Capítulo Vinte e Sete..

2282 Palavras
Anahí sentia o corpo oscilar na cama com as estocadas de Alfonso, os dois saíram do sofá para o tapete na sala e da sala para o quarto. Anahí já tinha perdido as contas de quantas vezes já tinha gozado naquela noite, seu corpo se contraía mais uma vez, o clímax chegando, se apertando em Alfonso, gemendo, soltou o nome dele quase como um grito quando chegou ao auge do prazer e não demorou muito para que Alfonso gozasse dentro dela, com o nome da sua secretária entre os lábios. Os dois tinham a respiração ofegante e o corpo mole, seja pelo orgasmo seja pela quantidade de vezes que já tinha feito. Corpo relaxado e cansado. Anahí: Acho que não consigo levantar dessa cama tão cedo. Disse o encarando. Ele sorriu. Alfonso: Então já era jantar fora né? Ele tinha feito reserva em um restaurante italiano, mas os dois partiram da conversa direto para sobremesa e agora estavam cansados e realizados demais para saírem. Anahí: A gente pode pedir uma pizza e ficar por aqui mesmo. Disse deitando no peito dele. Ele gostou da iniciativa dela. Gostava de tê-la em seus braços. Alfonso: Então vamos fazer assim. Deixa o jantar para outro dia. Ela assentiu. Por mais que os dois estivessem com fome o cansaço falou mais alto além do corpo estar totalmente relaxado, ficaram conversando até acabarem pegando no sono. E quando foi por volta das nove da noite Alfonso acordou primeiro sorriu ao ver Anahí abraçada a ele. Era uma sensação gostosa. O sexo tinha sido incrível, eles tinham uma conexão que não dava para negar, mas o fato dela estar ali, de dormir abraçada a ele, causou um sentimento que nem ele sabia explicar ao certo, mas ele gostava, aquilo era bom, trazia um calorzinho no coração que ele ainda não sabia definir o que era. Admirou cada curva do corpo dela, cada marca que deixou, ela era linda, mas não era só a beleza e o corpo bem definido que o encantava, era tudo. Ele colocou uma mecha do cabelo dela que estava no rosto e pós atrás da orelha, fez um carinho no rosto dela e em seguida deixou um beijo na bochecha, ela se mexeu um pouco resmungou alguma coisa, mas não despertou. Alfonso sorriu com aquilo, mesmo que fosse bobo parecia que tudo que ela fazia o encantava. Ele deixou a cama, quando ela acordasse estaria com fome assim como ele. Pediu as pizzas, ela tinha dito antes de cochilar que gostava de pizza de quatro queijos então pediu uma e a outro portuguesa. Depois seguiu para um banho. Foi com o barulho do chuveiro que Anahí despertou. Demorou alguns segundos até se situar onde estava e tudo o que tinha acontecido. Ela sorriu boba, ela pensava que o sexo seria bom, mas não imaginava que sentiria tudo o que sentiu, nem como estava realizada, Dulce tinha razão , ela tinha que aproveitar o que estava acontecendo entre eles sem medo. Sentou na cama e sentiu o incomodo, mas isso não diminuiu em nada a vontade que ainda tinha. Ela tinha sentado nele no sofá e como foi bom ver Alfonso gozar com ela, perder o controle como ela, no tapete foi a vez dele ficar por cima, mas as preliminares pareciam tortura quando o que ela mais queria era ter Alfonso dentro dela outra vez, a língua dele a chupando, a levando ao ápice, as lembranças a fazia se excitar, depois no quarto, ele tinha sido mais calmo, ela diria até mais romântico, como ela estava acostumada, mas ela queria mais, por isso praticamente implorou para que ele fosse mais forte, ela riu ao perceber como estava desesperada por aquilo. Ela não pensou muito quando se levantou da cama, nua, e seguiu para o banheiro. Viu o box embaçado pela água quente e a sombra do corpo dele. Se encarando no espelho ela mordeu o lábio inferior ao ver seu corpo marcado, os s***s, pescoço, b***o. Tudo demostrava que ela tinha sido bem comida. Bem fodida. E ela sorria com aquilo. Há tempos não se sentia tão bem, tão leve, tranquila. Por isso abriu a porta do box e entrou. Alfonso se virou com o barulho. Anahí: Quis vir tomar banho com você, fiz m*l? Perguntou. Alfonso: De jeito nenhum, muito pelo contrário fez muito bem. Ela sorriu, passou os braços pelo pescoço dele. Anahí: Você me marcou toda. Disse manhosa. - Vai dá trabalho para esconder. Alfonso: Você parecia gostar bastante quando elas foram feitas. Disse deslizando as mãos pelas costas dela e as vezes apertava em alguns pontos, como a cintura e a b***a dela. Anahí: Eu não reclamei delas, só disse que vou precisar esconder. Por que eu gostei bastante quando elas foram feitas. Disse com malícia. Alfonso: Safada! Anahí: Sincera! Ele riu. Se aproximando os dois trocaram um beijo calmo, as língua brincando. E eles ficaram assim. Entre carinhos, conversas e brincadeiras. Sem malícia , só aproveitando a companhia um do outro. Ele fez questão de "dar banho nela". Sorriu quando Anahí gemeu ao sentir os dedos dele na sua b****a, era só para ser um carinho, mas ela se excitou. Ele tirou antes que os dois não se controlassem, ela não gostou muito, mas Alfonso sabia que ela estava sensível tinham feito muitas vezes e algumas de forma brusca. Ele riu ao ver a frustração dela, mas deixaria para outra hora. Os dois se secaram e saíram do banheiro enrolados em toalhas. Quando já vestidos voltaram para sala. Ele com uma bermuda e ela com uma camisa dele. No sofá, ele sentado e ela sentado entre as pernas dele. Anahí sorriu ao ver as mãos dois dois entrelaçadas. Anahí: Eu quero perguntar uma coisa, mas estou com receio que isso acabe com o nosso clima. Disse sincera. Alfonso: Pode perguntar o que quiser. Se é algo que está incomodando deve ser sincera comigo. Anahí: Como vai ser no escritório? Eu não queria que as pessoas soubessem o que está acontecendo entre a gente. Alfonso: Por que não? Any, nós somos adultos, maiores e vacinados, somos solteiros e não devemos satisfações a ninguém da nossa vida pessoal. Ela inclinou um pouco o corpo para o encarar. Anahí: Eu sei e concordo, mas não queria que soubessem por agora, ainda estamos nos conhecendo e saindo juntos. Nada de concreto sobre o futuro, então não gostaria que soubessem ainda. Até termos certeza sobre o que é isso que estamos tendo. Alfonso: Olha, se não quer que ninguém saiba por agora, por mim tudo bem. Entendo seus motivos, mas não vai dá para esconder dos meus amigos mais íntimos. Como o Ucker, a minha irmã, a Mai. Eles me conhecem há anos logo vão saber que está acontecendo alguma coisa. Anahí: Tudo bem, eles não tem problema. Eu só não quero ser o motivo de fofoca. Alfonso: Eu sei que seu receio se chama Perla. Que ela às vezes fala e faz coisas muito contraditórias, mas não quero que se preocupe com isso. Anahí: É verdade que a traiu? Perguntou sem se conter. Ele respirou fundo. Alfonso: É sim. Mas não planejei e hoje me arrependo muito, porque eu percebi que ela foi a que mais sofreu nisso tudo. Anahí: É que ela sempre fica falando nisso, vai me desculpar, mas as vezes parece que ela se faz de vítima sempre, porque toda hora tem que ficar falando para Deus e o mundo que você a traiu. Alfonso: Eu a magoei muito. Disse pensativo. Anahí: Sim, como qualquer traição magoaria, mas ela vive sempre tocando no mesmo assunto, falando para todas as pessoas, expondo o relacionamento de vocês que já foi, já acabou é hora de seguir em frente, como você fez, como a Cláudia está fazendo, e não ficar falando de uma coisa que a magoou, porque se doeu tanto, porque ela insiste em falar? É como se ela não quisesse superar. Sério, eu não consigo entender aquela mulher. Ele não tinha pensado daquela forma. Alfonso: Dever ser porque ela não superou. Ou o nosso namoro machucou muito mais do que posso imaginar. Anahí: Ou deve ser porque ela ainda gosta de você e nutre esperanças de voltar. Alfonso: Isso não vai acontecer. Eu era muito imaturo, Any. Imprudente até, fazia coisas e não pensava em como aquilo afetaria as pessoas. Anahí: Mas você amadureceu. Se não tivesse amadurecido teria dado em cima de mim ou traído a Cláudia. Alfonso: Sim, eu não gosto de pensar que no fundo eu acabei magoando a Cláudia de qualquer forma, mas com ela foi diferente, sabe? Eu aprendi muito e evoluí muito, como pessoa e como uma pessoa que está em um relacionamento. Anahí: Eu não sei o que é ser traída, nunca passei por isso, graças a Deus, por isso não cabe a mim julgar a Perla ou qualquer outra pessoa, mas se eu passasse por algo assim, eu não ficaria tocando no assunto com pessoas que eu não tenho i********e, eu acho que nem gostaria de falar, porque me lembraria e consequentemente me machucaria. Eu só iria querer esquecer e seguir em frente. Não sei, acho que por ver as coisas dessa forma que não consigo entender as atitudes da Perla. Mas é como dizem só quem passa é que sabe. Alfonso: Vamos deixar a Perla pra lá. Isso é passado. Pra mim um passado mais que superado. Ela assentiu. Anahí: Mas nem foi por isso que eu toquei no assunto, eu só queria pedir que a gente não misturasse as coisas quando estivermos no trabalho, pra mim já vai ser muito difícil estar perto de você e não te agarrar. Ele gargalhou - Então me ajude e não fique me provocando ou instigando. Alfonso: Eu não faço isso. Fingiu inocência. Ela apertou os olhos Anahí: É mesmo? E como acha que paramos na sua mesa naquele dia? Ele riu. Alfonso: Confesso, eu faço sim. Mas é que pra mim é muito difícil também não te agarrar o tempo todo, mas vou me controlar para ninguém mais flagrar nos dois em uma situação comprometedora. Anahí: Obrigada, é que se isso evoluir. Se chegar a ser um relacionamento sério, eu já vou ter muitos problemas em casa, então quero evitar mais confusões na minha vida. Disse honesta e ele franziu o cenho. Alfonso: Por que seria um problema? Seu pai é muito ciumento? Anahí: Ele é sim, mas não implicaria com você. Ele tem ciúmes, mas a não de forma exagerada. O problema seria a minha irmã. Alfonso: Por que? Perguntou curioso e com receio também. Anahí: Como eu posso dizer sem ser muito vulgar o que vou dizer.. ela buscava as palavras certas. - A Angel tem muita ambição, não do jeito bom, do jeito r**m, daquele que quer subir na vida as custas de outras pessoas. Disse sem jeito. Alfonso: Ou seja, está procurando uma forma bonita de dizer que ela é interesseira? Pergunto achando até fofo o jeito dela colorir o jeito da irmã. Anahí assentiu. - Any, não sou ninguém para julgar e estou com você , eu gosto do seu jeito, do seu sorriso, da sua inteligência, do seu cheiro, do sexo com você. E não vai ser sua irmã que vai nos atrapalhar. Ela sentiu o coração disparar com ele falando aquilo a olhando nos olhos. Só queria deixar acontecer, mas ficava difícil não se iludir ou criar expectativas quando ele falava aquelas coisas. Anahí: Eu só não quero que isso interfira entre nós. Porque você tem uma boa condição financeira, não quero que pense que estou com você por isso, como ela estaria. Ou que todos da minha família são assim. Alfonso: Em nenhum momento eu pensei isso. Eu posso não te conhecer há muito tempo, mas conheço pessoas, Any. E você não é interesseira, se fosse estaria procurando dar o golpe em alguém e não estudando e trabalhando, se esforçando para se formar. Não teria nem respeitado meu antigo relacionamento, teria dado em cima de mim assim que percebesse que eu sentia algo por você. E quanto a sua irmã, se ela não mudar, um dia a vida ensina. Anahí: Obrigada. Ele não entendeu - Por confiar em mim. Alfonso: Não deveria me agradecer. Ou melhor deveria sim, mas de outro jeito. Disse sacana e ela riu. Se virou ficando de frente a ele, passou as pernas uma de cada lado e passou os braços pelo pescoço. Anahí: De que forma eu deveria agradecer então? Disse sugestiva e Alfonso não foi gentil ao puxa-la pela nuca e esmagar seus lábios com os delas, o beijo ganhou ritmo, as mãos dele apertando a b***a dela, não demorou para as intimidades estivessem sendo esfregadas, o que impedia o contato pele a pele era a bermuda dele, mas os dois se separaram pelo barulho da campainha. Alfonso: Merda! Deve ser o entregador. Eles tinham até esquecido da pizza. E Alfonso já tinha avisado na portaria que quando chegasse o entregador poderia subir direto. - Não posso atender assim. Anahí viu a ereção dele formada. Anahí: Deixa que eu vou! Disse sorrindo. Mas Alfonso negou. - Por que? Alfonso: Não vai atender assim! Disse a olhando de cima a baixo e ela percebeu que só estava com a camisa dele. Anahí: Ciúmes? Alfonso: Não quero que olhem o que é meu. Disse se levantando. Ela riu negando com a cabeça. - Eu vou me acalmar e atender. Você fica aí bonitinha me esperando. Ela riu. Anahí: Tudo bem, mas não demora tá. Estou toda molhada. Disse para provocar. Alfonso: Merda! Disse saindo da sala. E Anahí gargalhou. Sem dúvidas o clima estava ótimo, que permanecesse assim por um bom tempo.
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