CAPÍTULO SETE

1164 Palavras
Donna ficou muito feliz em se aproximar de Luíza e Luíza não cabe em si de felicidade de ter alguém que possa chamar de mãe. Não que ela não ficasse feliz de chamar a avó e minha mãe de mãe. O caso é que Donna é bem mais jovem, mais disposta, lhe dá muito mais atenção, já que nossas mães vivem viajando com nossos pais desde que eles se aposentaram dos negócios. Donna e Luíza vivem passeando, fazendo compras juntas, penteando os cabelos uma da outra, se visitando. Donna ainda vem com um bônus: Luíza pode dizer a todo mundo que tem um meio-irmão, é só não dizer que ele é apenas um mês mais velho que ela e Luíza também é um bônus para Donna que sempre quis ter uma menina e não pode, o parto de seu filho Rodrigo foi muito complicado pois ele e a placenta estavam grudados em seu útero e os médicos tiveram que removê-lo, deixando-a estéril. Luíza está cavalgando pela propriedade com Donna e Rodrigo. Suas cavalgadas sempre são demoradas e eu levo Luíza de volta para casa tarde da noite ou ela passa a noite no quarto que eu mantenho para ela aqui em casa. Estou em meu escritório mexendo em vários papéis de contabilidade e ficando cada vez mais estressado com os números, tenho que descobrir quem é o filho da pu.tah que está me roubando! Há quase um milhão de Euros desviados, só nos últimos três meses! " — O im.becil não tem nem a capacidade de disfarçar! Se ele tivesse feito desvios menores, em várias tran.sações, talvez eu não tivesse notado! Mas ele faz desvios de grandes quantidades de apenas um lugar!" Passo as mãos em meus cabelos e olho para a minha sub ajoelhada, nua ao meu lado. Ela está com seu fone de ouvido, ouvindo suas músicas preferidas num loop infinito em seu smartphone. Estico minha mão e acaricio seu rosto e ela pressiona a bochecha contra a minha mão com um gemido sensual. Meu p.a.u fica duro e eu tenho que aliviar esse estresse. Pego meu celular e ligo para o meu braço direito, Roberto. — Pode falar, Vermattos. — Roberto, preciso do relatório de rotas das metralhadoras dos últimos três meses. — Dentro ou fora da Itália? — De preferência os dois. — Te entrego em duas horas. — Tô aguardando. Obrigado. Desligo o telefone, tiro gentilmente os fones de ouvido dela e vou até o armário na outra parede, pego um chicote longo, de couro cru e volto para a minha mesa, destranco a última gaveta e pego o vi.bra.dor pequeno de formato oval, o prendo numa cinta de encaixe e o ligo. Minha sub estremece ao ouvir o barulhinho da vibração e eu sorrio. Ela sabe o que vai acontecer por ter estremecido. — Levanta. — ordeno baixo, minha voz sai muito ríspida e ela obedece no mesmo segundo. Eu me sento em minha, deixando a cinta com o vi.bra.dor de lado e observo a reação dela. Ela permanece imóvel e não demonstra nenhuma emoção, mas mesmo assim será punida por sua emoção ao ouvir o vi.bra.dor. — De frente para a mesa. — ordeno e ela obedece. — Apoie as mãos na mesa. — ela fica ligeiramente inclinada ao se apoiar — Afaste mais as pernas. — passo a mão desde o clí.to.ris dela até o final de sua bun.da e ela respira com dificuldade. — Você já pode gemer, Gisela. — tive que encerrar o contrato com Niely depois de deixá-la esperando por várias outras noites que Luíza não me soltava à noite. Passo a mão pela extensão de seu se.xo e bun.da novamente e ela geme estremecendo de prazer e meu p.a.u cresce mais ainda. Abro o zíper da calça e coloco uma camisinha que tiro da mesma gaveta que tirei o vi.bra.dor. Faço ela me olhar, pegando em seu queixo e virando seu rosto ligeiramente para meu p.a.u liberto através do zíper e ela morde o lábio inferior com os olhos brilhando de ex.citação. Ela solta um longo gemido sensual olhando eu vestir a camisinha, seus se.ios sobem e descem com a respiração pesada. Vou para atrás dela, deixando o chicote bem à mostra, para que ela saiba o que vai acontecer primeiro. Desço o chicote com força em sua bun.da perfeita e ela geme, então empurro meu p.a.u em sua bu.ceta apertada, ela geme mais alto me fazendo estremecer de ex.citação. Me afasto, me retirando de dentro dela e a chicoteio novamente, ela geme abrindo mais as pernas esperando a estocada forte que lhe dou por recompensa. Faço o mesmo processo mais duas vezes e ouço um baque leve da porta, enquanto estou dentro de Gisela. Viro a cabeça para ver Luíza observando a cena com a porta escancarada. " — Mer.da!", penso fechando o zíper e correndo atrás de Luíza, que sai correndo ao encontrar meu olhar no dela. — Luíza! — chamo por ela que entra em seu quarto e tranca a porta. — Me deixe falar com você? — pergunto contra a porta. — Vá embora! — ela parece chateada. — Lu... por favor, abre a porta? — NÃO! — ela grita. — Luíza... — ME DEIXA, TIO RAPHA! — ela grita ainda mais alto e sua voz sai estridente. Fico desnorteado por um momento. Me recomponho, volto ao escritório e dispenso Gisele. Vou ao banheiro para descartar a camisinha e sento na privada pensando. Claro que a culpa foi minha! Como eu não tranquei a porta, sabendo que ela estava na propriedade? Mas preciso falar com ela antes de falar com Henrique sobre o que ela viu. Quanto tempo ela ficou observando? O baque da porta aberta foi curto e baixo, só encostar na parede, como se o vento a tivesse empurrado devagar. Apoio a testa nas mãos sem saber o que fazer. Tenho que deixar Luíza se acalmar, ou ela não vai deixar eu chegar perto dela. Penso em chamar Donna para conversar com ela e tentar convencê-la a falar comigo, mas fui eu quem fez a cagada, não seria legal meter ela nisso... vou ter que limpar sozinho! Volto para o escritório e deixo a porta bem aberta para que, se Luíza sair de seu quarto, possa ver que não tem mais nada de errado acontecendo e, tudo o que posso fazer é esperar. Acendo um charuto, me sento à minha mesa e fico olhando pela janela. Meu celular toca, é Roberto. — Fala, Roberto. — Acabei de mandar as rotas no seu e-mail... está tudo bem? O que aconteceu? — há preocupação em sua voz. — Não tranquei a porta do escritório e Luíza me pegou com a Gisela... agora ela está trancada no quarto e não quer falar comigo... — Relaxa, logo ela esquece e está sentada no seu colo de novo. Às vezes acho que ela ama você mais que ao próprio pai dela. — Eh... eu vou ter que esperar de qualquer jeito...
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