Ele saiu. Simplesmente deu as costas e fechou a droga daquela porta, como se não pensasse duas vezes. Como se não soubesse que minha provocação e implicância, não passavam disso. Só Deus sabe o quanto eu queria gritar com ele naquele momento. Como queria puxá-lo de volta e esbravejar. Esbravejar sobre o quanto era injusto. Sobre como ele estava completamente errado e me devia SIM explicações. Mas, ele não me deu essa chance. Ele apenas saiu. Sem olhar para trás. E talvez possa ter sido culpa do estresse. De ver algo estranho demais até pra mim, mas naquela noite... pesadelos que não costumavam me atormentar a muito tempo. Retornaram. Eram como braços pegajosos e esqueléticos, esgueirando-se pela cama e agarrando meu corpo. Desvencilhando os fios dos meus sonhos e os cobrindo com o odor

