Então, braços quentes envolveram meu corpo e a voz suave que tanto me era familiar, me despertou. Ele tinha voltado, foi tudo o que consegui pensar. — Calma, foi apenas um pesadelo, docinho — Eliot disse, apertando o abraço em volta do meu corpo. — Você voltou... — Murmurei entre soluços, me agarrando a ele enquanto tremia — Eu senti tanto medo — continuei, como uma criança desesperada após um pesadelo. — É claro que eu voltei — Disse — Sempre vou estar aqui, foi essa a nossa promessa, lembra? Sempre vou estar com você. — Sussurrou. E aquela era a voz carinhosa que eu estava habituada a ouvir. Ela, junto a lembrança de uma promessa infantil e ingênua, feita a uma criança, foi o suficiente para que, meu eu de 17 anos, acalmasse seu coração. Já que no fim, tudo era muito simples quando El

