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1213 Palavras

Magnata narrando Já era fim de tarde quando voltei da boca. O sol batendo de lado, aquele calor ainda grudado no corpo e a mente fervendo com os corre do dia. Entrei em casa e o silêncio tomou conta do lugar. Estranho, nada de Isadinha, nem barulho de passo, nada. A casa grande parecia até vazia demais. Porr@, pensei que ia chegar e já de cara com ela. Fui direto pra cozinha e encontrei a Diva mexendo nas panelas. Magnata: Cadê a menina? Diva: No quarto, acho. Subiu faz tempo com um livro. Assenti e subi as escadas devagar. Cada passo fazia o chão ranger e minha cabeça já tava a mil. Quando parei na frente da porta do quarto dela, dei dois toques leves. Magnata: Isinha, posso entrar? Isadora: Pode sim. A voz dela veio doce, meio distraída, e eu empurrei a porta. Quando entrei, man

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