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Uma vida no morro

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Sinopse

Depois da Morte de seus pais, Lara resolveu ir morar com o seu namorado, no começo tudo foram flores, mas depois de alguns meses, ele começou a agredir a menina, e as traições era uma rotina que ele não ia deixar de seguir, cansada dos abusos, ela fugiu para morar com seu irmão Neurótico no Complexo da Maré.

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Lara Me chamo Lara Tenho 24 anos,sou casada com o Júlio há 4 anos, namorávamos no ensino médio, ele o cara bom e com dinheiro, e eu a mais esquecida da sala. Fazíamos um belo casal. Eu morava sozinha desde os 16 anos, meus pais faleceram, quando eu era bem novinha. Minha mãe dizia que nós moramos na favela e que eu tinha um meio-irmão lá. Eu sempre vi alguém me viajando em todos os cantos quando a minha mãe se foi, ele um dia finalmente se aproximou. Descobri que ele é sub do dono do Morro, não fazia ideia do que era, ele me disse que era como um segundo chefe, fiquei chocada Eu não lembrava de como era a favela só sabia O que via na internet, e nos jornais. Ele comandava o complexo da maré, lá é uma das mais perigosas eu sei. Ele me perguntou se eu estava bem, e se eu precisasse dele era pra eu ligar, eu disse que estava bem, até por que eu vivia realmente bem. Eu tinha parado a faculdade de administração por que o Júlio disse que tinha ciúmes e que o dinheiro dele dava pra nos sustentar por anos e anos. Eu nunca soube da de onde vinha o dinheiro dele, ele dizia que tinha uma herança e que investia no mercado financeiro, nunca vi problemas. Há três anos atrás, onde Tudo começou. Ele retirou a máscara de bom moço, fiquei horrorizada com tudo que ele começou a fazer e de como ele começou a agir Eu perguntei por que ele andava bebendo, chegando em casa com os olhos vermelhos, perguntei por que ele andava tão estressado. Ele disse que sempre fez isso, a diferença é que eu nunca tinha percebido, e que agora ele já não tinha tanto interesse em mim, não tinha por que se esconder. Suportei isso, os chupões que ele chegava em casa, me dando a certeza de que tinha alguém além de mim. E por que eu aguentei isso? Porque eu o Amava loucamente, chorei todas às vezes que ele chegou assim. Mas logo vieram as drogas, logo vieram as agressões, ele me espancava sem dó algum. Depois das agressões ele sempre vinha pedir desculpas, e sempre queria ter relações comigo, mas me diz como eu ia ter relações sexuais toda quebrada e com o coração sangrando de tantas mágoas? Ele ouvia o meu não, até um certo tempo atrás, onde ele não pedia, não pedia para entrar em mim, ele me agredia e sorria enquanto tomava o que ele queria a força. O que eu era nas mãos dele? Um nada. Isso foi despertando um lado r**m em mim, comecei a ter ódio dele, nojo eu já tinha há muito tempo. Mas esse sentimento novo em estava me dominando. E eu fui ficando com raiva de mim mesma, onde estava o meu amor-próprio? Onde estava a minha fé? Eu deixei esse desgraçado tirar tudo isso de mim, e estava cansada disso. Como eu não percebi o monstro que ele era antes? Tava tudo tão claro. A raiva por uma roupa curta, as discussões, se alguém olhasse para mim, não me queria com amigas, não permitia estudar ou trabalhar, não me permitiu viver mais. E eu cansei, eu cansei disso!! Eu não aguentava mais tanta humilhação, eu vou me separar desse desgraçado, eu preciso viver a minha vida, eu preciso ter o controle sobre mim de volta. Arrumei as minhas malas, e esperei ele sentada no sofá, sabe quando você não sabe o que vai fazer, se sente perdida e como se o meu mundo fosse parar sem ele, mas mesmo assim, eu sabia que se não saísse disso agora só sairia dentro de um caixão. A porta foi aberta com força, mas dessa vez ele estava acompanhado por uma mulher muito bonita, eu tentei falar, mas ele me ignorou completou, ele olhou para ela e riu da minha cara, eles começaram a t*****r ali, comigo presente, e um momento de desespero e nojo eu sai correndo, corri o mais rápido que eu pude eu juro, mas não adiantou, eu senti alguém puxar o meu cabelo com força, o que me fez cair no chão, ele começou a me dar soco e chutes fortes, eu chorava, e gritava, desesperada, mas ninguém veio me ajudar. Julio: você achou que ia se livrar de mim dua vagabunda, você me pertence, você só sai da minha vida morta - ele falou enquanto me batia. Eu comecei a sentir fraqueza, e a última coisa que eu lembro e dele me arrastando pelos cabelos.

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