NOITE. ENTRADA DA FAZENDA. BENJAMIN VOLTA DO BAR. TUDO ESTÁ EM SILÊNCIO, APENAS BARULHO DE GRILOS E OUTROS INSETOS NOTURNOS VINDOS DO MATO AO REDOR A CASA. A ENTRADA ESTÁ ILUMINADA POR UMA LÂMPADA NA VARANDA QUE CELESTE SEMPRE DEIXA ACESA. Desta vez Benjamin não ficou bêbado. E não porque não quisesse. Ele apenas pensou que o álcool em suas ideias apenas o faria ficar pensando em Rebecca e naqueles sentimentos esquisitos que sentia. O problema não eram os sentimentos em si, mas o fato de nunca tê-los sentido antes, daquela maneira intensa. Até aquele momento de usa vida, ele apenas se divertiu e sempre manteve tudo sob controle no que dizia respeito aos seus sentimentos. Rebecca, porém, bagunçava tudo em seu peito. E Benjamin nunca imaginou que logo sua antiga amiga de infância seria capa

