Capítulo 12

1336 Palavras
Melissa Chegamos os três juntos com uma garotada nos olhando empolgados. Não era pra menos, comigo ao lado desses gatos, vestindo um tubinho coladinho vermelho, era de chamar atenção. Alguns machos literalmente babavam, outros, uma pequena minoria até imaginavam fantasias evoluídas para suas faces tão conservadoras. Pensamentos esses que geravam dúvidas sobre suas sexualidades, ou satisfação por acharem que suas mentes estavam livres para serem o que realmente eram. Eu não me importava, mas as vezes gostava de sondar o que a raça humana pensava, ainda mais quando um trio poderoso chegava numa baladinha. — A casa desse cara vale uma nota, estou impactado com tanta riqueza. — Disse Scott ao andarmos no meio da multidão procurando bebida. Alguns machos tentavam nos seguir mas eu os dispensava apenas usando o meu olhar desafiador. Não queria ninguém por perto, o loiro serviria muito bem para essa noite quente. — Verdade, nunca vi isso. — Vocês não viram nada da vida antes, por isso se impressionam com tão pouco. Eles me olharam estranho, mas logo apontei para o bar da residência onde um barman fazia seus maravilhosos drinks. — Bebidas! Vamos encher os cornios de álcool! Se animaram facilmente, distraindo-os. Revirei os olhos, analisando o quanto era fácil essa geração de palermas. Homens são facilmente fáceis de lidar quando damos uma dose do que eles realmente desejam. Minutos depois estavamos bebendo e interagindo com os demais, no entanto ao longe avistamos os monitores da festa, afinal toda festa envolvendo muito jovens juntos precisa ter, ou os vizinhos ligariam para a polícia. Todavia, não esperava ve-los aqui, ainda mais assim, trabalhando juntos. Renata — Sua preferida não perde tempo, olha. Esperei Rafael olhar, sabia que essa biscate estaria aqui. — Não importa. — Falou seco, tomando seu refrigerante normalmente, mas podia sentir a vibração daquele copo de plástico em sua mão grande. Oh aquela mão! Sentia saudades. — Verdade, nosso objetivo é vigiar essa moçada desocupada com a vida ganha. Os pais são os maiores colaboradores da escola Greiville, e a diretoria nos obriga estar aqui. Porém dessa vez valeu a pena. — Não acho. — Ditou seco enquanto a vadi.a da Melissa balançava o corpo sensualmente. O aluno do Rafael era o alvo da putinh.a de vermelho, e ela deixava bem claro a quem queria atingir com essa cena ridícula. O pior de tudo era assistir o meu ex quase noivo, fitar essa ninfeta de vestido rebolando a raba. Visitei a casa dessa garota na encolha, precisava saber algo além do que tinha no escritório da faculdade, mas não achei nada que pudesse jogar no colo do professor dela. Merda! Rafael Ama-la nessa vida poderia ser penoso, pelo fato da diferença de idade, pois não podia acompanhá-la com o mesmo pique da minha mocidade, e o fator principal dela ser a minha aluna durante o ano letivo do curso, não desejaria que ela saísse assim sem mais nem menos, podiam suspeitar. Minha carreira acadêmica iria para o ralo. E desejo sustentar essa mulher danada, usando a minha profissão, afinal tudo que eu sou devo aos anos de estudo, não posso arriscar. Mas desejo ter tudo com a Melissa, mesmo passando por essa provação de assistir de camarote ela requebrando uma dança devassa com o i****a do Scott. Merda! Melissa gosta de me provocar, as mãos do rapaz colado a sua cintura. Desejando, tocando aquilo que me pertencia. Devo ter sangue de barata, só pode! Inferno! Mas ela vai me pagar quando chegar o momento certo, se acha que farei cena na frente de todos os alunos em peso está muito enganada. Seus poderes psíquicos deve estar avisando isso para ela devido seu olhar sério sobre mim. *** Melissa Depois de uma hora de dança com esses meninos, não dou chance de Scott ir a frente de suas investidas, deixando-o boladão comigo. Abraão achou quem ele queria e estava no canto da escada dando uns amassos na garota. Ao passar por eles aviso que era melhor procurar um quarto ou qualquer lugar mais privado, visto que o lance estava esquentando demais, ao ponto de causar excitaçã.o em outros fulanos virgen.s na festa. Me distanciei ao máximo do loiro, sabendo que ele ficaria mais put.o, sabia das intenções de me levar pra cama, mas isso era normal. O tempo inteiro convivo com isso, com essa expectativa deles tentar e da frustração de não conseguir. E se forçar sei me defender maravilhosamente bem. Descobri o toalete facilmente, o mapa do casarão veio em cheio assim que pensei nele. Não existia limites para os meus poderes, nunca seria surpreendida pelos maus feitores que desejam a minha volta para um lugar onde não existia o meu querido Rafael. Entrei no banheiro, olhando de cara a minha imagem no espelho, adorando-me como sempre. Por questão de etiqueta tranquei a porta, me valendo das necessidades fisiológicas do corpo de qualquer mortal. Após finalizar lavei as mãos, mas uma intensa e desesperadora batida na porta despertou todo a libido reservado unicamente a ele. Meu homem. Sorrindo abri aquela porta, recebendo um ataque repentino do professor de terno e gravata borboleta, não esquecendo-se de trancar para facilitar sua real intenção de estar aqui. Me comer pra me dar uma lição! — Sabe o que vim fazer aqui, não sabe? Murmurou áspero forçando seu corpo forte contra o meu, que se espremeu no granito frio da pia. Tocando grosseiramente abaixo do vestido, subindo as mãos até achar as fitas laterais no quadril. Sorri de encontro aos seus lábios que soltava uma respiração esbaforida, exibindo o nível de sua excitação extrema. Além de esfregar o pa.u endurecido na frente do meu corpo Agindo feito um adolescente despreparado. Eu o queria assim, e assim se fez! Aboncanhei aquela boca, na mesma hora soltamos um gemido urgente. Ele desfez os laços frágeis da calcinha, deixando-a cair no piso. Posicionando-me na bancada para apreciar melhor, sentada ali sem desfazer aquilo que nos consumia, ambos passamos as mãos no corpo um do outro de maneira fervorosa, nervosa. Agarrei seu cinto, livrando-o até descer sua calça social. Com o pênis livre, simplesmente o toquei, masturbando-o do jeito que gostava. Aumentando ainda mais o clima explosivo no meio de nós. Tanto t***o me dominando, abracei com as pernas, trazendo tanto sua parte inferior que o seu pa.u deliciosamente pingando pela lubrificação, adentra-se num único movimento na bocet.a que o esperava. Isso trouxe um choque extremo, tanto que afastamos os lábios, fremente, apertei suas nádegas incentivando a cutucar essa entrada escorregadia, pulsante, até me fazer goza.r assim. Nos olhamos enquanto aquele sacolejo permanecia, cada vez mais incandescente, aumentando, alargando. Vendo sua expressão sofrida misturada ao desejo. Soltei-o abrindo as coxas, tirando os calçados usando o poder mental. Repousei os pés naquele granito, pondo os braços para trás, apoiada. Ficando toda arreganhada. Totalmente entregue. — Não... brinca... comigo. — Sussurrou lotado de prazer. Sendo alto a posição lhe caiu como uma luva. Rafael não se conteve, socando mais fundo e forte, pondo seus dedos em volta do meu pescoço, dando uma enforcadinha generosa, nem muito forte, nem pegado leve. O suficiente para permitir minha lucidez. Gemi, adorando esse seu lado feroz. Dominador. — Melissa... — Ah... Não consegui pronunciar mais nada, simplesmente comecei a molhar aquela pic.a. — Oh... Puxou a alça do meu vestido, sem interromper o bombeamento que fazia sem cessar na minha vagin.a. A ação era veloz, e no meio do meu orgasm.o se abaixou amenizando a pegada na minha garganta. Os lábios molhados mamaram em um sei.o, olhei para baixo encontrando aquele par de olhos esverdeados, meio mel, me encarando de volta. Rafael desacelerou o ritmo extremo, apreciando meu rosto, até afrouxar a pegada. Do nada parou desfazendo tudo, e quando avancei enfurecida, puxando sua gravata, sua face petrificada, rancorosa, me deixou ainda mais melada, querendo mais sex.o. — Por que parou? — Quero que fique de costas, vou te ensinar uma nova lição, vai levar casset.e nesse c.u para aprender a me respeitar. Sorri, desejando aprender a tempos essa parte da cartilha.
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