O sofá de Hunter é surpreendente macio, porque quando acordo, ainda estou mais confortável do que nunca, com os pés para cima e babando um pouco. A cena é extremamente constrangedora, mas felizmente não há ninguém para presenciar. Esfrego os meus olhos enquanto sento, bocejando sem parar. Acho que já é bem tarde, mesmo que não tenha como conferir isso sem o celular. Levanto rapidamente e começo a andar pela casa o mais silenciosamente possível, com as memórias da noite anterior voltando com tudo. Eu realmente dormi na casa de Hunter? Ai meu Deus... Parte de mim quer simplesmente sair por aquela porta e dá o fora daqui logo, mas não quero andar essa distância do caramba até minha casa, principalmente se o sol estiver bem quente lá fora. Passo pelo quatro de Hunter e paro em frente a

