THEO Passei o braço de Erik por cima de meu ombro e com um pouco de dificuldade o coloquei na cadeira de rodas, seria judiação fazê-lo andar todo o caminho machucado. _ Detesto a sensação de estar sendo um peso morto -resmungou ele. _ Na verdade, ainda bem que você está vivo -brinquei antes de começar a empurrar a cadeira. Ele deu uma risada fraca e tossiu quando o desconforto tomou conta de seu corpo. Ter que vê-lo sofrendo assim é torturante. A porta da entrada da casa abriu antes que eu precisasse chegar até as escadas e Nala saiu de lá toda animada por estar vendo o irmão novamente em casa, ela correu até nós dois e nos cumprimentou, primeiro Erik ganhou um beijo no topo de sua cabeça, depois eu. _ Você está bem melhor do que ontem -disse ela, percebendo o quanto o rosto do irmã

