A água ainda escorria pelos nossos corpos enquanto continuávamos nos explorando, sem pressa, sem limites. Amanda me puxava para mais perto, os lábios quentes contra os meus, o vapor do banho envolvendo tudo em uma névoa quase irreal. Meus dedos deslizavam por suas costas molhadas, sentindo cada curva, cada arrepio que eu causava nela. O vidro do boxe rangia levemente contra nossos movimentos, enquanto nossos corpos seguiam em um ritmo intenso, faminto. Ela sussurrava meu nome entre beijos e suspiros, suas unhas cravando-se levemente nos meus ombros, como se quisesse me prender ali, naquele momento, sem deixar que nada mais importasse. A sensação de estar com Amanda era diferente. Não era só desejo. Havia algo mais nela—algo cru, verdadeiro. Algo que eu não encontrava em mais ninguém. Dep

