[...] Arthur desejou que o mundo pudesse parar naquele instante e que ele vivesse aquele momento com Júlia pelo resto de sua vida. Ele tinha imaginado milhares de formas de como seria o primeiro beijo deles, e os infinitos sabores que poderia ter os lábios dela, também tinha pensado em quais seriam as reações dele para aquele momento e nenhuma delas eram suficientes boas para descrever o que ele estava sentindo naquele instante em que tinha ela em seus braços e seus lábios colados em um beijo, que para ele era maravilhosamente mágico. Ele que já tinha perdido as esperanças de ter qualquer tipo de relacionamento com a mulher, sentia-se como se fosse parte de um universo paralelo, que tudo aquilo poderia ser um sonho, mas o que o tornava ainda mais lindo e gostoso era saber que tudo era

