O silêncio que se seguiu foi denso, pesado como a atmosfera carregada de desejo e confusão dentro daquele carro. Amanda permaneceu no meu colo por alguns segundos a mais, seus dedos deslizando suavemente pela minha nuca, enquanto nossos p****s subiam e desciam em um ritmo descompassado. A respiração dela ainda era quente contra minha pele, e eu podia sentir o perfume misturado ao suor, um aroma agridoce de algo proibido e irresistível. Ela encostou a testa na minha, fechando os olhos, como se quisesse gravar aquele momento em sua memória. Meus braços ainda estavam em torno de sua cintura, sem pressa para soltá-la. Ali, naquele espaço apertado, no interior abafado do carro, éramos apenas nós dois, sem segredos, sem passado, sem nada que nos impedisse de ser exatamente o que éramos naquele

