— Pensei que você estava sozinho! — Brianna me lança um olhar envergonhado. — Sua mãe pediu para te chamar. Faço uma careta. — Andrea não é minha mãe. — Andrew é o meu padrasto, mas eu o chamo de pai. — Ela dá um sorriso como quem se desculpa. Quando sorri, as covinhas herdadas de sua mãe surgem em suas bochechas coradas. Trinco os dentes para afastar a sensação de um choque percorrendo as minhas veias. Meus olhos deslizam sobre a loira baixinha e de olhos espertos, e imediatamente tenho vontade de abraçá-la. Meu rosto se transforma em confusão diante do pensamento. Não costumo querer abraçar outras pessoas. — Vamos logo então... — Henry não desfaz o nosso abraço. Ele me ergue alguns centímetros do chão para que possa se mover e me levar ao mesmo tempo. Brianna segue ao nosso lado, olh

