ISA Eu estava apenas vagamente ciente de Rafael embarcando no iate, de seu profundo comando para que seus homens desocupassem e nos deixassem em privacidade. Minhas costas colidiram com algo macio quando ele me tirou de seu ombro e me deixou cair, o salto ameaçando me tirar do vazio pacífico para o qual eu tinha recuado. Fazia tanto tempo desde que eu tinha ido lá, tanto tempo desde que eu tentei abraçar a trégua que ele oferecia. Rafe me fez sentir demais. Ele me fez querer coisas que eu não tinha o direito de desejar, o refúgio seguro em minha mente se tornou nada além de uma memória. Até a percepção de que nada que eu acreditava era verdade mais uma vez. Até que a necessidade de retribuição queimou dentro de mim, impossível e inatingível diante do poder que era Rafael Ibarra. Homens

