Seis

2088 Palavras
Eu acho que essa era a pior parte, saber que ele sentia o mesmo. Eu não estava sendo presunçoso e o tempo que continuamos a nos ver só serviu para me trazer ainda mais certeza. Por isso, assim que eu tive uma nova oportunidade, voltei a lhe fazer o meu pedido e eu decidi que não importava quantas vezes ele me rejeitasse, enquanto Yoongi continuasse agindo cheio de manha em meus braços e tivesse aquele olhar, eu voltaria a pedir. — Eu acho que já me perguntou isso. — o peguei de surpresa uma segunda vez. — Não custa nada tentar. — beijei seu rosto e cheirei seus cabelos. Ele me olhou dengoso e acariciou minha orelha, porém, Yoongi não disse nada. Ele não reclamou, não me deu uma resposta e não me deu qualquer desculpa. Só deixou o assunto morrer. — E se você não se importar, eu vou pedir de novo. — o informei. Yoongi me encarou, dava para ver que ele queria dizer alguma coisa, só que ele não ia. — Tanto faz, minha resposta vai ser a mesma. — respondeu apático. — Pago pra ver. Abracei a sua cintura, meu coração acelerava quando eu abraçava o seu corpo nu em sua cama ou simplesmente quando o encontrava depois de um dia de aula e trabalho. Isso não mudara até hoje. Então, eu tinha que começar a ver formas de trazer Yoongi aos poucos para dentro da minha vida. Eu queria passar por cima dos seus motivos. A gente ser diferente não nos impedia de nada e ele nunca conseguiu mudar a minha opinião. A primeira coisa que pensei foi em levar o Yoongi para a minha casa. Depois queria apresentá-lo aos meus amigos e mostrar como fazer parte da vida um do outro não era o bicho de sete cabeças que ele imaginava. Ele estava até mais flexível sobre encontros. Eu tinha conseguido levá-lo a vários outros e a gente se divertia como qualquer outro par. Então, chegou o dia em que eu fiz o convite para a minha casa. A gente sempre se encontrava no seu quarto e eu queria que Yoongi conhecesse o meu e deixasse o seu cheiro viciante em minha cama. Eu o peguei no seu quarto e disse: "Vamos ficar na minha casa hoje?", ele concordou e saímos. Eu sabia como ia ser sua reação quando chegássemos lá, mas eu visava um relacionamento sério com ele, então era melhor já ir lhe acostumando ao meu meio, a minha realidade. Só que no fim das contas, nós dois acabamos tendo grandes surpresas naquele dia. Foi só a gente parar na frente do grande portão de entrada que ele escancarou a boca e exclamou: — p**a merda, você está brincando?! — Eu sabia que você ia falar algo. — mexi nos cabelos, meio sem jeito. — Como não falar, Jungkook? Sua casa é enorme. De repente ele olhou para o sobrenome na entrada e riu, mas logo o sorriso se apagou e Yoongi me encarou super chocado. — Espera... Jeon? — É, Jeon Jungkook... É estranho que nunca falamos nossos sobrenomes. Qual é o seu? Sua resposta acabou me surpreendendo. — Eu tenho que ir embora. — Yoongi deu as costas e eu o agarrei pelo braço, confuso. — Ei, o que foi? — Seu pai é Jeon Chanwoo? — É. — respondi desconfiado. Não por ele saber o nome do meu pai, mas pelo problema que isso parecia prestes a nos causar e de repente o óbvio caiu direto na minha cabeça. — Você trabalha no Kkochi & Kkojhyeo? — ele agitou a cabeça, confirmando. — Não se preocupe, meus pais não estão em casa agora. — Eu não sei, Jungkook, eu não achei que sua família fosse tão influente. Eles não vão gostar nada de saber que o filho deles está transando com um empregado qualquer deles. — Yoongi, não se preocupa com isso agora, você nem aceitou meu pedido ainda. — ri e o agarrei pela cintura, selando nossos lábios ali mesmo. Ele me encarou pensativo e o seu rosto ficou completamente avermelhado, o deixando ainda mais lindo. — É tão grande que mesmo que os seus pais estivessem em casa seria difícil a gente se esbarrar, né? — Raramente tem alguém de qualquer jeito. — o puxei para dentro e o levei direto para o meu quarto. Eu lembro exatamente como Yoongi andou por ele a primeira vez, olhando em volta e deslizando os dedos pelos móveis antiquados, enquanto segurava seus sapatos que ele tinha tirado na entrada e estava andando com ele por segurança, assim ninguém ia saber que ele estava ali. De repente ele virou-se para mim e riu. — Sua cama é meio exagerada, não acha? — Vamos f***r nela do mesmo jeito. — dei de ombros. Agarrei sua cintura e sussurrei em sua orelha, deslizando os dedos por sua barriga e levando sua camisa junto. Yoongi gemeu baixo quando meus dedos ralaram nos seus m*****s, encostei meus quadris na sua b***a e rocei de leve, só provocando seu corpo. — Yoongi, eu gosto tanto de você. — confessei. — Não é só porque você não pode me ter? Ri na sua orelha e a mordi, belisquei seus m*****s. Meu p*u já estava despertando, porque eu sempre me excitava muito fácil com ele, só o cheiro do Yoongi era suficiente para me enlouquecer e eu amava o toque da sua pele. Ele reagia tão bem às minhas provocações também. — Só que eu já gostava de você antes de saber disso. Era a verdade, se eu não estivesse me apaixonando, não teria proposto encontros ou qualquer coisa. Era como ele tinha dito quando eu quis mudar tudo, o sexo seria o bastante, nenhum compromisso e todo o prazer que a gente sabia dar ao outro. Eu nem esperava que ele fosse me rejeitar, se eu soubesse nem teria feito o pedido naquela noite. — Você é i****a, então. Ele virou-se para mim e agarrou a minha camisa, atacando minha boca com um beijo apressado. Apertei as coxas finas e roliças do Yoongi e o ergui. Ele foi logo apertando as pernas na minha cintura. Subi na cama com ele e fiquei ajoelhado, ainda com Yoongi agarrado em mim e, de repente, ele se soltou, rindo, e caiu pesado em cima do colchão macio. Ele era sempre tão lindo e quando ele deslizou o pé pelo meu corpo, eu o peguei e beijei, fazendo ele rir de cócegas. O puxei e ele parou de rir e me encarou sério, soltando um gemido surpreso. — Você devia usar shorts mais vezes. Enfiei minha mão pela sua coxa para dentro do short preto folgado que ele usava e a arranhei de leve. — Gosta das minhas coxas? Afirmei, abaixando a cabeça para o meio das suas pernas e rocei a boca na sua ereção. — Tanto que foderia elas? — propôs, abrindo bem suas pernas. Puta merda, ele sabia me provocar como ninguém. Me sentei e fiquei olhando ele tirar a sua roupa toda. Quando ele estava completamente nu, eu tirei a minha camisa. Yoongi se ajoelhou bem na minha frente e abriu minha calça. Ele pegou o meu p*u e começou a esfregá-lo. O encarei gemendo e toquei sua cintura, encarando seu corpo. Acabei não resistindo e ataquei o seu pescoço e ombro com mordidas. Meu p*u começou a escorrer e a fazer um barulho mais alto, porque Yoongi se empolgou e bateu uma punheta mais forte para mim. O puxei para o meu colo e ele foi logo rebolando sobre as minhas coxas, pressionando sua ereção na minha. Nossos paus estavam molhados e escorregadios. Ele apertou os meus cabelos e os puxou. Segurei a sua b***a e a apalpei, aumentando o ritmo do seu balanço. — Yoonie. — chamei a sua atenção. Ele me encarou e eu enfiei meus dedos na sua boca. Ele os chupou e quando estavam prontos, os deslizei pela sua entrada, a deixando bem molhadinha. Ele estava tão e******o que dava até para sentir ele pulsando nos meus dedos. Encaixei a boca no seu mamilo e o deixei bem molhado de saliva. Acabei me excitando tanto que enfiei logo os dedos dentro dele — a frequência dos nossos encontros tinha aumentado, por isso eu sabia que não ia ser incômodo para ele, já que a gente tinha fodido há uns dois dias atrás. Yoongi me beijou e mordeu meu lábio, em troca dei uma palmada na sua b***a. Ele me encarou gemendo sem parar, cheio de manha, e pediu para que eu o lambesse. Eu nem hesitei. O empurrei para a cama e o fiz se virar para mim. Ele levantou a sua b***a redonda para mim e pareceu um convite perfeito para eu lhe dar mais algumas palmadas. Seu buraquinho se contraia a cada tapa. Apertei a sua b***a, a abrindo, o deixando bem exposto e abaixei meu rosto na sua direção. Lambi ele todo e quando eu enfiei a minha língua, a flexionei, o fazendo tremer e seu gemido falhou. Depois de um tempo, fui beijando suas costas e ele se ajoelhava, até que eu cheguei na sua nuca e a enchi de cheiro. Yoongi apertou suas pernas e se empinou. — Não quer? Apertei sua cintura e meti meu p*u entre as suas coxas, como ele tanto mostrava querer. Lhe dei uma estocada certeira e ele gemeu alto, enquanto meu p*u roçava e molhava seus testículos. — Eu aposto que seu quarto é a prova de som. — confirmei com um gemido rouco. — Então, você devia me fazer gemer bastante. — Eu vou fazer. Peguei seus m*****s e os apertei, lhe fodendo. Ele virou o rosto e me beijou, passando a língua pelos meus lábios. Yoongi jogou o corpo para frente e ficou de quatro, rebolando. Tremi quando o ouvi e o assisti se masturbar. Sua entrada estava pulsando. Chupei meu dedo de novo e o enfiei nele, mexendo dentro dele devagar. Seus gemidos eram incríveis, eu podia ouvi-los na minha cabeça mesmo agora e mesmo que ele tivesse acabado de deixar minha cama, eu sentia meu p*u querer despertar. Me toquei apertando de leve e gemi rouco, lembrando como Yoongi esticou a mão para minha gaveta, nesse móvel obsoleto. Ele o abriu e sorriu, enfiando a mão dentro. — Eu sabia. — me mostrou a camisinha. — Quantos outros você já trouxe aqui? — Quantos já levou no seu? — revidei. Yoongi riu divertido e se deitou com a barriga para cima. Me disse para ir pegar a camisinha dele e quando eu fui, ele me agarrou e beijou. Nossos corpos ansiavam por contato. Ele parou o nosso beijo ofegante e me entregou a camisinha. Pediu para que eu a colocasse logo porque ele me queria e, enquanto eu me livrava de vez do restante das minhas roupas e vestia a camisinha, ele pressionava os dedos no seu buraquinho e gemia manhoso. Eu adorava os seus gemidos dengosos, mas naquele dia eu só queria fazê-lo urrar de prazer. O agarrei pela cintura e o virei na cama com muita facilidade. O corpo do Yoongi era leve demais para mim. Disse a ele como tinha gostado do jeito que ele estava antes. — Coloca isso aqui... — o instruí, colocando um travesseiro embaixo do seu baixo-ventre. Ele deixou o seu corpo descansar sobre a almofada macia e sua b***a ficou bem empinadinha. Acariciei sua b***a e dei uma palmada. Ele agarrou os lençóis da cama e dobrou mais a sua coluna. Me encaixei entre as suas pernas e Yoongi as abriu bem e dobrou os joelhos, mantendo os pés na altura dos meus quadris. Ele estava tão ansioso que só de encostar na sua b***a, ele gemeu e afundou o rosto na cama. — p***a, me fode logo. — suplicou com a voz pesada. Pousei a mão na sua lombar e enfiei o meu p*u devagar dentro dele, assistindo como o abria, e ele moveu os quadris angustiado. — Uau, você está tremendo. — provoquei. — É porque eu estou com muito t***o, eu quero tanto o seu p*u. Eu gosto tanto de f***r com você, Jungkookie. — confessou cheio de segundas intenções. O desgraçado sabia como tirar meu controle e eu sabia que era a sua cartada pelo jeito que ele sorriu quando meu p*u latejou dentro dele e eu descontroladamente o fodi como tanto gostávamos. Tão forte que seu corpo se movia bruscamente com o impacto e cada coisa que ele dizia era: — Jungkookie...
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