Capítulo Vinte e Seis.

2092 Palavras
Anahí não negaria que estava nervosa , não sabia como encarar ou tocar no assunto, ela m*l dormiu pensando em como seria essa conversa com Alfonso, aliás quando o assunto era o seu chefe ela se esquecia de tudo e sentia uma necessidade desesperadora de estar nos braços dele. Era uma mistura de sentimentos que ela ainda não conseguia definir exatamente. Quando chegou ao trabalho se manteve o mais profissional possível, porém quando Alfonso sorria daquele jeito, fazia o coração dela disparar, simplesmente não conseguia resistir e às vezes retribuía o sorriso. Pensou em tudo que sua melhor amiga havia lhe dito, todas as palavras vinham a sua mente. Ela podia se permitir, podia se deixar levar. Na verdade, nem ela sabia se seria capaz de resistir por muito mais tempo. O que era bem diferente do que acontecia com Alfonso. Estava animado, pode-se dizer até empolgado. Ele não se sentia assim fazia um tempo, o flerte, as conversas, aquele início. Ele também não poderia definir o que era aquilo que os dois tinham, mas era diferente, ele queria aquilo. E quando queria, conseguia. Não que Anahí fosse uma mulher na qual ele só quisesse t*****r, ele gostava de estar com ela, da companhia, das conversas, eles tinham uma afinidade que até então ele nunca tiveram com uma parceira s****l. Desde de jovem o controle não era algo que ele conseguisse dominar. Sua primeira namorada, foi Sarah, uma colega de sua classe, ficaram juntos por sete meses, coisa de adolescente, aquelas descobertas, tanto que decidiram perder a virgindade um com o outro. Depois veio Flávia com quem namorou um ano, os dois eram mais amigos do que namorados o que acabou contribuindo um pouco para que ele a traísse com uma colega do curso. Na faculdade conheceu Perla, teve encanto, ele gostava dela e era correspondido, namoraram por quase três anos, mas de tão bom foi o começo logo desandou também, o primeiro ano de namoro foi como a maioria, muita paixão, encantamento, mas depois veio os ciúmes, Perla se demonstrava uma namorada controladora e Alfonso não fazia questão de amenizar ou conversar sobre as inseguranças que a namorada tinha. Novo, imaturo, ele simplesmente não percebeu como a traição com Diana magoou sua então ex namorada. Não foi planejado, só tinha acontecido, mas isso não tirava sua culpa. Hoje ele percebia, foi dando um tempo nos relacionamentos até conhecer Cláudia. Mais maduro, centrado e certo do que queria. O namoro veio fácil, eles se davam bem. Ele realmente gostava muito dela, a amava de certa forma. Tiveram bons momentos, as vezes brigavam, mas se entendiam, fora longo e duradouro. Principalmente saudável. Sem traições, mentiras. Ele realmente pensou que ela se tornaria sua esposa. Mas apareceu Anahí, que bagunçou sua cabeça que o fez sentir sensações desconhecidas, não queria terminar com Cláudia por causa do que nem sabia que sentia por Anahí, não queria trocar o certo pelo duvidoso, mas foi conversando com a irmã que percebeu o quanto estava magoando Cláudia e não queria isso a ela. De longe foi uma das mulheres que mais o fez bem que mais amou. E não que o fim do relacionamento não tivesse doendo, ele só não sentia mais o mesmo por ela. Ele realmente queria ir devagar com Anahí, conhecê-la melhor, saber se aquilo entre eles pudesse ser mais que uma atração s****l. Não queria magoa-la como Perla havia lhe dito. Ele nunca chegou a pensar nas consequências de sua imaturidade, não até ali. E sim, se arrependia, mas não poderia viver de passado. Ele só não poderia mais repetir os mesmos erros. Ambos com a mente cheia nem se deram conta de como o dia passou rápido. Alfonso se ajeitava para sair quando já estava pronto e saiu de sua sala, viu que Anahí também arrumava sua bolsa. Alfonso: Pronta? Perguntou com certa ansiedade. Anahí: Sim. Os dois saíram juntos da empresa sem falarem nada. Ela nervosa demais para abordar um assunto e ele perdido sem saber o que a deixava tão desconfortável ao lado dele. No carro, ele perguntou. Alfonso: O que prefere conversarmos primeiro ou fazer algo antes? Ir a algum lugar? Anahí: Não sei. Alfonso: Anahí, foi você quem sugeriu isso e parece tão indecisa se quer mesmo. Não sei o que fazer. Se você voltou atrás, tudo bem, não vou te pressionar eu te deixo em casa ou na faculdade. Disse com sinceridade. Anahí: Não estou arrependida, só não sei como agir, o que parece ridículo para mim. Mas podemos começar indo a um lugar onde possamos ter privacidade para conversar. Alfonso: Podemos ir ao meu apartamento, conversamos e depois podemos jantar. Fiz uma reserva em um restaurante. Anahí: Façamos assim então. Ele assentiu. No caminho o clima antes desconfortável foi amenizado com conversas sobre coisas aleatórias dos dois. Entraram no prédio onde ele morava, bem localizado e de alto padrão. As diferenças entre eles se evidenciando. Alfonso: Mi casa, su casa. Brincou abrindo a porta. Ela sorriu. Anahí: Não deveria dar tanta liberdade assim, depois vou acabar ficando m*l acostumada. Brincou o fazendo sorrindo. Alfonso: Quero te deixar m*l acostumada então. Quer beber alguma coisa? Perguntou quando os dois já estavam na sala. Anahí negou, por educação. Ele negou sorrindo. Ela reparou no apartamento dele, era espaçoso, bem decorado. Tinha um bela vista da cidade. E aquele sofá era tão confortável que ela queria deitar ali e não sair tão cedo. Ele voltou com duas taças e uma garrafa de vinho. Alfonso: Sei que disse que não queria nada, mas uma taça de vinho não vai te fazer m*l, aliás vai até relaxar um pouco. Anahí: Obrigada. Não conhecia esse seu lado anfitrião. Brincou. Alfonso: Tenho muitos lados e quero te mostrar todos, se você me permitir. Anahí: Você não perde uma oportunidade né. Alfonso: Não. Por que está me evitando tanto? Confesso que no início, eu entendia que tinha uma namorada e deveria frear o jeito como você me bagunçava, eu também não achava legal me envolver com alguém tão mais jovem do que eu. Anahí ergueu as sobrancelhas. Isso era novo. Anahí: Ah, qual é! Nem é tanta diferença assim. E sou muito madura para idade que tenho. Alfonso: Eu sei, percebi isso aos poucos. Mas estamos em fase diferentes da vida e meu receio é de como isso atrapalharia lá na frente. Anahí: Então quer algo a longo prazo? Alfonso: É claro, Anahí. Achou o quê? Que queria t*****r e cair fora? Eu quero conhecer você, descobrir isso que rola entre a gente. Ela sorriu boba. Anahí: Na verdade, pensei isso sim. E me chame de Any. Já que estamos mais íntimos. Alfonso: Então, Any, o que te faz negar tanto o que quer ? Anahí: Medo. Disse sincera. - Medo de me machucar, medo disso me quebrar,eu nunca senti isso, Alfonso. Quando estou perto de você tudo muda, quando a gente se beijou eu perdi totalmente o controle estava pronta para t*****r com você ali mesmo se possível e isso me assusta. Esse desejo desenfreado, essa necessidade. Parece tão insano. Alfonso: Se for assim iremos nos quebrar juntos. Porque não é só com você. Eu juro que não tinha a pretensão que acontecesse nada entre a gente no dia que te deixei em casa, mas você mexe comigo, garota. Eu só quero me permitir sentir isso. Já que nunca senti com ninguém. Anahí: Também não. Alfonso: E então, você quer? Anahí: Quero. E não quero perder mais tempo. Mesmo sem saber aonde isso vai nos levar. Alfonso: Eu também não sei, Any, e nem sei exatamente como dar um nome a isso, eu só quero me permitir e você? Anahí: Eu acho que tem razão, vamos só deixar as coisas acontecerem. Alfonso: O que você quer nesse exato momento então? Anahí: Quero que me beije. Não foi preciso de muito para que eles largarssem as taças de vinho em cima da mesa de centro e se aproximarem. O beijo aconteceu da mesma forma que eles chegaram até ali. No início, lento, devagar, até ir se aprofundado. Ele a puxou para o seu colo. Agora não tinha volta. Ela deixaria acontecer sem se refrear. As mãos dele passeavam pelo corpo dela, uma em sua nuca segurando de leve o cabelo e a outra apertando o quadril. Os corpos já se buscavam por si só. Anahí gemia a cada sensação dos beijos dele pelo seu corpo. Ele distribuía beijos pelo pescoço até chegar aos s***s, ela gemeu com ansiedade pelo contato da língua dele com os s***s dela. A blusa que usava saiu do corpo com pressa jogada em qualquer lugar da sala. Ela mesma soltou o sutiã. Alfonso: Tem certeza? Perguntou querendo ter certeza se ela queria aquilo mesmo. Anahí: Tenho. Quero que me faça sua hoje. Disse firme. Ela não só queria, como precisava. Ele beijou os s***s assim que ela se livrou do sutiã. Puxou o mamilo entre os lábios, a pressão que ele fazia da língua com seus s***s era gostoso e despertador, a fazia querer mais. A camisa dele foi a outra peça jogada. O cinto. A calça dela. Agora que ela estava só de calcinha. O corpo estava muito mais quente e marcado. Alfonso: Quarto. Disse já pronto para levá-la ao quarto. Anahí fez força para mostrar o que queria, pressionando o corpo dela no dele, ele cedeu ao ser deitado no sofá. Anahí: Depois. Quero você agora. Dava para sentir a excitação dos dois. Ela molhada demais e ele duro. Alfonso: Você me deixa louco. Ela tirou a calça dele junto com a cueca. Sorriu ao ver o p*u ereto dele. Sorriu maliciosa. Desceu os beijos pelo abdômen até chegar na virilha, ali ela intercalou entre lambidas, beijos e até umas moedinhas, o deixando ainda mais e******o. Anahí: Quero sentir você. Com uma das mãos segurou a base enquanto o lambia, beijando da base até chegar a cabeça. Sentir a língua quente dela no seu p*u o estava deixando fora de si, a boca quente o envolvendo o fazendo gemer e o t***o que ele sentia naquele momento só o fazia querer mais e gemer mais. Totalmente entregue e rendido a aquela mulher. Não era como se fosse o primeiro boquete recebia, mas Anahí sabia como usar suas mãos e sua língua e aquilo estava sendo torturante. Era gostoso demais. A sentia o chupar com vontade, indo e vindo, as vezes o levando a garganta. Alfonso: p***a! Disse com as mãos no cabelos dela. O quadril dele já se mexia de acordo com o t***o que estava sentindo e com o orgasmo chegando. - Eu.. vou...gozar... Disse ofegante. Ela não se importou, continuou até sentir o gosto dele em sua boca. Anahí sorriu satisfeita ao ver Alfonso com testa suada, rosto corado por ter acabado de gozar, corpo totalmente relaxado. Anahí: Você tem um gosto delicioso. Ele a encarou. Alfonso: Você me torturou com essa boquinha, mas foi bom demais f***r sua boca gostosa. Ele a puxou pela nuca e esmagando os seus lábios com os dela, não parecia que ele tinha acabado de gozar na boca dela, porque já estava duro e querendo se enterrar dentro dela, já podia imaginar como ela deveria ser apertada e quente. Anahí poderia ter se assustado com o tapa na b***a que recebeu, mas ao contrário, ela gostou. Ficou mais excitada. Sexo com seus ex sempre fora calmo e apaixonado, poucas vezes era mais intenso e ter isso com Alfonso, a fazia gostar ainda mais. Ela sempre fez amor, agora ela queria f***r. Por isso não se importou quando ele a guiou pela b***a esfregando suas intimidades. Alfonso: Diz o que você quer? Disse vendo como ela se movia lentamente nele. Anahí: Quero.sentar.em.você. Pediu com t***o. Ele sorriu safado. Ela só sentiu o impacto da calcinha sendo puxada e rasgada. Alfonso: Vai. Senta! Disse autoritário. Anahí não pensou duas vezes em obedecer. Sentou nele. - Aí, c*****o! Anahí: Nossa! Disseram praticamente juntos quando já estavam encaixados. Alfonso: Merda! Praguejou ainda sem se mexerem. Anahí: O que foi? Alfonso: Camisinha. Estou sem camisinha. Ele disse sem nem saber se seria capaz de parar agora. Anahí: Eu tomo pílula e estou com exames em dia. E você? Alfonso: Também. Você tem certeza? Eu posso sair e... Anahí: Não vai sair daqui. Ele sorriu. Alfonso: Você manda. Anahí: Posso? Perguntou mordendo o lábio inferior. Ele assentiu. - Ainda bem, isso já estava sendo tortura demais. Disse começando a se mover. Saindo e entrando, fazendo os dois gemerem alto. Aquilo ainda duraria um bom tempo....
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