Capítulo 3

1006 Palavras
Não demorou muito para eu conseguir achar uns b***s para me manter, fazer as compras, carregando o peso para as velhinhas, trabalhar de babá para as vizinhas quando precisava ou até de faxineiro se pedisse conseguindo manter Pupy e eu tranquilamente. Um dia o Filhote sumiu me deixando todo preocupado, tinha um dia cheio mas não deixava de procurar por ele que uma garota m*l vestida que via que estava sem tomar banho a uns dias, roupas sujas trouxe o Pupy de volta até em casa onde não perdi tempo logo dando bronca ao meu cachorro que se encolheu no mesmo instante sabendo que tinha feito besteira. Agradeci a moça que foi embora mas Pupy começou a me puxar onde fui obrigado a segui-lo me levando até uma rua sem saída vendo um buraco escondido debaixo de uma pedra ou algo do tipo, Pupy entrou nele deixando-me preocupado no início mas logo saiu com a garota que ao me ver ficou de repente toda envergonhada o que não estava entendendo no momento mas assim que me revelou estar morando ali logo entendi, ficando chocado com essa revelação e estando grato ao Pupy por ter me mostrado aquilo, aconselhando-a para não desistir dos seus sonhos apesar da promessa feito pela mãe dela quando era pequena pois acreditava que se tivesse sonho era uma obrigação para torná-lo realidade independente das dificuldades que teria que passar por isso. Quando iria pedir seu nome pude ouvir meu nome sendo anunciado que dei um olhar rápido vendo que era a assistência social onde sem pensar duas vezes sai correndo tomando cuidado para não ser avistado e assim que cheguei novamente em casa, tranquei a porta, fechei as janelas para que não tinha visão do lado de fora, torcendo que a assistência social não me achassem. Onde aquela menina que havia conhecido mais cedo não saia da minha cabeça tendo uma única pergunta rodando a minha mente, como será que ela se chamava? Não sabia, porém iria fazer de tudo para reencontrá-la e descobrir como se chamava. Feedback do passado da Sabrina: Meu irmão sempre me ensinou que quando gostasse de alguém tinha que ir até o fim para que se tornasse seu como também aprendi com ele que não podia aceitar um não como resposta, isso porque o Marcelo que era o nome do meu irmão foi educado por nossa governanta contratada pelos nossos pais, já eu tive a honra de ser educada pela minha própria mãe até um tempo mas logo passou a carga da minha educação para o meu irmão Marcelo. No início meus namoradinhos eram comprado por doces, salgadinhos ou até brinquedo, tudo isso para satisfazer os meus caprichos de uma menina de apenas doze anos, eu! Fui enviada a melhor escola DO MUNDO ou caso não quisesse me locomover até lá os professores eram trazidos até nossa casa recebendo uma boa quantia de dinheiro, podendo desfrutar de uma comida de alto padrão que nossos empregados faziam em casa, sem precisar levantar um dedinho ou ter uma gota de suor por estar chateada e até contrariada que caso eu não gostasse de algo era para rua na mesma hora ou seja minha vida era como se eu fosse da realeza onde tudo que eu pedia recebia na palma da minha mão. Um dia antes do meu aniversário decidi ir para a biblioteca pois por incrível que parece eu amava esse lugar e não seria a mesma coisa se enviasse alguém no meu lugar sem ter o prazer de poder desfrutar aquele momento, assim que cheguei pude avistar de longe um garoto que algo nele logo me chamou atenção indo diretamente até o balcão pedir informações ao seu respeito, descobri seu jeito de ser percebendo que ele não era como qualquer garoto que normalmente ao dizer um simples “oi” de derreteria ao meu pé, de joelhos no chão feito um cachorro, não! Ele era sim diferente e por isso iria me recorrer mais esforços da minha parte para que ele se tornasse meu e de mais ninguém. Seu nome era Marcos, ajudava na arrumação dos livros como bico de arrumar dinheiro, sua mãe e sua tia havia falecido, seu tio chutou para fora de casa e agora morava perto daqui então me veio uma ideia onde tive que ligar o Marcelo para pedir ajuda para pôr meu plano em ação, que era simples sendo alugar um apartamento no mesmo bairro, quase ao lado de onde Marcos morava, esbarrar nele por acaso para finalmente poder me aproximar mais dele como se fosse algo por destino. Fui em direção ao Marcos onde trocamos algumas palavras em seguida liguei para o Marcelo assim que saí da biblioteca explicando todo meu plano e ele super me apoiou, me ajudando a pôr meu plano em ação o que não demorou nem dois dias devido a ter tantos empregados que morava com a gente lá em casa, depois que estava na casa nova, aí que as coisas se complicaram um pouco tendo que desgastar e arruinar minhas lindas mãos para aprender a fazer tarefas doméstica sendo elas as mais simples, manter a casa limpa, saber cozinhar, lavar a louça e entre outras coisas para parecer uma menina comum daquelas que eu mais odiava torcendo que minhas amigas do mesmo padrão que a mim não descobrisse o que estava fazendo no momento pois se isso ocorresse eu sabia que iria ser a fofoca do mês sendo tudo que eu menos queria. Portanto agora que conheci o Marcos faria de tudo para que ele me chamasse de sua e não iria abrir mão nunca dele, começando a minha obsessão pelo mesmo desde que o vi pela primeira vez. E é pensando nele que estou fazendo esse sacrifício. — Marcos, me aguarda! - falo para mim mesma deitada em minha cama olhando para o nada. Eu não iria desistir dele nunca, eu iria fazer ele me amar de uma forma ou de outra, eu nunca perdi algo que eu quero, e com Marcos não será diferente.
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