Mudanças...

974 Palavras
Violet Faguncci uma menina criada com muita proteção pelo pai, era a filha única tinha um império para comandar, só que seu sonho mesmo era viver em paz, viu a oportunidade surgir quando seu pai foi viajar, então deixou toda a sua vida para trás, foi para a Turquia iria começar do zero, faria tudo continuaria seus estudos, queria trabalhar mais com um pai tão protetor não tivera a oportunidade, desembarcou na cidade, com suas economias arrumou um apartamento, iria em busca de algo que pudesse se manter. Esperou mais um tempo pela oportunidade, suas economias durariam tres meses para se manter com tudo. Uma boa garota, com seus 16 anos, muito responsável em tudo, prestes a completar 17 anos, encontrou a empresa Kirimli, havia falado com senhor Nedim, iria fazer a entrevista, como estava cursando segundo semestre da faculdade de engenharia empresarial e econômicas, Nedim havia ficado facinado com o curriculum da moça, mais tinha medo pelo fato que Yusuf havia se fechado e se tornado um homem agora com 31 anos, se passou um ano após a morte da sua doce esposa, estava de cabelo em pé com o filho e isso o endureceu. Violet que não estava acostumada com grosserias iria sofrer um pouco nas mãos de seu chefe. Seu jeito doce, sua feição angelical seria capaz de mudar Yusuf? Henry que ja engatinhava fazia Yusuf rir ao mesmo tempo que chorar, cada dia que passava Henry estava mais esperto, tirando o sono do seu pai, que jurava estar ficando louco. –Meu filho se você não comer, papai também não come! —Exclamou exasperado, Henry fazia birra toda vez para comer. –Precisamos achar uma babá para ficar com ele Yusuf. —Ester que tentava ajudar fez seu primo levantar em um rompante, assustando ela e Henry. –Não quero mulher nenhuma perto do meu filho, muito menos de mim, não vou mudar de ideia Ester ESQUECE. —Saiu batendo o pé indo para a empresa, Ester conseguiu fazer o menino que mais teimoso como pai comer. Suspirou, tem que haver alguma mulher que mude meu primo e cuide de você como filho querido, eu acredito que por ai tenha uma que fará seu pai mudar querido. Acariciou os cabelos do pequeno o levando para ficar com Neslihan. Luna e Nedim acabaram saindo da mansão e como Seher e Yamam foram para fora de todo o barulho da cidade, então naquela grande casa eram, Ester, Yusuf, Henry, Adalet, Cenger e Neslihan. Na sala da presidencia Nedim mostrava o curriculum de Violet a Yusuf, que deixou ele fazer a entrevista, não estava com cabeça para ver alguma mulher em sua frente agora, que como todas as outras se jogariam para ele. Nedim que meio contra a gosto fez a entrevista com a doce Violet, gostou muito da menina, seu jeito doce lembrava um pouco sua Luna e tambem a Klara, a menina de fato era linda, com seus olhos azuis que acompanhava uma feição angelical, de um espirito leve ele resolveu dar uma chance a menina. –Não ira se arrepender sr. Nedim. –Acredito que não srta. Violet. Ela estava tão feliz que não viu assim que ela ia sair e abrir a porta a mesma abriu batendo diretamente em seu rosto com certa força, fazendo a mocinha cair de b***a no chão, Nedim mesmo achando errado riu e correu ajudar a nova secretaria empresarial. Yusuf que olhou para a menina seu rosto logo ficou em uma feição dura. Levantou a garota com certa violencia, olhos azuis olhavam na imensidão escura dos olhos negros, logo ela ruborizou, Yusuf olhava para aquela garota que se mexeu em seu aperto. Violet que não entendia aquilo tudo, olhou para Nedim que veio até eles. –Esta bem srta. Violet? — Ela apenas olhou para Nedim dizendo que sim, Yusuf a soltou e ela saiu praticamente correndo pela porta, estava morta de vergonha pelo ocorrido, de cabeça baixa ela saiu da empresa, quem era aquele homem? Olhou para seus braços e lembrou da certa violencia da qual foi levantada, ruborizou outra vez. Nedim andava de um lado a outro, estava agitado a maneira da qual Yusuf andava tratando seus funcionários estava errado, ele havia realmente se fechado em sua concha e tratava todos com certa frieza, mais viu que a menina balançou o Yusuf, mais estava em seu modo ogro para admitir. O destino deve estar nos olhando Com aquela cara de quem diz Eu tentei juntar vocês dois O destino deve estar nos olhando Decepcionado Que pena, que pena Que a gente estragou tudo Porque pensamos tanto em ser perfeitos E os perfeitos não sabem amar A gente estragou tudo Por apontarmos tanto os nossos erros Os erros vão sempre estar aqui O destino deve estar nos olhando Com aquela cara de quem diz Eu tentei juntar vocês dois O destino deve estar nos olhando Decepcionado Que pena, que pena O destino deve estar nos olhando Com aquela cara de quem diz Eu tentei juntar vocês dois O destino deve estar nos olhando Decepcionado Que pena, que pena Que a gente estragou tudo Porque pensamos tanto em ser perfeitos E os perfeitos não sabem amar A gente estragou tudo Por apontarmos tanto os nossos erros Os erros vão sempre estar aqui Não foi amor E o que faltou? Foi o que então? Não me pergunte não O destino deve estar nos olhando Com aquela cara de quem diz Eu tentei juntar vocês dois O destino deve estar nos olhando Decepcionado Que pena, que pena Podemos encontrar a nossa luz no meio da escuridão mais profunda, no meio do caos podemos encontrar alguém que pode fazer nossa estrutura mexer nosso coração parar, nossa vida mudar de cabeça para baixo. No mais triste e infinito buraco podemos encontrar o amor que será a nossa cura.
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