VIGÉSIMO SÉTIMO CAPÍTULO

2461 Palavras

Heitor me acorda quando já estamos chegando à rodoviária Novo Rio. No começou estou meio tonto, ainda por causa das quase duas horas que dormi. Pisco algumas vezes para tentar adequar minha visão ao final do dia claro. Viro-me para ele. O garoto do cabelo azul está sorrindo para mim. – Olá, bela adormecida – diz ele com aquele sorriso no rosto. Ele pisca algumas vezes e faz uma cara meio engraçada. – Oi… tudo bem? – pergunto entre um bocejo e outro. Sinto o ônibus diminuir a velocidade e em poucos minutos fazer algumas curvas mais fechadas, sequer precisei olhar para a janela para ver que tínhamos chegado. – Chegamos – anuncia, abrindo ainda mais seu sorriso. Vejo a empolgação crescer em seus olhos. Nesse instante não tenho mais medo do que poderá vir. A incerteza de como minha mãe est

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