Capítulo Vinte e Oito

1583 Palavras
Os dois ficaram juntos por um bom tempo, comeram as pizzas entre conversas sobre família, amigos. Estavam se conhecendo e cada coisa que descobriam um do outro mais gostavam. Eles ainda transaram mais uma vez antes dele levá-la para casa, claro que se pudessem passariam a noite juntos, mas Anahí queria ir com calma e dormir fora não seria a melhor das opções já que teria que mentir para os pais. Ela garantiu que deixaria para outro dia e ele respeitou. Ele estacionou o carro duas casas antes da dela, a pedido de Anahí, ainda ficaram se beijando no carro antes dela sair. Ele ficou ali, a observando caminhar até entrar em casa, só depois de ver que ela tinha entrado é que deu partida no carro. Ainda era difícil de acreditar em tudo o que tinha acontecido, mas ela estava feliz, muito feliz. Claro que o pai estranhou quando Anahí mandou mensagem dizendo que tinha conseguido uma carona e que ele não precisava esperar-la na esquina, como era de costume, sabia que a filha era responsável, mas só se preocupava com quem ela pegava essa carona. Anahí: Pai, eu disse que o Senhor poderia dormir. Disse gentil. Henrique: Eu sei, querida, mas sabe que fico.oreocuoado de qualquer forma. Não gosto que tenha que chegar tão tarde ainda mais sozinha. Sei que veio de carona, mas mesmo assim me preocupo. Se justificou. Anahí sorriu. Claro que não gostava de mentir para o pai, mas queria primeiro preparar os pais antes de contar que estava saindo com alguém, isso sem contar que ela queria primeiro ter certeza se entre ela e Alfonso aconteceria muito mais do que algumas ficadas e sexo casual. Anahí: Não precisa se preocupar eu vim com uma amiga. Como foi o seu dia? E as coisas por aqui hoje? Perguntou se sentando ao lado do pai no sofá. Henrique: Normais, a mesma coisa de sempre. Sua irmã não querendo fazer nada, sempre no celular conversando com alguém. Sua mãe ajeitando as coisas e eu entendiado. Disse com sinceridade. Anahí: Pai, sabe que não pode trabalhar e nem fazer esforços. Sei que é difícil para o Senhor, mas pense na sua saúde. Henrique: Eu sei, querida. E eu só agradeço por ter me dado uma filha tão maravilhosa, é graças a você, ao seu salário que vou poder fazer aquele exame. Há meses tentando marcar, mas só pago e agora vou fazer graças a você. Anahí: Não me agradeça, pai. Eu amo o senhor e só quero te ver bem. Você me criou, cuidou é a minha vez de retribuir. Henrique puxou a filha para um abraço. Henrique: Eu também te amo, filha. Quando Anahí já estava para ir ao corredor e seguir para o quarto ouviu a voz do pai. - Você chegou aqui com um sorriso bobo e apaixonado, há tempos não te via assim e fico feliz que talvez tenha encontrado alguém que coloque esse sorriso de novo no seu rosto, quando quiser contar estarei aqui. Disse risonho ao ver a expressão da filha. Anahí: Pai...não.. é.. Henrique: Está tudo bem, filha. Eu te conheço demais, conheço desde que deu seu primeiro choro. Sei que estava acontecendo algo. Quando estiver pronta para contar, seu velho estará aqui. Ela se aproximou do pai e voltou a se sentar ao lado dele. Anahí: Não é que como se eu não quisesse contar, eu só queria ter certeza se as coisas vão evoluir. Henrique: Então tem alguém? Anahí: Sim, conheci uma pessoa, tem um tempinho. Ele mexe comigo de um jeito que eu ainda não sei como definir. Só que agora nós começamos a nós entender, sabe? Henrique assentiu ouvindo a filha. - Foi tão bom estar com ele. É recente ainda, mas parece que já nos conhecemos há anos. O que estou sentindo me assusta, não vou mentir, mas eu não consigo negar mais essa atração. Essa coisa que tem entre nós. Henrique: Um sentimentos quando é intenso demais pode assustar, isso é normal, mas o que de fato te impedia de contar que conheceu alguém? Eu só quero sua felicidade, assim como sua mãe. Anahí: Eu sei, mas confesso que tive receio por três motivos. O primeiro é que ele é mais velho do que eu, não sei como a mamãe vai reagir com isso. Henrique: Mais velho quanto? Anahí: Quase dez anos. Henrique: Não é tanto assim. Ele deve ter o que? 30 anos? Anahí assentiu. - Não vejo isso como problema. Sua mãe vai querer te ver feliz não importa a idade da pessoa com quem estiver. Anahí: Não é só isso, ele é o meu chefe. Confessou e Henrique ficou sério. - Eu tentei evitar, juro, pai. Mas não consegui, ele me deixa louca. Essa que é verdade. Ele acabou de sair de um relacionamento também por causa do está sentindo por mim, por isso estamos indo devagar, é tudo tão novo. Henrique: Filha, você vai ter que saber separar muito bem o pessoal do profissional. Mas acho que ele por ele ser mais velho deve ser o maduro o suficiente para lidar com isso, você eu nem preciso dizer sei como tem cabeça e confio na minha menina. Anahí sorriu. Anahí: Obrigada, pai. Henrique: Terceiro motivo acho que já sei, se ele é seu chefe dever ter boas condições e está com receio quanto ao comportamento da sua irmã. Anahí assentiu. - Filha, deixe as coisas acontecerem no seu tempo e se chegar a ser namoro mesmo, o traga para que possamos conhecer, e não se preocupe eu darei o jeito da sua irmã não estragar isso. Eu quero a sua felicidade e ele trouxe aquela Anahí leve, descontraída, uma que há muito tempo eu não via, se ele te faz bem, te faz feliz. Vocês tem meu total apoio. Anahí se emocionou, abraçou o pai. Anahí: Obrigada, pai. Eu sempre soube que poderia contar com o Senhor. Henrique: Claro que sinto ciúmes de dividir a minha menina com esse homem, mas se ele te faz feliz é o que importa pra mim. Anahí não poderia ficar mais feliz, além de ter dito uma noite incrível com Alfonso, não precisava esconder ou mentir para o pai sem contar que tinha o apoio dele. Mas sabia que talvez a mãe não reagisse dessa forma. Mas pensaria nisso quando fosse a hora. Quando o dia amanheceu e ela se preparou para mais um dia de trabalho, tinha uma Dulce muito irritada que queria muitos detalhes, mas Anahí m*l teve tempo para conversar direito com a amiga e sabia que Dulce não se contentaria com pouco. Ele entrou na empresa como sempre educada e gentil, a diferença era o brilho nós olhos, o sorriso bobo, parecia até que a pele estava brilhando. Para quem gostava dos comentários maldosos já dizia que ela tinha tido uma boa f**a. O estranho foi chegar no seu andar e perceber que Alfonso já estava lá. Anahí: Bom dia, Alfonso. Cumprimentou assim que entrou na sala dele, mas foi surpreendida ao ser puxada pela cintura e em seguida as bocas já estavam coladas. Anahí se entregou no beijo. Era bom demais se recebida daquela forma. Seu corpo já estava quente só com o beijo, imagine se ele resolvesse instiga-la para quem sabe uma preliminar. Alfonso: Agora sim, bom dia. Disse sorrindo ainda ofegante. Anahí: Uau! Que recepção. Se eu soubesse que seria sim, não tinha resistido por tanto tempo. Disse boba e ele acabou gargalhando. Alfonso: Viu o que estava perdendo? Perguntou safado. Anahí: Percebi ontem a noite. Disse o encarando com os olhos que demonstravam luxúria. Alfonso: Não me olha assim, deve estar toda dolorida. Eu não vou me controlar. Disse já sendo instigado pela ideia de tê-la outra vez. Anahí: Você chegou cedo. Será que não foi premeditado? Perguntou provocando. Alfonso: Queria passar mais tempo com você. Mas está me provocando para outra coisa. Tem certeza que não vou te machucar? Perguntou com receio. Anahí: Sua primeira reunião é só às 10h nesse horário você teria os relatórios da empresa daquele hotel, então temos bastante tempo. Você pode ir bem devagar, me sentindo aos poucos. Ele gemeu. Alfonso: Você vai me sentir te alargar e pulsar dentro de você tão devagar que vai implorar para que eu te coma depressa. Ela estava molhada só com aquilo, imagine quando ele realmente tirasse as roupas dela. Ele a colocou em mesa com pressa, trancou a porta e quando voltou até ela, os lábios grudaram de forma rápida e desesperada, as roupas saíram com a mesma facilidade da noite anterior. Anahí acabou por ficar deitada em cima da mesa e quando sentiu o p*u dele entrar bem devagar, do jeito que ele tinha falado, aos poucos, a preenchendo centímetro por centímetro era realmente uma tortura. Ele sorriu vitorioso com o gemido dela. Sabia o que ela queria. Anahí: Por favor... Pediu já torturada com aqueles movimentos lentos. - Eu preciso de você, bem fundo em mim. Voltou a se sentar o puxando pelo cabelo e o beijando. - Vai, Alfonso! Me fode! Ele perdeu todo o controle com ela implorando daquele jeito. Naquela sala só se ouvia os gemidos deles, o barulho do atrito dos corpos, respirações ofegantes. E quem passasse por ali não teria dúvidas que tinha alguém transando ali. Que eles torcessem para que ninguém mais os flagrassem naquela situação. Já que seria uma cena bem mais constrangedora que a outra. Mas eles não pareciam se importar com isso, não naquele momento.
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