Rafael
Completamente escarnecido a virei de supetão, inclinando-a toda até encostar a face naquele granito. Segurando em suas ancas com ela soltando uns gemidos que agitavam ainda mais o sangue nas veias. Esfreguei o pêni.s no centro, vendo a glande quase entranhando naquele buraquinho, piscando pra mim.
Corri as mãos, abrindo suas nádega.s com ânsia, tanto que babei pela possibilidade da experiência, entretanto uma batida maldit.a atrapalhou o nosso percurso. Logo quando estava tão perto de desbravar seu cuzinh.o.
— Porr.a! Tem alguém aí?! Rafael!?
Apressadamente endireitei a minha aluna, averiguando seu olhar odioso pra cima de mim.
— Já estou indo Renata!
— Que bom, achei que tivesse sido engolido pelo vaso.
— Mas que impata f**a de merd.a. — Murmurou put.a da vida.
Pedi silêncio fazendo apenas um gesto, ela se posicionou contra, até fez birra, mas no final precisou compreender.
Me ajeitei como dava, no minimo apresentável. Decente. Contudo, o pa.u não amolecia fácil. Precisei disfarçar antes de abandonar uma irritada semi-saciada Melissa no banheiro.
***
Melissa
Mas tarde acabei me irritando dessa festa e resolvi ir pra casa sozinha, deixando os rapazes curtir mais um pouco, afinal, a juventude acontecia somente uma vez. Que ironia.
Andei pela calçada a noite, olhando as estrelas do céu, até que senti sendo seguida.
— Está indo pro lado errado, minha casa fica pra lá, Melissa.
Continuei a caminhada, ignorando o passo lento atrás de mim.
— Temos que manter as aparências professor, mesmo que tenha sofrido tanto para estar contigo nessa vida. Antes da hora como o barqueiro disse.
— Não entendi.
Usando passadas largas Rafael conseguiu me alcançar, ficando do meu lado. Olhei-o de viés cruzando os braços, havia esfriado, sentia uma brisa gelada nos braços e na nuca.
Rapidamente removeu o terno, pondo em meus ombros.
— Obrigada, professor.
— De nada, aluna.
Trocamos olhares.
— Vamos para a minha casa, Melissa. — Pediu-me usando um tom carinhoso.
— Vai terminar o que começou no banheiro?
Respirou fundo colocando as mãos nos bolsos da calça, olhou para frente pensativo.
— Não.
— Não?!
O fitei indignada.
— Não me olhe assim. — Disse carrancudo.
— Como você quer que eu olhe?
— Normal, sei que iniciei isso, mas sinto que é cedo demais. Temos tempo amor.
Seu braço caloroso se achegou em volta dos meus ombros.
— E se não tivermos tanto tempo assim, Rafael? E se só...
Seu olhar transborda uma certeza infinita da qual não podia ter.
— Sei que foi difícil para você entender como voltei, mas existe forças sobrenaturais que não nos deixarão em paz.
Ele achou graça.
— Estou falando sério Rafael.
— Sei, mas qual mau estamos causando ao universo por estarmos juntos?
— Queria lhe dar essa explicação, infelizmente não tenho resposta para tudo que me cerca.
— Achei que estivesse acima de nós pobres mortais.
Apertei os lábios.
— No hospital recebi uma visita, e não desejo ser surpreendida novamente, mesmo que o enviado não seja pário para o meu intelecto.
— Então não temos nada para se preocupar. — Falou seguro sobre minha extensa habilidade.
— Enquanto estiverem voltados para minha pessoa, sou brindada Rafael, ninguém pode me matar nessa vida. Morrerei apenas na velhice.
Sorriu charmoso.
— Achei que ficaria jovem para sempre feito uma vampira.
Sorri de volta.
— Não sou imortal e nem bebo sangue de inocentes ou gente r**m.
— Que pena.
Gargalhamos juntos, amenizando o clima azedo entre nós.
***
Ficamos na minha residência, e ele acabou gostando.
Entramos na nossa bolha sexua.l, nos deixando levar a noite toda. Adorava fazer sex.o com o meu Rafael.
Pela manhã já havia levantado deixando um bilhete, tinha aula cedo, o meu turno era mais tarde.
Deitei repensando na nossa festinha particular.
Rafael
Sai deixando-a completamente nu.a entre os lençóis, a manhã estava demorando a passar para estar com ela novamente, mesmo que fosse somente para olhar sua elegância passando pelos corredores, ou assistir sentando na primeira carteira da fila. Só depois ela seria inteiramente minha, na minha casa ou a dela. Únicos lugares seguro para os nossos encontros sexuais, além do amoroso.
Queria ter uma vida social com Melissa, doido para que esse ano passe logo, assim poderei pedi-la em casamento. Casar sempre esteve em meus planos com a Angel então, consequentemente estarei realizando isso com a minha gostosa ex aluna da classe.
A tarde ela compareceu, linda como sempre.
— Teremos uma dinâmica em grupo turma.
Eles concordaram arrumando suas cadeiras sem reclamar.
Apliquei ciente das suas olhadas na minha direção, ficamos assim até o final da aula.
Na saída dei um jeito de avisa-la para me aguardar do lado de fora dos portões, precisava desviar das olhadas enviesadas da Renata. A mulher era muito linguaruda, com uma foto ela me denunciaria para o corpo docente da faculdade.
Quando dei um jeito de sair sem ser seguido, avistei Melissa na rua batendo em um mendigo. Corri para saber o que estava acontecendo, ele não tinha chance com a boxeadora.
— Hei!
Melissa olhou-me raivosamente.
— Fica de fora!
O homem sujo me olhou sinistramente, me dando um susto pelo primeiro impacto. Não existia iris, pupilas, somente uma brancura, mas ele não era cego, conseguia me ver muito bem. Minha aluna não deu nenhuma chance, pois um soco veio em cheio nele, jogando-o no asfalto. Sua atenção se virou totalmente nela que o instrui a lutar até a mort.e. Que papo é esse?
— Melissa pare com isso!
Se ergueu estranhamente e correu fugido.
— Droga! — Berrou pra mim. — Olha o que você fez!
Foi atrás dele sem me dar satisfação, precisei ir, não podia deixa-la sozinha, começava realmente me preocupar esse mistério que a cercava.