A chuva começou a cair pouco depois do meio-dia, fina como um véu que m*l tocava o chão antes de evaporar na energia inquieta que dominava Eryndor. O castelo inteiro parecia sustentar um único fôlego preso, como se cada pedra pressentisse que o que estava prestes a acontecer definiria não apenas o reino, mas o mundo conhecido. Isla caminhava pelo salão principal acompanhada de Lucian, mas a sensação que apertava seu peito crescia desde o amanhecer. A Deusa havia sussurrado novamente durante a madrugada, mas não como antes; não foram alertas, nem sinais fragmentados. Foi um chamado. Um pedido. E uma verdade ainda envolta em sombras. Lucian caminhava ao seu lado em silêncio tenso. Ele a observava como se seus olhos fossem capazes de decifrar o que Isla ainda tentava entender. O vínculo entr

