Eu respirei fundo e guardei o celular no bolso. Amanda tinha razão. Se alguém estava tentando me desestabilizar, eu não podia demonstrar que estava afetado. Mas, por dentro, minha mente fervilhava. Se César realmente sabia algo, ou pior, se ele tinha provas, eu precisava agir rápido. Ele era um jornalista, do tipo que não soltaria informações sem ter certeza absoluta. Isso significava que ele podia ter algo concreto contra mim. Amanda cruzou os braços, observando meu rosto com um sorriso malicioso. — Então, qual vai ser o plano, meu querido assassino favorito? — Primeiro, precisamos descobrir até onde vai o blefe dele. — Falei, ajustando a gravata. — Se ele só tem suspeitas, não pode fazer nada contra mim. Mas se ele realmente tem provas… — Vamos torcer pra não ter, né? — Amanda arque

