A gargalhada geral ainda ecoava pela sala quando o telefone de Amanda começou a tocar. Ela olhou para o visor e, imediatamente, sua expressão mudou. Seu sorriso divertido se desfez por um breve segundo, substituído por uma neutralidade calculada. — Um minuto, pessoal — disse, se levantando e atendendo. — Alô? Nós não demos muita atenção no começo, mas conforme Amanda se afastava, podíamos notar a tensão em sua postura. — Certo… — ela disse após alguns instantes de silêncio. — Entendido. Ela desligou e ficou parada por um momento, como se estivesse decidindo o que fazer. Respirou fundo e, quando se virou para nós, estava de volta ao seu jeito descontraído. — Más notícias — anunciou, colocando as mãos na cintura. Leila ergueu as sobrancelhas. — O quê? Amanda suspirou pesadamente, com

