Capítulo 67 — O Labirinto do Predador

1882 Palavras

(POV DE JÚLIA MONTSERRAT) Eu ainda estava entorpecida. O meu corpo inteiro formigava, os nervos ainda em curto-circuito pelos amassos pesados e pelo toque de Dante. Antes de cruzar a porta com a arma em mãos, ele parou. Os olhos verdes queimavam. Dante se inclinou e prensou a boca na minha em um selinho rápido, desesperado e possessivo. — Tranque a porta — ele rosnou, sumindo no corredor em seguida. Assim que a porta fechou, girei a trava de metal blindada. Fiquei ali, escorada contra a madeira pesada, o peito subindo e descendo descontrolado. A minha pele ainda queimava onde as mãos gigantes dele tinham me apertado. Mas, aos poucos, o calor do toque de Dante começou a esfriar na minha pele. O suor na minha nuca gelou. Juno arranhou o meu peito de forma agressiva. Um alerta primit

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