O jardim lunar ainda resplandecia com a luz que tinha irradiado de Isla durante seu despertar. As árvores prateadas balançavam levemente, como se observassem, silenciosas e vigilantes. A noite estava calma, mas por trás daquela serenidade havia um presságio. Algo antigo, algo que se movia nas sombras, havia sentido o despertar da Rainha Prateada. Isla respirava fundo, tentando controlar a energia que ainda vibrava dentro dela. Cada batida de seu coração parecia pulsar na própria lua. Natasha estava ali, mas ainda distante — sua presença era um eco, uma sombra prateada que não conseguia se conectar totalmente. Isla estendeu a mão e tocou o espaço vazio, sentindo apenas o frio da distância. Lucian… — sua voz saiu trêmula, mas decidida — ela não responde mais como antes. É como se estivesse

