Bruxas

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Conhecidas no mundo inteiro como parte do imaginário popular, a tradição conta que as Bruxas eram mulheres velhas, narigudas, curvadas, com unhas enormes e uma risada que chegava a dar medo. Elas estão constantemente ligadas à magia, e o verdadeiro poder dessas adeptas envolve o conhecimento da natureza. Acusadas de utilizarem os feitiços para conseguir atingir os seus desejos, ou de usufruírem de poderes sobrenaturais, a história das bruxas fazem parte de um mistério que ainda sobrevive na trajetória histórica da sociedade. Durante os anos, foi registrado diversos casos em que as bruxas foram queimadas em fogueiras e perseguidas por supostamente se envolverem em rituais satânicos e estarem atreladas aos demônios. No início da história da humanidade, os demônios eram considerados seres sobrenaturais que vinham à terra com o propósito de ter relações sexuais com as mulheres, e de acordo com as lendas, dessas relações surgiam as bruxas. Sabe-se que o conceito de magia existe desde a Antiguidade, nas civilizações grega e romana, eles acreditavam que a magia era voltada para o bem, o interessante é que a magia era relativamente bem aceita pela sociedade nesse período da história, especialmente no tratamento de doenças que fugiam do limitado conhecimento científico da época. Na Idade Média, a Igreja Católica era o principal pilar da sociedade, e eram os responsáveis por orientar os fiéis à exorcizarem os seus demônios, isso só ajudava à intensificar a manipulação para banir aquelas mulheres que eram consideradas bruxas. Nessa época, as bruxas eram todas aquelas mulheres que utilizavam a natureza para curar as doenças, sendo desta maneira, consideradas curandeiras. De praxe, elas obtinham uma inteligência superior e esse poder oriundo da magia era usado tanto para o bem, como para o m*l. A Inquisição (1484) A bruxaria passou a ser violentamente combatida na Idade das Trevas, isso se deu a partir do momento em que as pessoas começaram a confundir os conceitos de práticas mágicas com a religião, originando verdadeiras heresias aos olhos da Igreja Católica. Foi desta forma que a perseguição foi oficializada em 1484, quando o Papa Inocêncio 8 publicou uma bula que passou a tratar todos os praticantes de bruxaria como hereges. A Inquisição levou a uma verdadeira caça às bruxas, período este, entre o Século 14 ao início do Século 18, onde milhares de pessoas foram torturadas e condenadas à fogueira pelo crime de feitiçaria, sendo que as acusações eram frequentemente ineficazes. Praticamente todas as vítimas eram do s**o feminino, camponesas que além de serem pobres, viviam sozinhas e faziam uso de remédios naturais e ervas medicinais para curar as doenças. Justamente por ocuparem uma posição alienada na sociedade da época, sem família ou posses, tornaram-se alvos fáceis da fúria da Inquisição. Bastava uma verruga ou cicatriz para serem apontadas como diabólicas, torturadas e obrigadas a confessar suas ligações com o m*l. A maioria delas acabavam sendo queimadas vivas em praça pública. O fim do período de caça às bruxas se deu a partir do Século 17, quando diante de rumores de que sua esposa estaria ligada à prática da feitiçaria, o rei francês Luís 14, tratou de baixar um decreto proibindo aquele tipo de perseguição, iniciativa que acabou sendo copiada por vários monarcas europeus posteriormente. O livro "European Witch Trials: Their Foundationsin Popular and Learned Culture", de Richard Kieckhefer, traz uma longa e assustadora lista de julgamentos de bruxas a partir do Século 14, como por exemplo, um julgamento de 600 pessoas acusadas de bruxaria na cidade de Toulouse, na França, entre 1320 e 1350, onde 400 delas foram julgadas, sendo que a metade destas foram condenadas e executadas na cidade vizinha de Carcassonne. Além das torturas, havia ainda os métodos práticos para encontrar bruxas, o mais comum era um teste estranho envolvendo água. Uma mulher era arrastada para um lago ou rio, despida e amarrada, e ao ser atirada, se flutuasse, era considerada uma bruxa (parece brincadeira né?). Entretanto, se afundasse, eles tentavam puxar a moça de volta. A explicação "plausível" seria de que as bruxas repeliam a água por terem rejeitado seu batismo ao aceitarem Satã, e também diziam que era por serem anormalmente leves. E assim surgiu o teste do peso: se a ré pesasse menos do que se imaginava normal, era bruxa. A caça às bruxas se tornou a peça número um da denúncia dos iluministas aos abusos da religião e superstição, aos poucos, a loucura iria se arrefecendo. A última pessoa a ser morta por acusação de bruxaria foi Anna Goldi, na Suíça. Esta foi acusada de materializar magicamente vidro e agulhas no pão e leite da filha de Jakob Tschudi, para quem trabalhava como doméstica. A bruxa foi torturada, e alegou ter feito um pacto com o d***o na forma de um cachorro preto que literalmente se materializou do nada. Goldi parece ter sido acusada formalmente de envenenamento, não bruxaria, ainda que a lei não prescrevesse pena de morte para tentativa de envenenamento. O total de mortos por acusações de bruxaria desde a Idade Média é controverso. A cifra mais baixa, 35 mil, é defendida pelo historiador William Monter, da Northwestern University (EUA). Em seu livro Witchcraze (sem tradução), de 1994, a historiadora Anne Llewellyn Barstow chegou a 100 mil. Ana Goldi, como era conhecida, viveu entre 1734 a 1782, e é considerada a última feiticeira da história de bruxas que é contada na região européia. Proveniente de uma família humilde, Ana era empregada doméstica. Em sua vida teve dois filhos, tendo um deles falecido logo após o nascimento promovendo uma acusação de infanticídio, sendo que ela foi condenada e punida. Mais tarde, trabalhando na casa de um ministro, foi acusada de enfeitiçar o alimento da filha do patrão com agulhas. Torturada, Ana admitiu utilizar magia diabólica com a menina, dessa forma sendo executada, através do uso de veneno, como punição ao crime realizado. Consta a lenda que elas ainda estão presentes na terra, porém, muitas utilizam seus dons a fim de ajudarem os seres humanos a se tornarem pessoas melhores. O livro "Malleus Maleficarum" é conhecido por pregar que as mulheres são as principais adeptas das superstições malignas, lançado em 1487 por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, se tornou uma espécie de "manual contra a bruxaria". Esta obra foi amplamente utilizada pelos inquisidores durante 250 anos, e servia para identificar bruxas, e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las. O livro divide-se em três partes distintas, sendo que cada parte subdivide-se em capítulos chamados de "Questões". A primeira parte, que contém 18 questões, ensina a reconhecer bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes. A segunda parte traz apenas duas questões, mas a primeira está subdividida em 16 capítulos e a segunda em 8. Esta segunda parte expõe os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os detalhadamente, e os métodos para desfazê-los. A terceira e última parte, que contém uma introdução geral e trinta e cinco questões subdivididas, condiciona as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las, tanto nos tribunais civis, como eclesiásticos. As teses centrais do Malleus Maleficarum fundamentaram-se na ideia de que o demônio sob a permissão de Deus, procura fazer o máximo de m*l aos homens para apropriar-se de suas almas. Este m*l é feito prioritariamente através do corpo, único canal em que o demônio pode predominar. A influência demoníaca é feita através do controle da sexualidade, e por ela, o demônio se apropria primeiramente do corpo e depois da alma do homem. Segundo o livro, as mulheres são o maior canal dessa ação demoníaca. Ainda, a primeira e mais importante característica descrita no livro, responsável por todo o poder das feiticeiras, é copular com o demônio. Portanto, Satã é o "senhor do prazer". Dessa forma, uma vez obtida a relação com o demônio, as feiticeiras são capazes de desencadear todos os males, especialmente impotência masculina, impossibilidade de livrar-se de paixões desordenadas, oferendas de crianças à Satã, abortos, destruição das colheitas, doenças nos animais, entre outros. A verdade é que esse livro nasceu porque Kraemer era um melindroso, um futricado, alguém que não aceitava bem críticas, não é atoa que anos antes ele havia empreendido esforços para processar mulheres suspeitas de bruxaria, e mesmo encontrando povoados repletos de feiticeiras, as autoridades locais mostraram-se relutantes em fazer qualquer coisa contra elas. Kraemer tentava conectar “desvios sexuais” femininos com a bruxaria, mas sem sucesso algum, muitos espectadores do clero chegaram a afirmar que ele reivindicava algo que não poderia provar, e seus processos foram arruinados. Ele insistiu em tentar reavivar os processos, mas só obteve negativas. Até que, finalmente, recebeu uma ríspida ordem episcopal para sair da cidade, ou ficar e sofrer a ira das famílias cujas esposas e filhas ele tinha ofendido. Como um religioso culto, maduro e equilibrado, ele escreveu o livro como forma sistemática e abrangente ao descrever as bruxas, seu caráter e comportamento, e ainda expor um resumo das medidas legais e espirituais a usar contra elas. Um dos pontos mais marcantes desta obra é mostrar a bruxaria como algo exclusivamente feminino, os homens que trabalham com as formas populares de magia são chamados de superstitiosi ou de magi, ao invés de bruxos malefici. Ele alegava que os magos não eram bruxos, eles só fazem uso de poderes naturais ocultos, ou são pessoas iludidas pensando que agem sob comando ou influência do demônio, embora claramente eles, ao contrário das bruxas, jamais poderão estar ligados ao d***o, pois isto só ocorre por meio de um pacto explícito selado com a r************l. Nenhum tratado anterior foi tão enfático em mostrar o s**o feminino como instrumento satânico quanto este. Não é exagero afirmar que a obra "Malleus Maleficarum" é o documento responsável pela demonização da mulher, o fato dele ser tão conhecido, é porque trata-se do mais perverso e c***l manual de ódio e tortura contra as mulheres. Outro período significativo quando o assunto envolve julgamento de bruxas, foi um episódio que aconteceu entre os anos de 1692 e 1693, em Salém, Massachusetts, nos EUA. Durante este período, mais de 200 mulheres foram acusadas de praticar bruxarias, e de fazer pacto com a b***a, dessas, 20 foram mortas. Depois de algum tempo, o governo admitiu que m***r essas mulheres foi um tremendo de um engano e até mesmo buscou maneiras de recompensar as famílias das vítimas, mas essas execuções continuam a repercutir até os dias de hoje. Em 1692, apesar de já estarmos presentes diante da Idade Moderna, uma onda cristã espalhou a ideia de que o demônio estava solto em Salém fazendo acordo com bruxas em troca da lealdade dessas mulheres. A Guerra dos Nove Anos Detalhe interessante é que um pouco antes do incidente em Salém, mais precisamente em 1689, os ingleses e os franceses disputavam territórios em colônias norte-americanas na chamada Guerra dos Nove Anos, este conflito deixou grandes estragos no norte do estado de Nova York, na Nova Escócia e no Quebec. Como é de se esperar em casos de guerra, muitos refugiados procuraram abrigos em outras cidades, sendo que várias pessoas foram para a Salém Village. A chegada dos refugiados abalou a economia local, aumentando ainda mais a rivalidade entre as famílias ricas da cidade e as que dependiam da agricultura. Na época, o primeiro ministro de Salém Village era Samuel Parris, conhecido por ser rígido e ganancioso. A região de Salém era uma colônia britânica, rachada por ataques indígenas e atormentada por pequenos crimes e disputas de terra. Lá, os puritanos estabeleceram um governo em que a Igreja comandava tudo, e como de praxe medieval, a população considerava a mulher submissa ao homem. Histeria Coletiva De volta à 1692, durante um inverno excepcionalmente frio em fevereiro, Betty Parris, filha de 9 anos do ministro religioso de Salém, pegou uma doença estranha. A pobre mulher contorcia-se de dor, gritava, sofria de febre e reclamava para o médico do vilarejo que parecia estar sendo picada. Hoje, a ciência tenta explicar a doença como uma combinação de asma, a***o infantil e epilepsia, há também uma outra tese, a qual defende que a garota teria ingerido um fungo presente no pão. As coisas começaram a ficar um pouco excêntricas, quando outras seis garotas, incluindo uma prima de Betty, também desenvolveram os mesmos síntomas. Elas se contorciam em poses grotescas e diziam sentir mordidas e beliscadas no corpo, já que na época o conhecimento envolvendo a medicina era quase inóspito, o médico William Griggs sugeriu que a origem do problema seria sobrenatural. Pressionadas por Jonathan Corwin e John Hathorne que eram magistrados, as garotas acabaram acusando três mulheres de bruxaria, as quais eram; Tituba, uma escrava de Parris, Sarah Good, que era uma moradora de rua, e Sarah Osborne, uma idosa pobre. A partir da acusação, as três foram interrogadas por vários dias, diante disso, Tituba foi a única a dizer que tinha feito um pacto com o demônio, afirmando ter assinado um livro e garantindo que mais bruxas estavam espalhadas por Salém, com o objetivo de acabar com os puritanos. As três acusadas acabaram presas. As declarações de Tituba causaram furor em toda a cidade. Ao mesmo tempo, outra acusada de bruxaria, Martha Corey, causou ainda mais pânico. O motivo se deu ao fato dela ser cristã e participar ativamente da igreja local, o que levou as pessoas à acreditarem que se até ela era uma bruxa, qualquer uma poderia ser. Em abril do mesmo ano, os tribunais de Salém julgavam dezenas acusações de bruxaria, nessa época até mesmo a filha de Sarah Good, uma garotinha de apenas quatro anos de idade, serviu como testemunha. O número de acusadas não parava de crescer, foi então que no dia 27 de maio de 1692, o governador William Phipps criou um tribunal especialmente para os casos de bruxaria. O primeiro julgamento foi o de Bridget Bishop, acusada de bruxaria por ser fofoqueira e promíscua. Ainda que tenha dito que não tinha qualquer envolvimento com bruxaria, ela acabou sendo considerada culpada e se tornou, no dia 10 de junho, a primeira pessoa enforcada sob a acusação de bruxaria. No mês seguinte, mais cinco mulheres foram condenadas ao enforcamento; em 19 de agosto, foram mais cinco e, em setembro, oito. À época, tanto o ministro Cotton Mather quanto seu filho, Increase Mather, então presidente de Harvard, pediam ao Governo para que não considerasse sonhos e visões como evidências em testemunhos. Os pedidos foram considerados pelo governador Phipps, que estava em um dilema depois de sua própria esposa ser acusada de bruxaria. Com o passar do tempo, as condenações diminuíram, porém, em outubro houve outro caso, onde 56 mulheres foram acusadas, e três destas foram condenadas, as mulheres que estavam presas acabaram sendo liberadas em maio de 1693. Ao todo, 19 mulheres foram enforcadas, diversas morreram na prisão e cerca de 200 pessoas foram acusadas de praticar bruxaria e realizar pactos com o demônio. Com o fim das acusações, dos julgamentos, das prisões e das sentenças, o juiz Samuel Sewall, decidiu pedir perdão publicamente por ter errado em seus julgamentos. Alguns anos depois, mais precisamente no dia 14 de janeiro de 1697, o Tribunal Geral de Salém promoveu um dia de jejum em respeito às almas das mulheres condenadas. Foi então que em 1711, as famílias das vítimas receberam 600 libras como forma de indenização, mas o estado de Massachusetts só se desculpou formalmente pela atrocidade em 1957, que foram exatos 250 anos após os enforcamentos. Atualmente, a atração mais visitada da cidade é justamente o Museu das Bruxas de Salém, que exibe documentos da época em cenários idênticos aos tribunais que julgavam as mulheres de então. O lugar é conhecido também por explorar o universo das bruxas ao longo da História. Fundada em 1771, no centro norte do estado americano de Maryland, ficava a vila de Blair, que a propósito era localizada à duas horas da capital Washington. Tipicamente, tratava-se apenas de mais uma cidade pacata americana, a qual obtinha não mais do que duas ruas e uma dúzia de casas, porém, que começaria a ter seu nome registrado para sempre na história, quando em fevereiro de 1785, várias crianças acusaram uma mulher chamada Elly Kedward de atraí-las para sua casa afim de extrair o sangue delas. No meio do inverno daquele ano, a bruxa foi considerada culpada, e posteriormente, expulsa do vilarejo. Sendo deixada na floresta a sua própria sorte, o que certamente deve ter causado sua morte, talvez ela tenha morrido congelada, mas dizem que ela se afogou depois de cair na água gelada enquanto andava na floresta a noite. Em novembro de 1786 algo além do grotesco aconteceu, pois todos os acusadores de Kedward, junto com metade das crianças da cidade desaparecem, diante disso, os habitantes remanescentes abandonaram Blair e juraram nunca mais pronunciarem o nome de Elly Kedward novamente, temendo uma possível maldição. Algumas décadas se passaram, e em 1824, a cidade foi reconstruída e repovoada, e passou a ser conhecida por um novo nome: Burkittsville. Entretanto, apenas um ano depois da reforma, uma menina de 10 anos chamada Eileen Treacle morreu por afogamento e onze testemunhas afirmaram que a garota parecia ter sido puxada por uma mão submersa que a impedia de retornar a superfície. Na década de 1940, mais um caso assustador envolvendo a pequena cidade reforçou ainda mais a ideia de que ela estava sofrendo com a existência dessa maldição lançada por Elly, nesse caso, Rustin Parr, um velho ancião da região, iniciou uma série de sequestros em Blair, onde uma das características comum atribuídas a ele, era o ato de levar suas vítimas, exclusivamente crianças, para a sua cabana. Foram 8 crianças sequestradas, com um saldo de mortes de 7 delas, contando apenas com um sobrevivente. No ano seguinte, Parr confessou os sequestros seguidos de assassinatos, e dizia que uma voz sussurrava aos seus ouvidos ordenando-o a agir com essa crueldade e friezas, que em circunstâncias normais seriam impossíveis. O que deu mais um ponto de reforço as suspeitas da veracidade da maldição lançada por Elly. Não há mais registros de desaparecimentos em Burkittsville, até a chegada de três estudantes de cinema em outubro de 1994. Em novembro de 1809, um livro foi publicado: "The Blair Witch Cult", este que foi considerado misterioso, trata-se de uma única edição que está bastante destruída e m*l pode-se ler seu conteúdo, mas pequenas partes ainda legíveis nos revelam que ele conta a história de Elly, a bruxa que foi abandonada na floresta para morrer, abaixo você pode conferir um trecho: “A velha horrorosa arrancou a cabeça do menino do corpo e manchou toda a Igreja com o sangue quente dele. Notei que um dente de cão surgia na perna dela… e ela controlava os animais da floresta. Dentro dos buracos da falada parede, encontraram diversos marionetes, feitos com gravetos e pedaços de pano, todos sem cabeça. Despertando em uma noite, ele viu claramente uma mulher entre o berço e as camas ao lado, olhando sobre ele. Ela desapareceu… E ele encontrou todas as portas batendo… Logo viu a mesma mulher, na mesma aparência novamente, e disse: “Em nome de Deus, o que é que você é?” Ela caminhou para longe e no seu lugar havia sangue… Ela foi acusada de bruxaria por diversas crianças na vizinhança, Kedward antes dos magistrados, negou a acusação que está sendo colocada em cima dela…”
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