Heitor acorda algumas horas depois. Ele olha diretamente em meus olhos e sorri para mim. Vejo-o despreguiçando, esticando todo o corpo e soltando uma exclamação um pouco alta demais. – Bom dia, amor da minha vida – diz ele me dando um selinho. – Dia bom – digo sorrindo em resposta. – Tudo bem? – pergunta ele acariciando minha bochecha. – Melhor impossível. Só depois de ele acordar, é que me levanto. Ele passou algumas horas com a cabeça apoiada em meu peitoral, algo que gostei bastante. Gostei do calor de seu corpo junto ao meu. De sua respiração baixinha. De como volta e meia ele mexia os pés roçando-o aos meus. Poderia dormir junto dele pelo resto da vida. E já estou sentindo falta de quando voltar para casa. Infelizmente meu quarto não tem banheiro. Na verdade só o quarto da minha

