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1181 Palavras

Isadora narrando Eu ainda não tava acreditando em tudo o que tinha acontecido naquela noite. O Magnata, ele era o mesmo de antes, o mesmo cara cuidadoso que eu lembrava quando era pequena, só que agora tudo parecia maior, mais intenso. Ele chegou no meu quarto com um sanduíche e dois copos de refrigerante equilibrados numa tábua de madeira. Achei engraçado, mas também achei fofo. Sentou, mandou eu comer pelo menos uma mordida e ficou me encarando com aquele jeito sério, mas ao mesmo tempo protetor. Eu tentei recusar, falei que não tava com fome, mas ele insistiu. Dei uma mordida e, pra ser sincera, até gostei, mas não consegui comer muito porque tava cheia. Bebi o refrigerante, e aí ele começou a falar que tinha de tudo na casa: TV na sala, estante cheia de livros no escritório, até pis

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