Pré-visualização gratuita Familia Swan's
Nota autora: obrigada desde de já a todas(o) que vão ler minha história. Quem puder deixar algum comentário nos capítulos é importante para saber o que vocês estão achando da história.
Espero que todos se divirtam-se e desculpa os erros, eu me esforço para revisar mas sempre acaba passando algumas coisas. Boa leitura gente!
On Kate
" As vezes, quando se é jovem, você acha que nada pode te machucar. É como ser invencível. Sua vida toda está a sua frente e você tem grandes planos"
Meu nome é Kate Swan essa é minha história, tenho 23 anos sou de uma família tradicional dos Estados Unidos por assim dizer. Minha família é dona de 20 estados do nosso país. Controlamos os lances ilegais drogas, bebidas, cigarros, corridas, jogatinas e apostas.
Também temos alguns hotéis e uma empresa de transporte que serve pra lavar o dinheiro das coisas ilegais, em nossa folha de pagamento temos políciais, FBI, vereadores, deputados, prefeitos e bom o presidente quer que tudo seja o menos sangrento o possível então fazemos isso.
Meu pai Mike é o chefe de tudo, qualquer coisa que acontece passa por ele, meu pai me ensinou tudo que eu sei sobre armas, lutas, estratégias e controle. Desde criança fui treinada pra ser o que sou hoje, não existem questionamentos, eu nasci pra ser o que sou e pronto.
Eu tinha 3 irmãos o mais velho Jonh ele tem 28 anos, Maya tem 25 anos, Eu com 23 e depois Taylor com 20 anos, éramos unidos, treinamos juntos, vivemos juntos. Minha mãe Clara é uma mulher forte, justa em tudo que se propõe a fazer, ela é o elo de paz entre a gente.
Temos mais de 20.000 mil homens e mulheres que fazem parte dos Swan's eles estão espalhados pelo país em nossos estados e alguns nas prisões. Eu e minha família moramos em San Francisco Califórnia um dos nossos estados, nossa casa é cercada de seguranças e proteção.
Cada um dos meus irmãos cuidam de algum dos nossos negócios e estados, eu cuido do Arizona e Nevada, cuido de tudo que rola neles qualquer coisa tem que passar por mim.
Jonh fica com Colorado e Novo México, Maya com Texas e Louisiana, Taylor com Oregon e Washington. Os outros estados ficam com pessoas de confiança da família. Nossos estados são todos do Oeste e dois estados do Sul. A outra família Garcia's ficam com mais 20 estados e os outros 10 estados do nosso país fica com suas gangues locais.
- Kate seu celular não para de tocar- olhei pra ela, Flavie que estava na porta do banheiro enrolada em um lençou branco.
- Já vou - falei desligando o chuveiro.
Flavie era tão linda, divertida e espontânea, com seu sorriso fácil, olhos castanhos e cabelos longos da mesma cor, só tinha um problema; ela era uma Garcia e não uma qualquer era filha do Jonas chefe deles que são a família rival da minha.
A gente não namora, é só sexo que começou a uns 6 meses atrás em um encontro inesperado na Itália, foi ótimo então continuamos, nossas famílias não sabem, não é proibido se envolver com um Garcia porém isso nunca aconteceu, talvez meu pai crie uma regra depois que descobrir.
Vesti minha roupa rapidamente tínhamos sempre que andar com roupas mais formais o que eu odiava, vesti uma calça social preta e uma camisa social da mesma cor, coloquei meu pequeno salto, deixei meus cabelos soltos mesmo e sai do banheiro, Flavie estava sentada na cama com um cigarro na mão, p***a era tão sexy, meu celular fazia um baralho irritante na cabeceira da cama.
- Essa merda tá enchendo meu saco, acho bom atender, está escrito pai e ele já ligou 5 vezes - ela disse calmamente.
- Merda - falei, pegando meu celular rapidamente - Alô pai - falei fechando os olhos já me preparando pro que viria.
- Kate posso saber a onde você está que não atende essa merda de celular? - perguntou com raiva, suspirei abrindo os olhos.
- Desculpa pai, o celular estava no silencioso e eu estava no banho - falei, Flavie me olhava sorrindo se divertindo com a situação, revirei os olhos
- Onde você esta? - perguntou.
- Las Vegas, minha cidade - falei, eu amo esse lugar.
- Esteja em San Francisco essa noite, reunião de família as 19 horas - falou e desligou.
- p***a - falei olhando pra tela do celular.
- Ele desligou na sua cara - falou Flavie rindo, revirei os olhos.
- Me erra - falei, ela riu mais - Tenho que ir até San Francisco, você sabe por onde deve sair pra ninguém te vê no meu hotel - falei.
- Sim senhorita Swan - falou, ela me afronta ninguém faz isso, eu até gosto - Vou voltar pra minha cidade Miami - falou, assenti.
Me aproximei dando um selinho em Flavie, peguei minha arma na cabeceira da cama ela era prateada com detalhes em dourado banhada a ouro uma glock 20, calibre de 10 milímetros semi automática com capacidade de 10 tiros, coloquei ela no cós da minha calça nas minhas costas saindo rapidamente, eu tinha que dirigir até San Francisco, se eu me atrasar meu pai vai querer ver sangue e é literalmente.
Antes de ir embora passei no quarto do meu braço direito aqui em Nevada Lucas Bernardi, bati na porta algumas vezes até ele abrir só de boxe e um sorriso cafajeste no rosto, p***a ele era muito charmoso. Ele tinha músculos, olhos verdes e cabelo curto preto, e um sorriso cafajeste no rosto.
- Oi Kate pra onde vai com presa? - perguntou com sua voz atraente, não vou mentir, já tivemos um rolo.
- Vou em casa, reunião de família - falei.
O braço do Lucas estava esticado no batente de porta com isso dava para ver perfeitamente o S de Swan tatuado no braço direito, era a tatuagem da nossa família e todos que tinham uma era m****o do nosso cartel. Lucas entrou porque o pai dele fazia parte, o pai de Lucas morreu quando ele tinha 13 anos e desde então minha família cuidou dele, Lucas hoje tem 27 anos e é um dos membros mais confiáveis que temos que não é um Swan de sangue.
- Sempre sai coisas boas disso né? - falou com um sorriso irônico.
- É, sempre - falei cínica - Cuida das coisas pra mim, qualquer coisa é só me ligar - falei.
- Pode deixar - falou dessa vez mais sério.
Sai do meu hotel no centro de Las Vegas a cidade do pecado era minha, eu amava cada canto desse lugar, entrei no meu carro um Bugatti Chiron Super Sport +300, o carro mais rápido do mundo, nos testes ele chegou a alcança 490,3 km/h, só existem 30 no mundo e um deles é meu, ele é preto com detalhes laranja.
Acelerei meu carro pelas avenidas de Las Vegas até pegar a estrada pra San Francisco, olhei minha tatuagem no braço, o brasão da minha família que foi tatuado na minha pele quando completei 18 anos, uma das nossas tradições era que quando um m****o da família Original completa 18 anos ele entra de vez pros negócios da família a tatuagem é um rito de passagem, quem criou essas regras e tradições que chamamos de código foi minha quinta geração por parte de pai em 1787 a mais de 234 anos.
Eu carrego nas costas toda uma história de 2 séculos, eu não tive uma infância fácil, tudo foi cercado de treinamentos com armas, lutas, navegação, história da minha família e várias outras coisas, na verdade eu não tive infância, tudo foi baseado no código desdo meu nascimento até esse exato momento.
Eu tinha apenas 23 anos mas já tinha feito coisas ruins, que me assombra todos os dias quando deito minha cabeça pra dormir. Não me orgulho disso, das pessoas que machuquei, mas eu fui criada pra não sentir desde sempre.
Eu estou até quebrando as regras ficando com uma rival mas esse é o nível máximo de desobediência que eu posso fazer, tudo que é dito pelo meu pai eu faço, sem questionar, é o código. E no final tem que ter regras se elas não existem tudo desmorona.
Dirigi até San Francisco rapidamente sem ligar muito pras multas de trânsito, elas nunca chegam em casa, cheguei em San Francisco no final da tarde. Moramos em uma mansão gigantesca em um condomínio que é da minha família a 100 anos, só entra aqui quem é autorizado.
A casa é enorme, jardim, piscina, 20 quartos, duas salas, uma academia, biblioteca, sala de lutas, estande de tiro, cinema, salão de festas. Tudo é muito claro, janelas de vidro e uma parede inteira de vidro virada pro jardim que da direto no oceano Pacífico.
Estacionei meu carro na minha vaga na garagem, comprimentei alguns seguranças que ficam fora da casa, dentro só família, membros próximos como o Lucas, convidados e empregados. Assim que entrei em casa dei de cara com Maya minha irmã uma mulher linda de cabelos longos pretos, olhos castanhos claros, sentada no sofá conversando com Eliza uma n***a linda, alta, corpo esbelto, cabelos curto pretos e olhos castanhos escuros, as duas usavam vestido Maya um preto e Eliza um azul escuro.
Eliza era praticamente da família, os país dela morreram em um acidente de carro provocado pelo cartel do Canadá no estado de Montana que era disputado com os canadenses, meu pai se vingou de todos e o estado é nosso, Eliza cuida de tudo que acontece lá. Os país dela eram amigos íntimos da família, Eliza tinha apenas 3 anos na época e foi criada com a gente nessa casa, ela era minha irmã, meus país a tratava como filha, hoje ela tem 23 anos.
Eliza teve a mesma criação que a minha, mesmo treinamento, mesma educação, mesmo tudo. Ela era minha quarta irmã.
- Olha só quem chegou - falou Maya.
Sorri e fui abraçar as duas, antes de sentar no sofá peguei um copo de uísque na nossa adega no canto da sala, onde tinha várias bebidas disponíveis, me sentei no sofá.
- Vocês sabem o teor da reunião de família? - perguntei, tomando um gole da minha bebida que desceu quente pela minha garganta.
- Não, mas deve ser importante, até Tania e Kleber estão aqui - falou Eliza.
- Que merda - falei.
- Oi, Kate que bom te vê também - olhei pra escada vendo Kleber descer dela com Tania ao seu lado.
- Olá primos - falei virando meu copo de uma vez, eu iria precisar.
Kleber era lindo não vou negar, olhos verdes, cabelos perfeitamente penteados curto castanhos claro quase loiro e o famoso sorriso psicopata, Kleber era sádico, ele vestia suas famosas roupas sociais camisa branca com a manga dobrada até os cotovelos e calça social preta, Tania incrivelmente linda também, cabelos longos castanhos quase loiros, olhos castanhos esverdeados e igualmente sádica, ela estava em vestida como de costume também, vestido no joelho preto de alça e um pequeno salto.
Kleber toma conta do estado do Kansas, Tania do Utah, Kleber se sentou ao meu lado passando um dos braços pelo meu pescoço, olhei pra ele irritada. Eles eram Swan's originais.
- O que será que o Tio Mike quer com a gente? - perguntou o i****a.
- Não sei - falei brava tirando o braço dele do meu ombro mas ele colocou de novo.
- Las Vegas tá bem né Kate, mas o Arizona está um pouco bagunçado - falou tentando me provocar.
De forma rápida tirei minha arma das minhas costas, engatilhada e coloquei no pescoço dele, seu sorriso irônico logo desapareceu, dessa vez foi a minha vez de abrir um sorriso irônico pra ele.
- Minha arma iria adorar explodir seu cérebro - falei, ele engoliu em seco.
- Ah vi que já se encontraram crianças - ouvi a voz do meu pai invadir a sala.
Não tirei os olhos do Kleber que me encarava, travei a arma devagar tirei do seu pescoço, ele tirou o braço do ombro e se levantou, melhor assim. Olhei pro meu pai e pra minha mãe que também estavam na sala, Clara linda como sempre em um vestido longo preto e meu pai em um termo, ele vive de terno.
- Vocês não conseguem ficar 24h embaixo do mesmo teto sem apontar uma arma um pro outro não é? - perguntou minha mãe.
- Faz parte do ritual Swan - falou Jonh meu irmão enquanto descia a escada.
John lindo, na real todos os Swan's são lindos, está na genética, meu irmão estava com a barba um pouco grande, sua camisa social azul claro com três botões aberto, meu pai não gostava muito desse estilo dele.
- Tio Mike meu pai falou que chegara mais tarde, ele tinha alguns assuntos pra resolver - disse Tania, falando do meu tio Aron irmão do meu pai, a mãe dos meus primos morreu a 4 anos atrás de câncer.
- Sem problemas, até as 19h não se matem - falou meu pai saindo da sala.
Me levantei do sofa e coloquei mais um copo de uísque.
- Faz um tempo que não ficamos embaixo do mesmo teto - falou Maya.
- Agora eu sei porque - falei encarando Kleber que novamente sorria pra mim.
Eu e Kleber temos história, ele basicamente me forçou a matar pela primeira vez quando eu tinha 16 anos, na verdade fazia parte do código, um dos treinamentos de um original Swan. Depois que fazemos 16 anos quando algum traidor ou inimigo aparece ele tem que morrer pelas mãos do m****o da família que tivesse completando 16 anos, era um ritual de obediência ao código. Kleber tinha matado antes de mim, ele basicamente brigou na escola o menino acabou ferindo ele com um canivete, ninguém mexe com um Swan e vive.
Kleber poderia ter evitando, no fim das contas tirei a vida de alguém por besteira, eu era apenas uma criança matando outra criança, o rosto do Rodolffo me assombra até hoje, de todas as pessoas que eu já machuquei ele é a única que eu me arrependo de verdade, os outros mereceram. Anos depois Kleber falou que fez de propósito, ele era um sádico babaca.
- O amor Swan é inspirador - falou Eliza.
A porta se abriu e Taylor entrou, com óculos escuro e um mala preta, ela tirou o óculos e nos encarou, ela não parecia muito feliz, e Taylor como não podia fugir a regra era linda cabelos longos castanhos, olhos verdes, corpo cheio de curvas, ela era a mais nova entre a gente e ela odiava vestir roupas formais, ela estava até de calça jeans e uma camisa preta discreta.
- Nada como o lar - falou ela.
- É, as ameaças já começaram- disse Maya sorrindo.
- Que bom que ainda estão vivos, não quero perder isso - Taylor falou se divertindo.
Me levantei indo até onde tinha bebidas coloquei mais um copo de uísque e virei, vai ser uma longa e desesperada noite. Nós 7 crescemos juntos nessa casa, treinamos juntos, no fundo a gente se ama mas temos personalidades opostas, eu morreria por qualquer um deles mas isso não significa que eu não mataria um deles com minhas mãos, os outros não podem mas eu posso. A missão era essa não posso matar ninguém mas quase falhei na missão com 1 hora de convivência.
As vezes, quando se é jovem, você acha que nada pode te machucar. É como ser invencível. Sua vida toda está a sua frente e você tem grandes planos...