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A Babá da Minha Filha

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reincarnation/transmigration
HE
amigos para amantes
colarinho azul
alegre
escritório/local de trabalho
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intro-logo
Sinopse

Alessandra Mendonça uma mulher de 27 anos, ficou responsável por sua sobrinha Camily, depois que sua irmã e seu cunhado sofreram um acidente de carro e perderam a vida.

Com o problema financeiro que Alessandra está passando, ela se vê obrigada a arrumar um segundo emprego e melhorar nem que seja um pouco a sua vida.

Então o destino entra em ação. Alessandra conhece Jonas Miller, um homem sedutor e muito atraente, porém não esta aberto para o amor, seu passado não permite que ele confie nas pessoas.

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1° Capítulo
Alessandra — Titia, acorda, já é de manhã! — Uma vozinha meiga me despertou. Abri os olhos lentamente, acostumando-me com a claridade do quarto, e um sorriso se formou em meus lábios ao ver o rostinho mais lindo do mundo. — Bom dia, princesa — beijei sua testa. — Bom dia, titia — Camilly desceu da cama, apressada para sair do quarto. — Aonde você vai? — perguntei, rindo. — Quero comer! — disse, batendo palminhas. — Não vai me esperar para tomarmos café juntas? — fiz um bico. — Olha, titia — ela apontou para a barriga —, se ela não estivesse roncando, eu te esperaria. Ela saiu do quarto correndo, e eu ri do seu jeitinho fofo. Arrumei a cama e fui para o banheiro. Dei banho em Camilly, coloquei seu uniforme, preparei seu café, e a deixei comendo enquanto eu voltava para o meu banho. Tomei um banho relaxante, vesti o uniforme do trabalho e segui para a cozinha. — Demorou muito, titia. Você tem que ser mais pontual — disse ela, erguendo o dedo indicador e mordendo o pão. — Está bom, da próxima vez acordarei mais cedo e tentarei ser mais pontual — ela abriu um sorriso e voltou a comer. O café da manhã foi tranquilo. Conversamos e rimos bastante, mas Camilly tinha a escola e eu, o trabalho, ao qual era obrigada a comparecer, se não a demissão seria certa. — Tchau, meu anjo — a abracei apertado na porta da escolinha. — Tchau, titia. Tenha um bom trabalho — ela sorriu. — Obrigada, amor. E você, vê se se comporta — ela balançou a cabeça e entrou na escolinha até que eu não consegui mais vê-la. Fui para o trabalho, e, minha nossa, a lanchonete estava lotada! Perdi as contas de quantas mesas atendi. Eu já estava com dores nas pernas de tanto andar. — Alessandra, venha aqui. Vou entregar seu salário — meu chefe disse, autoritário. Apenas concordei com a cabeça e o segui até seu escritório. — Aqui está seu salário do mês — ele me entregou um envelope. Abri-o e me espantei. — Só isso? — engoli em seco. — Trabalhei igual a uma escrava para isso? — Fiquei séria. — Se você está achando r**m, largue o emprego! — ele disse, sentando-se. — Não posso, é meu único meio de sustento — cruzei os braços. — Então seja inteligente e trabalhe em dobro — ele respondeu, grosso. — Mas do que eu já trabalho? Quer me escravizar? — Erguer a sobrancelha. Comecei a sentir uma vontade enorme de xinga-lo, mas, obviamente, não o fiz. Infelizmente, eu ainda precisava daquele emprego e das migalhas que recebia, que, por incrível que pareça, ele chamava de salário. — Claro que não! Quero dizer para procurar outro emprego — fiz uma cara de quem não entendeu. — Tenha dois empregos, assim recebe o dobro do salário. Como pode ser tão lerda a ponto de não entender uma coisa simples dessas? Pensei um pouco. Até que não era má ideia. Tendo dois empregos, teria uma renda melhor, podendo assim dar uma vida mais decente para minha sobrinha. Mas o único problema era: com quem eu deixaria Camilly? — Até que não é má ideia — fiquei extremamente pensativa. Quanto à creche, poderia muito bem mudar Camilly de horário para encaixar com qualquer horário que eu pudesse ter. — Ótimo! Quando encontrar outro emprego, me avise que eu mudo seu horário para o período da noite — concordei com a cabeça. — Você já está liberada. Até amanhã, Alessandra — ele disse, sorrindo. — Até, senhor Bruno — saí de sua sala. Guardei o salário na minha bolsa e comecei a aceitar a ideia de Bruno. Deus, eu preciso de outro emprego, eu admito. Mas e a Camilly? Com quem vou deixá-la? O que ela vai sentir ao me ver sem tempo? Apesar disso, eu preciso de outro emprego, preciso dar uma vida melhor para ela. Com sorte, posso conseguir um emprego que não me tome tanto tempo; com sorte, nem precisarei mudar o horário da creche. Foi pensando assim que comprei um jornal e vi vários empregos disponíveis, mas um me chamou a atenção. O horário era excelente e se encaixava perfeitamente no que eu estava procurando. — É esse! — Peguei o celular e salvei o número para entrar em contato e fui para casa. Cheguei em casa e já peguei meu celular. Respirei fundo antes de ligar. No terceiro toque, atenderam. — Alô, quem fala? — uma voz masculina perguntou do outro lado da linha. — Olá, boa tarde, aqui é a Alessandra Mendonça. Queria saber se a vaga para babá já está ocupada? — perguntei, tremendo.“Senhor, me ajude." — Não, ainda não encontrei ninguém. Você está interessada, senhorita Alessandra? — Um sorriso se formou em meus lábios. — Claro! — Fiquei tão empolgada que nem percebi que havia falado um pouco alto demais. — Desculpe pelo meu tom de voz, senhor. — Tem horas que eu tenho vontade de me bater. — Sem problemas — pelo jeito da sua voz, percebi que ele estava rindo. — Amanhã às 08:00, ok? Anote o endereço. — Anotei o endereço tudo certinho. Ele me falou mais algumas coisas sem importância que fui obrigada a decorar. — Bom, é isso. Nos vemos amanhã, senhorita Alessandra. Minha empregada, Rute, irá te receber, ok? — Sim, senhor. — Tive sorte de ele estar do outro lado da linha, assim ele não podia ver que eu estava dando pulinhos de alegria. — Ótimo, até amanhã — ele desligou antes que eu respondesse. Respirei fundo. “Pai, por favor, me ajude amanhã." O resto do dia foi um pouco corrido. Busquei Camilly na escolinha, arrumei a casa, fiz o jantar, dei banho na minha sobrinha, a alimentei e, por fim, era hora de dormir. — Boa noite, titia — ela fechou os olhinhos e abraçou seu ursinho. — Boa noite, meu anjo — beijei sua testa e fui para meu quarto. Me joguei na cama e dormi feito uma pedra.

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