Pré-visualização gratuita A TORTURA
Alice trabalhava no escritório do seu marido Peterson Madson, onde o mesmo a mantinha a força, pois não permitia que ela exercesse sua carreira, já que era formada em literatura inglesa, e adorava livros.
Alice por sua vez nunca disse ao mesmo que não se sentia feliz em realizar tal trabalho, sonhava em trabalhar em editoras, se afundar nos romances, sonhava até mesmo viver tais romances.
Mas como não queria contrária Peterson, ela ficava ali servindo de secretaria para o marido que era um advogado inescrupuloso, fazia de todas as falcatruas para se dá bem nos casos.
— Peterson preciso sair mais cedo hoje, tenho consulta com médico.
— E porque só agora você me avisa, Alice? Você sabe que não gosto que você saia sem mim, e que muito menos me avise as coisas em cima da hora.
— Desculpe, amor, mas é que a secretária do médico estava tentando me encaixar...
— Não quero saber das suas explicações... Desmarque e marque outro dia que eu possa te acompanhar...
— Mas Peterson, se eu não for hoje, posso perder a injeção e depois só mês que vem. Peterson já estava furioso com as argumentações, o mesmo foi até ela, empurrando-a contra a parede apertando seu pescoço.
— Você vai fazer o que eu mandar, não me interessa sua merda. Alice já estava chorando e se desculpando com Peterson..
— Me solta Peterson, eu vou ligar e pedir para remarcar.
— Vai logo sua vagabunda, e ver se não me amola, e quando chegar em casa vamos ter uma conversa séria.
Alice já sabia o tipo de conversa que eles teriam. Estava pedindo a Deus para não ser como das outras vezes. Ele batia, violentava e castigava. A mesma saíra da sala triste, pois não sabia o que mais faria para ele muda, para sua vida muda, já que a mesma se casara apaixonada por esse homem, e ele só a maltratava.
—Eu preciso fazer a minha última tentativa para salvar esse casamento, eu sei que lá no fundo ele me ama, ele me quer como companheira, esposa, namorada e amiga. Pensara ela na tentativa de ameniza a situação.
Mais tarde eles foram para casa, foi um silêncio total. Chegando no prédio que eles moravam, Alice saíra do carro à espera de Peterson como fazia todas as tardes, o mesmo saiu do carro já andando em passos largos olhando para ela com cara de poucos amigos.
Alice por sua vez o acompanhava de cabeça baixa. Peterson chamou o elevador, no qual não demorou muito.
Adentrando o mesmo, apertou seu andar. Quando o elevador começou a anda, Peterson pegou Alice com toda força e jogou contra parede de metal.
— Isso é para você nunca mais me contrariar. Alice começou a chorar, e Peterson começou a deferir socos e tapas nela, a lembrando que ele é quem manda, e que ela não deve jamais desobedecer.
Chegando em seu andar, Peterson continuou batendo em Alice, jogando a mesma contra a porta de seu apartamento.
Ela abriu a porta, e lá dentro ela foi jogada em cima do sofá, onde Peterson continuou batendo e rasgando as roupas dela, logo depois, o mesmo a violentou, deixando marcas de mordidas e vários hematomas.
Alice já não aguentava mais, estava disposta a salva seu casamento mais cedo, mas agora não tinha mais tanta certeza.