O carro cortava a cidade com velocidade, Amanda dirigia com uma concentração intensa, os dedos tamborilando levemente no volante enquanto seus olhos escaneavam a rua à frente. — Onde a gente encontra esse César? — perguntei, olhando para ela. — Segundo meus contatos, ele tem o hábito de almoçar em um restaurante no centro, um daqueles mais refinados, cheio de gente que se acha importante. — Amanda riu com desdém. — Eu já vi o cara antes, é metido a fodão, mas quando a coisa aperta, duvido que segure a pressão. Eu soltei um suspiro pesado. — Ele tem que saber pra quem passou esse pen drive. Se não souber, pelo menos pode nos dar uma pista. Amanda sorriu de canto, mantendo os olhos na estrada. — Henry, eu adoro essa sua cara de psicopata calculando os próximos passos. Eu ri baixo. —

