Capítulo Quarenta e Cinco.

1533 Palavras
Anahí parou em frente a Alfonso, ele sorriu e se levantou da cama a ajudando a fechar o vestido. Anahí: Tem certeza que é uma boa ideia? Alfonso: Sim. Vai ser bom sairmos um pouco. Anahí: Ainda não me sinto confortável, sei que é besteira minha, mas sair com seus amigos que consequente trabalham junto comigo, é estranho. Alfonso: Baby, todos praticamente já sabem que estamos juntos. Vamos a um barzinho, beber um pouco, conversar, depois a gente volta para cá e ficamos mais a vontade. Disse com um sorriso malicioso. Ela se virou e passou os braços pelo pescoço dele. Anahí: Por mim podíamos ficar só com a última opção. Deu um beijo no pescoço dele. Alfonso: Não me provoca, mulher. Não sou de ferro. Disse se afastando. Anahí: Você tira meu vestido, me joga nessa cama e me come com força como fez minutos atrás. Alfonso: Você quer me provocar e me enlouquecer. Eu vou fazer tudo isso quando a gente voltar. Você vai gostar. Todos gostam de você. A Mel, o Ucker, Maite. Estaremos todos entre amigos. Anahí: Não vai mudar de ideia, né. Vamos logo então. Alfonso sorriu satisfeito. Anahí ainda estava nervosa quando entraram no bar, de mãos dadas com Alfonso, ela sabia que estariam entre amigos, mas era para ela o mesmo de se assumirem para os amigos, por mais que todos ali já soubessem que eles já estavam juntos, ela não conseguia evitar de ficar nervosa, com aquele frio na barriga que ela nem sabia explicar ao certo. Com Alfonso era bem ao contrário, ele tinha um sorriso satisfeito e orgulhoso por estar daquela forma com Anahí, além de se sentir muito bem com o rumo que as coisas estavam tomando, era uma forma deles aproveitarem um pouco e principalmente, dela se distrair dos problemas em casa. Mel: Quanta demora! Disse assim que os dois se aproximaram da mesa onde ela, Ucker e Maite já estavam. Alfonso: A culpa não é minha. Alguém não queria vir. Disse fazendo Anahí ficar sem jeito. Maite: Não acredito que não queria beber com a gente. Fingiu indignação. Anahí: Não é isso. Disse ainda sem jeito. Mel: Não precisa ficar assim. Está tudo bem, estamos só mexendo com você. Sentem-se. Alfonso: Pensei que o Mane viria. Comentou. Ao se acomodarem na roda de amigos. Mel: Ele vai ficar com a Sophia hoje, pedi a mamãe e o papai, mas eles tinham um jantar com um casal de amigos, então o Mane se prontificou a ficar com ela. Alfonso: Entendi, uma pena não ter dado para ele vir. Mas foi por um bom motivo. Disse sem perceber Maite ficar um tanto sem jeito com o nome de Mane na conversa, mas Anahí percebeu e sorriu passando confiança a sua mais nova amiga. - O que vai querer? Perguntou a Anahí, assim que o garçom se aproximou da mesa. Anahí: Vou de chope também. Disse vendo que a maioria bebia isso, só Mel que não. Alfonso: Certo, um chope e uma coca então. Ucker: Não acredito que veio e não vai beber com a gente. Alfonso: Vai ficar para uma próxima, estou dirigindo. Belinda: Viu, Ucker? Deveria fazer o mesmo. Ucker: Anahí? A chamou a fazendo o encarar. - Não tem uma amiga para me apresentar não? Não aguento mais essas recaídas com a Belinda, ela fica se achando e querendo mandar em mim. Disse rindo e fazendo os outros rirem, mas para Anahí aquilo era novo, aquele jeito leve e descontraído de brincar, de falaram sobre seus antigos e recentes relacionamentos. Decidiu ser ela mesma e agir da mesma forma, com naturalidade. Anahí: Até tenho, uma doida igual a você, mas só te apresento se você for bom no que faz, porque ela é exigente. Belinda: Uollll! Será que ele aguenta? Brincou. Maite: Se ele não der conta, garanto que você dá. Belinda: Com certeza. Riram. A conversa fluiu com naturalidade, em seguida vieram as porções de batatas fritas, os petiscos. Ninguém estava bêbado, só relaxados pela bebida, Anahí se soltou, ria, conversava e brincava, Alfonso só sorria admirando o fato dela estar tão leve, tão feliz. A noite passou rápido, no fim Anahí nem queria vir embora, mas só em pensar que voltaria com Alfonso para o apartamento dele já despertava nela uma pressa em estar a sós com ele. O trajeto até o apartamento foi entre conversas com malícia, jogos de sedução, brincadeiras. Eles entraram entre risos e beijos, não demorou nada para o vestido de Anahí ir parar em algum lugar da sala, assim como a camisa de Alfonso. Anahí deu por si quando estavam no sofá com Alfonso por cima dela, tirando sua calcinha, ela virou o rosto e percebeu o celular no chão que vibrava, naquele momento resolveu ignorar a mãe, não atenderia. Antes mesmo que Alfonso pudesse beijar onde queria, ela o empurrou e os dois foram ao chão, e riram, ficando por cima ela tirou o cinto e a calça junto a cueca box. Anahí: Eu quero você dentro de mim logo. Primeiro me fode e depois faz o que quiser. Alfonso: Nem percebi que estava com pressa. Ironizou. Só deu tempo dela o levar para dentro de si e os dois gemerem com o contato. Ela procurou pela boca dele e enquanto o beijo durava, ela se movia em cima dele, com as mãos dele espalmadas em sua b***a, mas as vezes o toque era intercalado pelos m*****s dela, pelo corpo dela. Ela só parou o beijo para se mover como queria, dando toda a visão do corpo dela da cintura para mim se mover a Alfonso, ver os olhos azuis cheios de luxúria e t***o, era de enlouquecer Alfonso. Ele deixou que ela calvagasse no ritmo em que queria gozar, sabia que não demoraria, principalmente quando ela jogou a cabeça para trás, ele se sentou, fazendo sair um grito de prazer dela, por deixarem os dois ainda mais colados e atingindo um ponto de prazer dela que só ele sabia, ela cravou as unhas nos ombros dele e gemeu, Alfonso mordeu o pescoço dela ao sentir o quanto ela o apertava gostoso enquanto gozava. Ele a ajudou a se mover buscando o próprio orgasmos e quando isso aconteceu os dois desabaram no chão da sala, suados, relaxados e felizes. Anahí: Você ainda vai me deixar maluca. Disse buscando o fôlego. Alfonso: É recíproco. Os dois sorriram. Nem perceberam como, mas já estavam aos beijos novamente. - Quer ir para o quarto? Perguntou ao perceber que transariam de novo. Anahí: Não! Gosto do seu tapete. Ela sorriu sacana. Alfonso: Ótimo, minha vez de fazer o que quiser lembra? Ela assentiu esperando. Eles se perderam ali, entre toques, carícias, preliminares, até Alfonso a deixar de quatro e literalmente fode-la, porque naquele momento, com ele, ela sabia que o que sentia ia muito além de conexão, paixão ou t***o, sentindo arrepio a cada toque, e um orgasmo absurdo com ele, ela sabia que estava literalmente fodida, mas não se importava, só importava o presente, o agora. E o agora, ela o tinha ali dentro dela, a fazendo gozar e gemer como nunca, a fazendo se viciar nele, no sexo deles. E no fim após dez ligações não atendidas Tisha desistiu de ligar para Anahí. Angelique: Não conseguiu falar com ela? Perguntou vendo a mãe bufar no sofá. Tisha: Não, ela não me atende. Olha a hora. Angelique: Mãe, ela avisou que não dormiria em casa. Ela disse que iria sair com os amigos, a deixe viver um pouco. Pela primeira vez saiu em defesa da irmã, causando incredulidade em Tisha. Tisha: Isso não é viver, bares e festas, olha só o que aconteceu com você? Não vou deixar isso acontecer com a sua irmã também. Disse jogando o celular no sofá e se retirando da sala. Angelique suspirou e seguiu até o quarto. Tisha não esperava encontrar o marido ainda acordado, ele tinha escutado as duas na sala, mas não tocaria no assunto só se a esposa o fizesse. Tisha: Vê se liga para Anahí, quem sabe você ela atende. Disse com irritação. Henrique respirou fundo. Henrique: Não vou ligar, ela me disse onde estava, com quem estava e avisou que não voltaria. É de maior, vacinada, tem seu trabalho, então não, não irei incomodar, estragar a noite dela. Tisha: Já não basta o que aconteceu com a Angelique? Temos que ficar de olho na Anahí pra não aparecer grávida também. Isso não é hora dela estar na rua. Henrique: Anahí não é Angelique. Se aparecer grávida, tenho certeza que o pai vai assumir. E outra, ela não está fazendo nada de errado, só vivendo um pouco. Mas quando a Angel fazia isso você parecia não se importar. Agora por favor, vê se para de me encher, quero ir dormir. Disse sem paciência. Tisha bufou de raiva e entrou no banheiro, tomaria um banho e tentaria de novo. Só que Anahí já tinha sido carregada por Alfonso para o quarto, onde agora os dois dormiam de conchinha bem longe do celular dela que ficou jogado no chão da sala. Pelo visto, Tisha tentaria, mas não conseguiria interromper aquela bolha de felicidade de Anahí e Alfonso.
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