CAPÍTULO 9

1120 Palavras

Eu respirei fundo e empurrei a porta mais alta com a força da perna, porém, ela não se fechou, nem mesmo com toda força que eu empreguei com lateral da perna. -- d***a! -- Disse me agachando para usar as mãos para ver se conseguia fechá-la. Nada. Não consegui. Talvez houvesse algo emperrando. Eu abri a porta e contive um grito. Minhas coisas estavam reviradas: refil de sabonete, lenços, produtos de pele, cremes, todos derrubados pelas prateleiras dentro do armário. Mais parecia que um terremoto havia passado por ali. -- Mierra! -- Chamei do banheiro. -- Oi, me chamou? -- Ela abriu a porta. -- Acho que entraram na minha casa. -- Falei permanecendo agachada em frente aos meus produtos derrubados. Não havia me despido para o banho ainda. -- Por que acha isso? -- Meus produtos estão

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