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2504 Palavras

RAFAEL Tirei o cabelo do pescoço de Isa, olhando para o nome que gravei em sua pele. Ela inclinou a cabeça para o lado, suave e complacente enquanto eu corria o pano sobre as feridas e limpava o sangue. O gosto dela na minha língua, do sangue que corria em suas veias, me atormentava. Eu brevemente me perguntei se minha obsessão por ela iria se resolver. Se chegasse um momento em que eu estivesse apenas contente em tê-la em meus braços e não sentisse a necessidade de possuir todos os pensamentos e sonhos dela. Se eu não precisasse consumir seus pesadelos e torná-los parte de mim. — Eu não sabia. — murmurei, observando seu reflexo enquanto seu corpo se contorcia em meu aperto. A lembrança do que ela viu como uma grande traição imediatamente tencionou o corpo que estava relaxado após a on

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