O vidro se quebra facilmente, espalhando-se ao redor dos meus dedos do pé O vidro se quebra facilmente, espalhando-se ao redor dos meus dedos do pé. Alguns cacos voam para trás do vaso sanitário, outros se escondem ao lado do tapete de borracha. Há estilhaços pelo chão inteiro. Mesmo de banho tomado, corro para o chuveiro e me encosto contra os azulejos frios. Mentalmente eu conto de um a dez, até que a porta se abre e, meio segundo depois, a cortina do box é puxada. Expondo um Henry de toalha pendendo sobre os quadris, cabelos ensopados e olhos arregalados. — O que você fez? — Ele dispara, entrando no pequeno espaço do banheiro e me girando para encontrar algum ferimento. Em outra ocasião, eu teria me sentido ridícula por tê-lo deixado paranoico desta forma, este não é o caso. Escapo d

