A noite engoliu Juliana e Clara. Elas foram levadas para um lugar afastado, longe do barulho, longe dos olhares curiosos do morro. Um espaço frio, m*l iluminado, onde o silêncio pesava mais do que qualquer grito. Clara tremia inteira. Juliana ainda tentava manter a pose, mas a voz já não saía firme. — Isso é loucura… — ela murmurou. — Vocês não podem fazer isso. FK permaneceu encostado na parede, observando. Não gritava. Não se aproximava. Era pior assim. — Vocês gostam de atenção — ele disse, por fim. — De falar demais. De criar história. PH estava perto, sério, braços cruzados. — Agora vão aprender o preço disso. Uma das mulheres que estava ali deu um passo à frente. Não havia pressa no gesto. Nenhuma emoção. Juliana foi a primeira. Quando sentiu a mão puxando seu cabelo, o p

