SAIDA DO CIRCO. CELESTE ESTÁ SENTADA EM UMA MURETA AO LADO DO CARRO DE PIPOCAS. LUZES E PISCAS PISCAS DO CIRCO BRILHAM ATRÁS DELA. TOCA UMA MÚSICA PARECIDA COM AQUELAS DE CAIXINHA DE MUSICAS, UM SOM DE ACORDEOM. COISAS DE CIRCO. -- Ô, Celeste, cẽ tá brava com eu? -- Jacinto ofegava depois de ter corrido atrás dela. -- Eu não, por que eu ficaria brava? -- Disse Celeste desconversando. -- Num sei. O cê pareceu ficá brava lá quando achô que a Bertoleza mais eu era namorado, ara! -- Eu não ligo, Jacinto. Não é da minha conta. Agora me deixa sozinha. -- Ieu num vô deixá o cê sozinha. Como o cê vai vortá pra casa, hein? -- Eu me viro. Agora pode voltar lá pra sua namoradinha. -- Mas muié, eu num sô nada dela não, ara. -- Então por que a trouxe ao circo? Ela disse que você deu até flores

