O sol já estava mais alto quando me afastei do parque, sentindo que cada passo era acompanhado de pensamentos que se misturavam entre o que já vivi e o que ainda poderia vir. A brisa soprava suave, como se lembrasse que cada momento tem seu tempo e seu espaço.
Caminhei com Ethan ate a casa dele que tinha prometido preparar o almoço para nós. Peguei o celular para checar as mensagens e, como sempre, lá estava Murilo. Eu sabia que precisava falar com ele nossas conversas haviam se tornado um refúgio , mas também me sentia culpada por me permitir sentir algo por mais de uma pessoa ao mesmo tempo. O coração realmente não escolhe caminhos de forma lógica; ele apenas sente.
Respirei fundo e escrevi uma mensagem simples, tentando equilibrar sentimentos, coragem e cautela:
"Oi, Murilo. Hoje o dia começou diferente… fui ao parque e fiquei pensando na vida, no que a gente quer e no que a gente espera. Você já sentiu que precisa escolher, mas não consegue decidir?"
Cheguei à casa do Ethan, e ele me recebeu com um sorriso. Antes mesmo de perguntar, ofereceu-me uma toalha e uma de suas blusas, para que eu pudesse tomar banho enquanto ele começava a preparar o almoço. No banho, meus pensamentos voltaram para minha vida: faculdade, trabalho, amizades, esperanças e medos. Havia tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, e, no meio disso, o amor parecia sempre testar a paciência e a coragem da gente.
Quando saí do banho, enxugando-me, vi que havia recebido a resposta de Murilo:
"Oi, Eli. Sim, eu já senti isso… muitas vezes. É difícil escolher quando o coração insiste em querer todos os caminhos. Mas talvez a resposta esteja em ouvir mais a nossa intuição do que tentar controlar tudo."
Sorri sozinha, sentindo que, de alguma forma, ele entendia o que eu estava vivendo. Talvez não houvesse respostas certas ou caminhos claros. Talvez a beleza estivesse exatamente na confusão, na descoberta lenta e inesperada de quem somos e do que queremos.
Coloquei o celular na cabeceira da cama e segui para a cozinha, só para dar de cara com Ethan, agora sem camisa, concentrado nos ingredientes à sua frente enquanto cozinhava. Um sorriso involuntário se formou no meu rosto. Havia algo sobre aquela cena que fazia o coração bater mais rápido e o mundo parecer um pouco mais leve.
— Parece que o almoço está quase pronto — falei, tentando soar casual, mas sentindo meu peito acelerar.
Ethan me olhou de canto, um sorriso brincalhão surgindo nos lábios. — Quase, sim… Mas você pode me ajudar a experimentar se estiver afim.
Sorri de volta, sentindo aquela mistura de excitação e conforto. Entre confusões, escolhas e descobertas, momentos simples como este tinham o poder de trazer clareza ao coração.
— Acho que eu vou querer a sobremesa primeiro — falei, maliciosa, caminhando até ele.
Ele me segurou pela cintura, aproximando-me com um toque firme, e seus olhos encontraram os meus com intensidade. Por alguns segundos, ficamos ali, sentindo o calor do outro, o mundo ao redor desaparecendo.
Ethan se aproximou devagar, e nossos lábios se encontraram em um beijo que começou suave, explorando cada gesto, cada reação.Ele me colocou na bancada da cozinha, tirou minha blusa e foi me beijando, primeiro nos lábios, depois no pescoço, nos meios s***s onde demorou bastante, desceu para minha barriga e logo em seguida começou a me chupar lentamente. Joguei o corpo para trás sentindo todo o prazer que corria no meu corpo. Logo sentir seus dedos dentro de mim, me levando a loucura.
Depois me pegou no colo e me colocou na sua casa, tirou seu short e cueca. Fiquei de joelho e chupei ele deixando o mesmo a loucura. Ethan pegou a camisinha e colocou no seu m****o que já estava bem pronto esperando por mim, veio para cima de mim e me preencheu completamente. O tempo parecia desacelerar ao nosso redor, cada movimento reforçando a i********e entre nós, enquanto nos perdíamos naquele instante sem pressa, apenas aproveitando a presença um do outro ate que chegamos ao orgasmos.
Quando finalmente paramos, nossos corpos ainda se entrelaçavam, sentindo o calor e o ritmo acelerado da respiração. Um sorriso satisfeito surgiu nos nossos lábios, e eu senti aquela sensação boa de entrega, de prazer intenso, mas também de segurança e conexão. Com Ethan, tudo parecia fluir de forma natural: o desejo, o toque, e aquela mistura de intensidade e carinho que me fazia sentir viva.
Deitei encostada nele, sentindo o peito bater junto do meu, e por alguns instantes apenas aproveitamos o silêncio confortável que se seguiu. Era uma paz estranha e deliciosa, diferente de qualquer outro momento que eu já tivesse vivido. Me sentia desejada, mas também cuidada, como se cada gesto tivesse sido pensado para nos aproximar ainda mais.
— Você está bem? — murmurou Ethan, com a voz suave e cheia de cuidado.
— Sim… — respondi, sorrindo, sentindo que o calor do corpo dele ainda se espalhava pelo meu. — Me sinto… incrível. Com você, tudo parece mais fácil, mais intenso, mais real.
Depois de nos recompor, levantamo-nos e fomos nos arrumar para o almoço que ele havia preparado. Caminhar até a cozinha juntos, ainda com o corpo quente e os olhares carregados de cumplicidade, era quase tão prazeroso quanto o que acabávamos de viver. Eu sentia meu corpo leve, mas ao mesmo tempo ainda tomado pela lembrança de cada toque, cada beijo, cada momento de entrega.
Ethan abriu a geladeira, pegou algumas coisas e começou a preparar o que seria nosso almoço, enquanto eu o observava, rindo baixinho de pequenas brincadeiras que surgiam entre nós. Havia algo tão simples, tão cotidiano, mas que naquele momento parecia especial demais. Me sentia bem, confiante, e mais próxima dele do que jamais imaginara que poderia estar tão rápido.
Enquanto comíamos, a conversa fluía fácil, intercalando risos, pequenos olhares e gestos de carinho. A sensação de bem-estar que o sexo trouxe permanecia, como se tivéssemos compartilhado não só o corpo, mas também uma parte da nossa i********e que nos aproximava ainda mais. E, por um momento, não existia nada além da companhia um do outro e do prazer tranquilo que pairava entre nós.