Catarina Abro lentamente meus olhos, a claridade provinda da cortina meia aberta me alerta. O dia já havia chegado, a manhã ilumina um pouco meu rosto, me fazendo gradualmente ir me esticando nessa cama grande. Tiro lentamente um pouco do lençol dos meus ombros, era horrível estar com tanto tecido em volta do meu corpo, mas não quis arriscar de Marco poder ver o que há embaixo dele... aquelas malditas marcas! — Marco? — sussurro, olhando por cima de meu ombro e notando que a cama ao meu lado está vazia. — Está no banheiro? — pergunto, mas não houve resposta, muito menos aquela sensação de sua presença quando está aqui! Tiro completamente o lençol do meu corpo e me ergo no colchão, olho de um lado ao outro e não vejo nenhum de seus pertences. Ele havia saído, e isso era estranho. Não

