. Deito no seu peito. Ele passa as mãos pelos meus cabelos.
-Eu sonhava todas as noites com você em nossa cama. Ele diz.
-Eu estou aqui. E não é sonho. Digo beijando o peito dele.
-Eu quero fazer amor com você. Você não sabe o quanto eu estou desejoso por você. Ele diz me virando e ficando por cima de mim.
-Não há nada que te impeça disso Sr Grey. Falo mordendo os lábios.
Ele me beija com vontade e desejo, muita lingua e muito molhado, parecia que a gente estávamos meses sem beijar, mas continuamos até o ar nos fazer falta. Eu comecei a pegar no m****o dele pelo lado de fora da calça. Eu já estava louca de t***o. Mais de dois anos se ele me tocar. Eu estava à mil, louca para ele me possuir logo. Tirei seu m****o pra fora e como já estava bem duro eu fui cessando o nosso beijo e fui descendo beijos por todo corpo dele, até chegar em seu m****o. Comecei a chupar, chupei forte, gostoso. Ele estava com saudades, e eu também. Enfiei tudo na boca, até chegar na minha garganta. Ouvia Christian urrar de prazer. Ele estava ofegante, delirando em nossa cama. Quando achei que ele iria gozar, ele me puxou para cima. - Eu quero está dentro de você. Ele diz já chupando meus s***s, chupou muito, como um bebê faminto pelo seu alimento. Ele cessou em meu s***s e foi beijando a minha boca, ele tirou a minha calça e começou a me chupar, minha i********e já está encharcada, me contorcia toda e ele chupava mais e apalpava meus s***s ao mesmo tempo. Ainda na mesma posição deitada, ele se levantou e colocou uma camisinha, eu ainda não disse a ele que estava protegida por um contraceptivo, mas não queria acabar com nosso clima ali. Deixei ele fazer do jeito dele. Ele começou entrar dentro de mim, seu m****o entrou fácil pois já estava encharcada. Ele começou a estocar forte, chupando e beijando a minha boca intercalando com meus s***s. A gente transou em quase todas as posições, sempre intensamente, nossos corpos transpirava muito, aquele cheiro de sexo no ar nos deixava ainda mais excitados, em cada posição que a gente ficava eu anunciava que iria gozar e gozava, num certo momento ele ficou de pé no chão, me colocou de quatro com um pé no chão e o joelho em cima da cama, eu fiquei abertinha, ele deu uma chupada bem longa na minha i********e e depois colocou seu m****o pra dentro de novo, estocava mais forte, e rápido. Eu já estava prestes a gozar de novo e parecia que ele também. Eu gemia muito, e quando eu disse que ia gozar de novo ele nao aguentou e gozamos juntos, feito dois animais.
Meu Deus, eu havia esquecido de como era esse homem na cama. Eu havia esquecido que meu marido fazia de mim uma louca na cama. Sem pudor, sem nada. Eu estava nas nuvens. E nossa noite rendeu muito. Ele estava insaciável, assim como eu.