Capítulo 14

1021 Palavras
Melissa Infelizmente acabei perdendo o barqueiro de vista, pobre mendigo, sendo usado por esse capataz dos infernos. Ordenado por seres de luz, como respondeu o velho maltrapilho. Provavelmente saltou pelos tetos da casa feito um gato, suas habilidades estavam evoluindo, deixando-me super preocupada. — Melissa! Rafael veio gritando, bufei estressada, falei pra ele não atrapalhar. Me virei com as mãos na cintura, encarando-o seriamente. — Te disse para não interferir, Rafael! — Ei, calma. Veio me abraçar, devia estar zangada mas seu calor era tudo o que eu mais queria. Abracei aquele homem sentindo meu coração quase saltar pela boca. — Te amo, Rafael. Não quero que essa guerra espiritual chegue a você. — Oh amor... — Sério, estou falando sério. — Fitei-o, segurando firme seu rosto entre os meus dedos. — Da próxima vez não interfira, deixa que eu me viro sozinha. Falei suplicante. — Melissa... — Suspirou impaciente. — Que tipo de homem seria eu se virasse as costas pra um cenário desses, dando as costas como um covarde. — Mas vale um covarde vivo do que um herói morto, Rafael, nada pode te acontecer. Já disse que eu me viro. — Ele era só um mendigo, o que poderia causar? Apertou minha cintura. — Quero saber o que está realmente acontecendo. — Simples, ele foi enviado. Me soltei dele bruscamente, virando-me de costas. Mas seus braços me envolveram no mesmo instante. Deixei a cabeça tomar naquele peitoral reconfortante. — Por quem? — Não sei ao certo, não faz sentido pra mim, entende? — Então socar caras feito ele será o seu lema? — Ele estava possuído, não reparou os olhos? Temi quando ele te olhou daquela maneira, senti arrepios. — Não se preocupe sei me defender, vamos pra casa. Quero cuidar da minha aluna. Sorri, amando o modo como me tratava. Barqueiro — Quando pensa em trazer a fujona do ciclo dos tempos ao seu lugar? Mirei-os um a um, mas o clarão vindo desses seres atrapalhava a vista. Então as mãos ajudavam a tampar uma certa parte para não trazer tanto incômodo. — Não sei. Fui completamente sincero. Mesmo não fitando nas faces dos superiores sentados em seus tronos, sabia que estavam decepcionados comigo. — A criatura renascida é abastecida por poderes, sabe lutar, agi feito uma super dotada. Esclareci. — Porque ela é, a reencarnada virou uma aberração para esse mundo, não pode estar circulando nessa época com tantos dons. Uns que somente seres iluminados como nós podem ter. A moça tem que retornar e assim recomeçar no ponto onde faremos sua relocação. Nascendo no ciclo correto, como uma humana normal. — Está perdendo suas chances de se redimir, afinal, seu karma é muito ardorosa, preferes continuar levando almas até o final da sentença? — Questionou outro. — Não senhor, quero ter a oportunidade de voltar ao mundo dos vivos em um novo corpo. Nascer novamente. — Então faça o seu trabalho direito, ou nem servirá para atuar mais na sua função! — O quê vai acontecer comigo? — Se falhar... — Uma voz superior surgiu no meio deles. — ... deixarás de existir, banido de sua própria triste existência! Sai dali elaborando uma maneira eficaz de raptar aquela infeliz, talvez usando seu amado consiga traze-la sem problemas. E assim conseguir a minha redenção. Não me recordo quando cheguei aqui, mas sei que cometi algo muito grave na vida passada para ser punido assim. Nem sei se essa imagem de barqueiro é realmente meu, ou emprestado para não saber do meu verdadeiro karma. Enfim, tenho que me preparar para a batalha da minha vida. Rafael Nessa posição podíamos nos chupar sem reservas, essa anca na minha cara, sugando essa bocet.a molhada da Melissa. Sua boca atenciosamente trabalha no meu pa.u do jeito que havia instruindo, sugando-me até tomar o meu caldo grosso. Também recebi seu mel instantaneamente em meus lábios. Troquei-a de posição querendo muito mais, dessa vez enterrar o caralh.o até o talo. — Oh! Meu professor! Tasquei um beijo nela antes de colocá-la de quatro, tomando o gemido sofrego da minha gata. Em seguida me posicionei, pondo uma perna na beirada do colchão. Juntei seus cabelos numa mão, escorrendo o peni.s naquele a******a incrivelmente elástica, tomando a grossura com vontade. Deixando a rab.a toda empinada para o seu macho, martelei nela fazendo-a sentir todo o meu desespero. — Aprenda a não me fazer ciúmes! Nunca mais dance com outro Melissa! Muito menos com um aluno meu! — Oh!Oh! Ainda zangadinho mestre? Olhou-me travessamente de soslaio, mas puxei ainda mais os fios, trazendo aquela cabeça para cima. — Rafael! — Promete! — Rugi metendo mais, socando fundo feito um lunátic.o. — Sim.... — Murmurou gozando outra vez na pic.a do seu dono. — Isso! Você pode ser até poderosa, mas não banque essa conduta pra cima de mim de novo, eu não permito! Sou teu e de mais ninguém, ouviu?! Nossos sexo.s se chocando era maravilhoso. — Ouvi! Ahhhh... — Diz que é só minha! — Sou somente sua Rafael. Soquei naquela fend.a até faze-la desmaiar de tanta trepad.a. *** Pela madrugada Melissa me convenceu a mergulhamos em outra vida passada, talvez assim encontrássemos respostas. A razão dela estar sendo perseguida, e do medo que tinha de me perder devido a esses últimos acontecimentos bizarro.s. Mas para não desgasta-la, sugeri que ficassemos de mãos dadas, deitados na cama, diferente da última vez quando ela ficou por cima. De olhos bem fechados adentrei nas profundezas da sua mente, e rapidamente fui tragado ao cenário principal. Diferentemente daquela vez, consegui não só assistir, ser um mero viajante invisivel olhando o espetáculo acontecer, mas sim, virei o protagonista, porém não podia agir contrário aquela ação que já foi escrita anos atrás, apenas seguia o roteiro como se participasse de um teatro. Me vi na frente de um espelho, olhando aquela imagem de corpo inteiro usando roupas medievais do século 18. Tinha olhos claros, cabelos encaracolados, loiro. Um lorde com posses. De repente fui chamado por uma senhora. Sai do quarto sabendo que era o maior momento da minha vida, mas não estava preparado para assumir um casamento planejado.
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