Vampiros

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Os Vampiros são figuras extremamente conhecidas e disseminadas pela cultura pop nos dias de hoje, tratam-se de figuras sedentas de sangue, que se alimentam do sangue, e da essência vital das pessoas. Os vampiros originais eram seres humanos que recusavam morrer, sua alma voltava ao corpo e ele voltava à vida, mas de uma maneira diferente, ele necessitaria beber sangue humano para manter-se assim, portanto, sua aparência era completamente cadavérica. Essa lenda é tão remota quanto a própria existência humana. A imagem de um vampiro associada à uma criatura sugadora de energia vital foi uma das primeiras manifestações culturais diante do desconhecido: as doenças. É sabido que nos primórdios, ninguém obtinha o conceito de doença, sendo assim, a anatomia do corpo-humano era constantemente ignorada pelas pessoas. Quando alguém apresentava sinais de enfermidades, isto era vinculado à fatores sobrenaturais, e parece ter sido daí que surgiu a ideia de seres que se alimentavam de nossas energias vitais, deixando-os doentes, e eventualmente, levando-os à morte. As crenças envolvendo os Vampiros é tão antiga que estava até mesmo presente em civilizações da tão antiga Mesopotâmia, região esta que foi o berço da civilização. Sendo assim, as lendas envolvendo aspectos vampirescos, estavam presentes em culturas sumérias, babilônicas e assírias, povos estes que reunidos, foram os primeiros à existir aqui na Terra. Estamos falando de uma época em que o sangue era considerado um dos principais Símbolos da Vida, e é por esse motivo que lendas envolvendo criaturas que se alimentavam dele, começaram à nascer. Essas criaturas possuíam uma aparência bem variável nos folclores da época, portanto, foi na Idade Média, mais precisamente nos vilarejos da Europa Central, que eles começaram a adquirir a imagem do que eles são hoje. Povos dessa área acreditavam que os vampiros eram aqueles que morriam e retornavam à vida para levar seus parentes, circunstâncias estas que envolviam entes queridos retornando dos túmulos e atacando seus cônjuges, familiares imediatos e alguns conhecidos das aldeias. Espalhou-se por ali que os corpos de suicidas, excomungados ou não-batizados, quando a noite caía, levantavam do túmulo e voltavam para sugar o sangue de seus parentes, que se tornavam vampiros também, e depois voltavam para o cemitério na forma de morcegos. Obviamente, assim como as Bruxas, esses rumores acabaram gerando uma crise de histeria coletiva, a qual infelizmente resultava em eventuais genocídios. Certamente é de extrema dificuldade determinar qual teria sido o primeiro ou a primeira vampira da história. O autor Matthew Beresford, responsável pela obra “From Demons to Dracula: The Creation of the Modern Vampire Myth” aponta que o mito do vampiro realmente possa ter nascido durante a Antiguidade, mas que é impossível determinar com precisão quando que foi a primeira vez em que surgiu uma história envolvendo a criatura. Curioso é que as percepções envolvendo as mordidas da criatura, parecem ser recentes de acordo com o folclorista Paul Barber, que foi o autor do livro “Vampires, Burial, and Death: Folklore and Reality”. A dificuldade de determinar um ponto de origem aumenta porque existem inúmeras variedades presentes nos mitos dos vampiros, entre eles os vampiros asiáticos, como os Jianshi Chineses, que são espíritos maus que atacam as pessoas e sugam sua energia vital, ou as deidades coléricas que bebem sangue e aparecem no livro dos mortos tibetanos. BEAUTIFUL VAMPIRE.jpgO certo é que já fazem séculos que o nascimento dos vampiros são identificados por alguma circunstância excêntrica, como um defeito, uma anormalidade. Na Romênia, uma criança nascida com um mamilo extra, ou na Rússia, uma com falta de cartilagem no nariz, ou com lábio inferior partido, todas eram suspeitas de serem vampiros. Uma outra crença bem disseminada antigamente, era de que, se o bebê nascesse com uma membrana amniótica, estaria destinada a retornar dos mortos. Deformidades estas que eram consideradas como presságios. Infelizmente é bem provável que muitas crianças foram mortas por causa disso, e aquelas que sobreviviam, eram obrigadas à carregar consigo um peso de suspeita pública. É também certo de que superstições antigas envolvendo o processo de decomposição de cadáveres também auxiliava bastante na crença dos vampiros. Quando uma enfermidade atingia uma pessoa, família ou vila, acreditava-se que era causada por um vampiro, alguém que tivesse morrido recentemente, e os túmulos eram abertos e seus mortos examinados. Foi nessa ideia maluca de ficar abrindo sepulturas que surgiram suposições míticas. Os fatores naturais que levavam ao retardamento da putrefação, ou decomposições dos intestinos que forçavam o sangue para fora da boca do cadáver, eram comumente interpretadas pelos aldeões como atividades sobrenaturais. Depois de todo o episódio sombrio que foi mesclado junto à Idade Medieval, histerias coletivas se demonstraram efetivas ao decorrer do tempo, sendo que as doenças que atacaram a Europa durante aquela época, foram exploradas pela medicina na Idade Contemporânea, e são bem conhecidas nos dias de hoje, e curiosamente, algumas delas realmente possuem síntomas vampirescos. Trata-se de uma doença na qual o paciente apresenta uma incapacidade total para mover os membros, a cabeça ou de até mesmo falar. Em alguns casos, os eventos de Catalepsia podem ser confundidos com a Morte, pois a respiração também é afetada. Normalmente, a Catalepsia é desencadeada pela excitação emocional, sendo que a perda dos movimentos podem ocorrer devido à incapacidade de regular o sono e os estados de vigília. Isso porque durante o Estágio REM, há uma perda natural do tônus muscular. No caso da Catalepsia, essa característica presente no Estágio REM ocorre subitamente durante o dia, causando fraqueza ou paralisia total, mesmo quando a pessoa permanece acordada durante o episódio. Os ataques podem variar em gravidade, desde uma breve sensação de fraqueza até um total colapso físico. Na Idade Média, era comum existir casos de pessoas que foram enterradas vivas devido à essa paralisação temporária dos músculos e dos sentidos, porém, estavam apenas diante de algo que hoje é conhecido como Catalepsia Patológica, uma doença que podia literalmente fazer com que as pessoas da época, pensassem seriamente que haviam Vampiros e Zumbis entre eles, quando na verdade, era apenas algo pertencente à uma Ciência Não-Exata. Essa enfermidade, na maioria das vezes, envolve mutações genéticas. Esta doença caracteriza uma produção excessiva de substâncias químicas que produzem porfirina no corpo-humano, que é uma proteína responsável pelo transporte de oxigênio na corrente sanguínea, sendo uma fonte essencial para a produção de Hemoglobina, que é a composição dos Glóbulos Vermelhos. Mas o problema mesmo está relacionado aos síntomas da doença, que incluem palidez, uma pele frágil que desencadeia uma extrema sensibilidade à luz solar, e uma vermelhidão repentina e dolorosa da pele, sem falar do esticamento da pele ao redor dos lábios e da gengiva, o que acaba deixando os dentes saltados, algo que poderia ser facilmente associado à presas, em tempos medievais. Essa doença gera hipersensibilidade à estímulos, e alguns destes correlacionam o alho e a água. Se na época da Idade Média, houvesse alguma desconfiança relacionada à alguém, e utiliza-se da Água Benta ou do Alho para concretizar suas teorias, iria acabar achando que realmente estava lidando com algo maligno. Esta doença apresenta problemas com insônia, com a luz do sol, e uma tendência à hábitos noturnos. A líbido fica aguçada, e a pessoa tem ataques de agressividade, e olha que as mordidas são comuns neste caso. Sem falar que a Raiva é transmitida por animais contaminados, o que pode ter creditado a Metamorfose para o Folclore dos Vampiros. Em 1897, o escritor irlandês Bram Stoker publicou o romance de Drácula, que mais tarde viria à ser conhecido mundialmente. Essa obra é responsável por reproduzir a visão atual que nós temos dos vampiros. Na obra, trata-se de um nobre que veio de um país distante, perseguindo vítimas afim de sugar o sangue, personagem este que obtêm um certo ar de mistério e sedução. O que talvez nem todos saibam é que ela foi baseada em fatos reais, mais precisamente na história de Vlad Tepes. Vlad era um sujeito c***l, repugnante e sanguinário, que tinha como prática favorita o empalamento, este era um método extremamente c***l, pois envolvia como método enfiar uma estaca de pelo menos três metros no ânus das pessoas e fazer com que ela chegasse até a boca, parece loucura, mais muita gente morreu desse jeito nas mãos de Vlad, além do fato de que era um método utilizado em conterrâneos que ousassem se virar contra a sua corte, sendo assim, claramente Vlad não era o único empalador da Idade Média. A crueldade do conde, que seus inimigos políticos ajudaram a propagar, serviu de inspiração para o escritor irlandês Bram Stoker. A obra de Drácula foi publicada pela primeira vez no ano de 1897, e atualmente, em número de publicações, só perde para a Bíblia Sagrada. Assim, mais de 400 anos depois de morrer, Vlad Tepes virou celebridade, graças ao seu alter ego literário. Há um fator importante à citar-se, que envolve essa realização de Bram Stoker ao tornar o Castelo de Bran famoso, que fica localizado na fronteira entre a Transilvânia e a Valáquia. Portanto, é sabido que o escritor jamais pôs os pés na Romênia. Interessante mesmo é que o setor de turismo romeno aproveitou que essa fortaleza fundada lá no ano de 1211, era parecida com a descrição de Stoker, e a colocou na lista de sugestões para o roteiro dos viajantes. Agora, todo ano, cerca de 700 mil turistas visitam o local, irônico não? No Século 20, a figura do vampiro é transmigrada para o universo cinematográfico e ele se mantém no auge até a década de 1950, após isso, o personagem é um pouco esquecido pelas pessoas. Até que é revivido novamente em 1976, através do surgimento do romance de Anne Rice: “Entrevista com o Vampiro” que aborda o universo dos vampiros: uma é Louis, o vampiro que dá a entrevista e se recusa a perder suas características humanas. O outro é Lestat que representa a transgressão amoral e hedonista condizente com o comportamento do jovem do período. O livro tornou-se um sucesso e virou filme em 1994, em que Tom Cruise e Brad Pitt contracenam juntos. Bom... foi lá que em 1431, nasceria um dos maiores vilões da Idade Média, mais precisamente na cidade de Sighişoara, o então Vlad era filho do nobre Vlad II “Dracul”, que governou a Valáquia antes dele. Um detalhe importante à citar-se é que em latim "Draco" significa "Dragão", este era o nome da ordem que Vlad II, pai do empalador, pertencia, cuja principal função era defender a doutrina cristã presente na Europa, conceito este que era ameaçado pelo Império Otomano, curioso mesmo é o fato da etimologia da palavra "Dragão" remeter-se à expressão "Filho do Dragão". Quando Vlad III tinha apenas os seus 11 anos, foi entregue, junto de seu irmão Radu, ao sultão otomano Murad II, como garantia de que seu pai, Vlad II, pudesse desistir da batalha. Com os turcos em Constantinopla, Vlad III aprendeu a língua, costumes e os hábitos cruéis. Essa barganha acabou em 1448, quando Vlad III foi informado da morte do pai e do irmão mais velho, Mircea. Mas, a essa altura, já fazia um ano que eles tinham sido assassinados pelos nobres da Valáquia, que supostamente deveriam estar do mesmo lado de Vlad II. Assim que atingiu os 17 anos, Vlad III deu início à série de guerras e lutas que marcariam a sua vida. Ironicamente, o seu irmão Radu optou por ficar ao lado do sultão da Turquia. Determinado a recuperar o trono do pai, Vlad III retornou à Romênia, e retomou o principado da Valáquia em 1448. Mas demorou um bocado até conseguir. Afastado do poder, ele juntou forças para que em 1456, ganhasse definitivamente o trono que pertencera ao seu pai. Desta vez, o sucesso foi pleno, pois ele havia matado em batalha o então governante, Vladislav II, e comandou a província por seis anos. Entretanto, os recursos da Valáquia para a guerra, que vinham lá do Império Húngaro começaram a ficar escassos, até que em um momento não deu mais para segurar. Sendo assim, depois de algum tempo, os otomanos retiraram Vlad III do poder. O mais engraçado dessa história é que o seu irmão Radu, era incrivelmente o responsável por comandar esse ataque, e acabou por se tornar o novo governante da região. Diante disso, Drácula não tinha muitas opções e decidiu fugir para o Império Húngaro, onde foi condenado à prisão por 12 anos. Mas o regime da detenção não era muito rígido, tanto é que Vlad III se casou, teve filhos e chegou à condição de m****o da família real, tudo isso enquanto ainda era prisioneiro. Anos depois, quando a moral do ex-príncipe já estava no alto e ele já não estava mais na lista de “mais procurados” dos turcos, Vlad III decidiu reconquistar a Valáquia pela terceira vez. Ele contou com o apoio de forças húngaras e de seu primo, o príncipe da Moldávia, Estevão. Nessa época, Radu já tinha morrido, e quem mandava na Valáquia era Bassarabe, o Velho. Quando Vlad III chegou lá, o governante ficou tão assustado que preferiu fugir a encará-lo de frente. A reconquista, portanto, deu certo. Só que no mesmo ano, Drácula morreu misteriosamente com os seus 45 anos de idade. Enquanto parte dos historiadores acreditam que ele possa ter morrido em uma batalha contra os turcos, que estavam tentando recolocar Bassarabe no poder. Há algumas teorias que alegam que ele sucumbiu à uma emboscada armada pelos burgueses descontentes de seu próprio reino, assim como tinha acontecido com seu pai. Os restos mortais do conde também geram discussões. Há quem garanta que eles estejam na Ilha de Snagov. Outros dizem que a cabeça de Vlad III, separada de seu corpo, teria sido levada pelos turcos a Constantinopla, como prova de sua morte. Se eles existem ou não, saiba que este será um fator que irá depender muito da sua própria perspectiva; Como você imagina um Vampiro? Se for uma ética envolvendo fatores eternos, telecinéticos e super-velocidade é algo bem improvável, mas se for baseada em termos mais sutis, com certeza você pode se surpreender. Diante disso, não custa nada apresentar para você os verdadeiros vampiros que circulam pelo nosso mundo: Sabe-se que um sujeito chamado Merticus, foi responsável por ter fundado a Aliança dos Vampiros de Atlanta, que é uma comunidade envolvendo vampirismo nos EUA. De acordo com a fonte "The Guardian", os vampiros que estão por aí em nosso mundo realmente bebem sangue, mas a circunstância aqui é um pouco diferente do que vemos em filmes e séries. Pois geralmente, eles nem sequer precisam morder as pessoas, isso porque os métodos parecem envolver incisões realizadas por profissionais de saúde em partes mais macias do corpo, de pessoas voluntárias, e sim, você leu certo, existem voluntários pra esse tipo de coisa. Além disso, esses doares assinam um termo atestando que estão participando de tudo por livre e espontânea vontade, depois, claro, de se sujeitarem a exames para investigar possíveis problemas de saúde. Os Vampiros presentes em nosso mundo nem sempre são góticos, embora, alguns deles realmente sejam, e há até mesmo aqueles que possuem um Guarda-Roupa sombrio. A Hematomania é uma condição rara, a qual caracteriza um fetiche mórbido por sangue, onde destaca-se o prazer s****l, entre outras necessidades como a de beber sangue, as quais são atiçadas pelo organismo dos necessitados. Os vampiros que existem por aí garantem que o desejo é real, e que não é algo voluntário, a condição que é descoberta na puberdade, pode-se tornar um transtorno caso a pessoa não aprenda à conviver com o problema. Depois que a pessoa que nasce vampiro, digamos assim, aceita sua condição e encontra um grupo para se apoiar, o ato de beber sangue passa a ser visto como uma reverência. Essa doença causa uma vontade insaciável de beber sangue. Quando uma pessoa com essa condição tenta se privar dessa vontade, as pessoas começam a ter sérias crises de abstinência. Outro fator importante à citar-se é que essas pessoas que se alimentam de sangue não gostam nem um pouco de serem comparadas com os vampiros da cultura popular, já que na perspectiva deles, seriam criaturas injustas em maior parte dos casos. É por esse, e outros motivos, que raramente os vampiros irão contar sobre suas práticas para alguém. De qualquer forma, é provável que a maioria das pessoas que bebem sangue o obtém por meios legais, geralmente de um ou mais doadores que sejam propensos a tal. Em 1996, houve um caso envolvendo uma norte-americana de 28 anos chamada Catharyne Press, a qual declarou diante de uma mera entrevista: "Eu sou uma vampira". Ela garante que tem muitos amigos e que todos conhecem o seu vício, ela disse que toma uma dose diária de sangue, mas garante que nunca matou ninguém para poder se alimentar, apesar de já ter se alimentado de sangue bovino. Entretanto, alguns deles realmente apelam para o crime. Estranho mesmo é que de acordo com uma pesquisa feita em 2015 pela própria Aliança dos Vampiros de Atlanta, foi apontado que nos Estados Unidos existiam cerca de pelo menos 5 mil vampiros. Um dos locais que mais apontam indícios de Hematomania está situada em Nova Orleans, que é uma cidade de Louisiana, onde há pelo menos 50 casos envolvendo vampiros, segundo os pesquisadores. Essa informação consta do trabalho de doutorado de John Edgar Browning, que é um estudante da Universidade do Estado da Louisiana. Em entrevista ao jornal "Washington Post", ele explica que o termo vampiro possui uma conotação r**m e que as pessoas que se alimentam de sangue seriam sujeitos comuns. O doutorando diz ainda ter encontrado alguns deles na cidade de Nova Orleans, especialmente no bairro francês e, todos, teriam sido bem amigáveis. Estes podem ser considerados os vampiros de baixo escalão, por assim dizer, sendo que eles realmente existem, e estão por aí. Estes tipos de vampiros não possuem poderes psíquicos, mas possuem a incrível capacidade de sugar a sua essência vital. Deixa eu facilitar pra você, são pessoas comuns, que levam uma vida comum e fazem coisas comuns, porém, gostam de alimentar-se indiretamente das energias presentes nos campos magnéticos das pessoas, deixando-as sempre desconfortáveis em sua presença, e tendem a enfraquecer o nosso estado emocional. Geralmente, os vampiros emocionais parecem ter uma certa afeição por falta de empatia, influência, manipulações e carência excessiva. Complexo de Superioridade - Esse tipo de pessoa, fará o possível pra procurar e atingir suas fraquezas, contrariando todos os seus aspectos e argumentos. O foco principal aqui é tentar fazer com que você se sinta inferior à ele, e de alguma forma, demonstrar que você está sempre errado. Em algumas ocasiões, quando as vítimas questionam a própria atitude, geralmente esses sugadores de energia retornam com a alegação de que só querem o melhor para você. Pessimismo - Eles sempre enxergam a vida diante de uma percepção negativa, elaboram contra-argumentos que teoricamente provariam que a existência é algo implausível. Se você conviver com este tipo de pessoa, pode acontecer de você ser influenciado pela perspectiva dela, e pode até ter problemas sérios com depressão, uma das doenças mais comuns da atualidade. Por vezes, levam o pessimismo ao extremo, pois alguns acreditam piamente que a vida se resume a enfrentar uma longa lista de perigos iminentes e infortúnios. Se você tiver a infelicidade de conviver com alguém assim, vai logo perceber que se sente exausto com frequência, e na pior das hipóteses, pode começar a incorporar algumas de suas paranóias. Carência - É aquela típica pessoa que não para de reclamar sobre tudo o que acontece, sempre tentarão encontrar razões para se queixar e se fazer de vítima. Essas pessoas tendem à acreditar que os problemas delas são muito mais importantes do que os seus, e é muito provável que esse vitimismo exagerado possa gerar um download de todos os seus problemas durante a conversação, viu como é fácil sugar a energia vital de alguém? Em 2012, houve uma descoberta arqueológica envolvendo um túmulo encontrado em Nottinghamshire, na Inglaterra, jazigo este que obtinha supostas reminiscências de um vampiro da Idade Média, o qual foi datado no intervalo entre 550 d.C. e 700 d.C. Este esqueleto, segundo os arqueólogos, foi enterrado desta forma por ser considerado pela época medieval, como um sujeito perigoso, as pessoas temiam que ele pudesse ressurgir dos mortos e voltar à vida, algo que sinceramente era muito comum na época, mas o problema envolvendo a descoberta nem foi esse, e sim a maneira como a ossada foi descrita pelo tabloide inglês "Daily Mail". De acordo com eles, os aspectos da ossada eram no mínimo estranhos, pois continham espetos de metal cravados nos ombros, no coração e nos tornozelos, é claro que não podemos descartar o sensacionalismo, mas isso é algo à se considerar para aqueles que procuram evidências de vampiros. O Vampiro das Ruínas de Perperikon Dois anos depois, houve outra descoberta arqueológica envolvendo vampiros, dessa vez, na Bulgária. Os restos mortais, que parecem pertencer à de um homem, cuja a sua idade é calculada entre os 40 e os 50 anos. A circunstância envolvendo sua morte obtinha uma barra de ferro de dois quilos enfiada em seu peito, a perna esquerda abaixo do joelho também tinha sido removida e deixada ao lado do esqueleto. Perperikon está situada no sul da Bulgária, bem próxima com a fronteira da Grécia, sendo habitada desde 5000 a.C, mas curiosamente, a cidade só veio à ser descoberta há cerca de 25 anos pelos arqueólogos, acredita-se que o local era onde localizava-se um dos templos do deus Dionísio. A Bulgária tem um certo histórico com vampiros, só nos últimos dez anos, foram descobertos pelo menos três sepulturas com aspectos vampirescos no país. Em 1989, a Austrália foi abalada por um dos crimes mais grotescos de sua história, quando surgiu Tracey Wigginton, uma mulher que foi responsável por esfaquear brutalmente um rapaz até a morte e beber o seu sangue. Dizia-se que Tracey tinha a tendência de evitar a luz, além de ser fissurada por morte e sangue. Sem falar do fato de que ela não vestia nada além de preto, mantinha distância de espelhos, e comumente dizia às pessoas que ela tinha poderes sobrenaturais, incluindo a capacidade de se tornar invisível.
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