Minha consciência me acusa por ter me permitido sentir tantas coisas com a proximidade a ele, por ter deitado em seu peito e toca-lo, por ter sentado em seu colo mesmo que da última coisa não tenha sido culpa minha. Mas a pior culpa, é ter gostado tanto. Caminhando de volta até minha casa eu paro, olho para o céu, fecho os olhos e respiro com mais facilidade estando longe dele. Me pergunto se o problema é ele, eu, ou os sentimentos novos que estou conhecendo e estou prendendo dentro de mim. Eu não posso sentir nada. Não posso. Puxo o ar até encher meus pulmões como se estivesse quase sufocando. Eu sinto pela primeira vez como se o pecado fizesse parte de mim, para meu terror. Por toda a minha vida eu não tive oportunidades de pecar dessa maneira, não conheci homens como ele. Em meu pr

